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M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Eu já mostrei aqui nesse post que batom laranja e coral tá com tuuudo, né? Então decidi pegar três de faixas diferentes de preços para comparar, e mostrar quais são as vantagens e desvantagens de cada um – e, principalmente, mostrar para quem está pensando em comprar como são as cores de cada. Vou começar pelo mais caro, indo para o mais barato, e aí a gente vai comparando todos.

Na foto dos swatches dá pra ver bem as diferenças e familiaridades entre eles (apesar de ligeiramente escura, os tons estão bem fiéis).

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Crosswires, M.A.C


Pontos positivos: Os batons da M.A.C estão, na minha opinião, entre os melhores do mercado, por causa da cobertura, cor e cheiro ótimos. O acabamento desse é Cremesheen, o que significa que ele é mais cremoso, mas mesmo assim tem uma cor bem viva. Não é opaco, ele tem como se fosse um brilho molhado beeeeem sutil (mesmo). Tenho vários nesse acabamento, e é um dos meus preferidos, por ser muito fácil de usar, já que não resseca nada nada a boca. A duração é boa, até umas quatro horas ele segura. A cor dele é bem linda: dos três, é o coral mais avermelhado, mas ainda assim não fica uma cor totalmente cheguei, sabe?

Pontos negativos: Bom, sendo bem sincera, na comparação, o ponto negativo dele fica sendo mesmo o preço, mais do que o dobro do Duda Molinos – que, para os padrões nacionais, muita gente já acha carinho. A cor, apesar de eu adorar, talvez seja a mais “assustadora” das três, para quem está começando a usar e procura um coral discreto. (Eu tinha um da M.A.C, o Ravishing, que era mais nesse estilo coral, mas ele sumiu. Ninguém mandou ter um trilhão de batons, né. Bom, fica a dica pra quem quiser experimentar outra cor.)

Onde comprar: Na Sacks ou nas lojas da M.A.C, por R$69 (na Sacks atualmente está esgotado). No exterior, por US$14

Copacabana, Duda Molinos


Pontos positivos: A embalagem é uma das minhas favoritas, tem aquele clique que eu mostrei aqui nesse post. É uma embalagem bem classuda, sabe? O acabamento é matte, o que significa que 1) não tem nenhum brilho whatsoever e 2) a cor acaba durando mais tempo – tipo umas quatro a cinco horas, sem retoque (vale dizer que, em mim, que falo e bebo água como uma louca do apocalipse, isso é realmente muito tempo). Em termos de tom, me parece um meio termo entre os outros dois, o que eu gosto bastante.

Pontos negativos: Vou ser paradoxal, mas o mesmo ponto positivo pode se tornar negativo: o acabamento matte também significa que 3) o batom fica bem difícil de passar, especialmente se a sua boca é seca. Pra mim, sinceramente, é o único ponto mais ou menos negativo (mais ou menos porque pra mim nem é, já que pra mim é sussa passar batom matte!).

Onde comprar: Na Loosho.com, por R$29,60 (ou na farmácia da Riviera de São Lourenço por R$20, gente, sei lá por que eles vendem tudo mais barato! Hahahahaha)

Vult, cor 14


Pontos positivos: A cor é foooofa até dizer chega. O coral mais versátil e sutil e tudo o mais dos três. Então, se você ainda não está assim super convencida da moda do laranja, vale a pena tentar esse. Até porque, gente, custa apenas R$6,90. Ou seja: um décimo do preço da M.A.C. Ele não é completamente matte, mas também não tem brilho. (Eu sei, comassim, Laura? Sei lá, gente, mas é assim.) Inclusive, no site da Loosho.com, ele está descrito como acabamento cintilante – o que ele não é de jeito nenhum, ok, como vocês podem ver pelas fotos.

Pontos negativos: A cor não fica totalmente boa com uma passada, é preciso voltar com o batom para uma cobertura perfeita. E a embalagem, gente. Mais pobreza impossível. Sério, Vult, quanto custaria pra fazer uma que simplesmente não fosse desse plástico vagabundo que quebra na primeira jogada na bolsa (caso da minha, oi) ou uma tampa que cobrisse totalmente a bala do batom? A duração é ok, de duas a três horas em mim. De qualquer forma, sinceramente, por esse preço, tenho nem coragem de reclamar muito.

Onde comprar: Na Loosho.com, ou em várias farmácias por aí, por R$6,90

Esse post é sobre um tipo de assunto bem popular pelos blogs afora, que é: o que tem dentro da sua (no caso, minha) nécessaire. Eu particularmente acho divertido esse tipo de post porque primeiro, alimenta o voyeurismo inocente nosso de cada dia; segundo, os produtos podem servir como dica; e terceiro, de uma certa forma, o que a gente carrega reflete nossa personalidade, né? Se você é mais básica carrega menos produtos, se é mais baladeira, talvez tenha uma sombra preta ou um glitter, se é mais extrovertida, um batom forte, e por aí vai…

Então, vamos lá, ver o que eu carrego na minha necéssaire enorme (que fica dentro de uma bolsa mais enorme ainda!)

Antes de mais nada: essa nécessaire tchutchuca é La Reina Madre, a marca de bolsas mais maravilhosa do país. (momento propaganda on, mas me deixa, eu amo essas bolsas, gente, compro lá há anos e anos, vai lá, vai lá.)

Eu me maquio em carros, táxis, ônibus, metrôs, banheiros de trabalho… Já contei isso, né? Então, carrego na nécessaire tudo o que preciso pra um make básico dia a dia. Mas meio que só. Se quero algo mais elaborado aí não tem jeito, faço em casa e só retoco mesmo. Numerei a foto e vou contar em tópicos, pra ficar mais fácil.

1-    Lápis bege Duda Molinos e lápis preto Zero, Urban Decay. O bege é o de todos os dias, vocês sabem, usa na linha d’água pra ficar com o olho acordadinho, lembra? E o preto é só pra emergências: se tem uma baladinha depois do trabalho, passo ele como delineador, esfumo e vou (já preparei post sobre isso, rá, diligência é meu middle name);
2-    Primer Potion Urban Decay, pra segurar a sombra o dia todo!;
3-    Rímel transparente Vult, pra fixar a sobrancelha, e rímel Avon Supershock;
4-    Blush Fleur Power, M.A.C. (mas varia, cada hora é um! Depende do look do dia! Nécessaire tem que arrumar à noite, que nem bolsa de escola, sabe? hahaha)
5-    Paleta de 4 sombras M.A.C. – as que ficam aí também variam. A única que não sai é a Espresso, a marrom, que é usada pra preencher a sobrancelha. E sempre tem uma iluminadora também, que dessa vez é a Ricepaper;
6-    Pincéis (que ficam dentro desse negocinho de plástico pra não deformar!) – são só três: blush, 129SE da M.A.C., SS217, da Sigma (veio de brinde e é pequenininho, uso pra aplicar sombra e esfumar!) e chanfrado pra sobrancelha;
7-    Studio Fix, da M.A.C., a base mais prática do Brasil (a Fabi falou dela aqui);
8-   Blot Pressed Powder, M.A.C. É um pó matificante, que eu uso durante o dia quando a pele começa a brilhar; mesma função das folhinhas Clean &Clear (11);
9-    Corretivo Studio Sculpt (também pode ser o Studio Finish);
10-    Iluminador High Beam, miniaturinha, que só uso na verdade também se for rolar uma baladinha;
12-    Perfume roll-on Kiehl’s. Só uma frescurinha pro dia em que eu esquecer por acaso de passer perfume antes de sair de casa;
13-    Lixas Marco Boni, para emergência (são boas por causa dessa “caixinha”, que não deixa elas lixarem o resto das coisas da sua bolsa);
14-    Batons. Geralmente tem um mais colorido (nesse caso o Coral Polyp, M.A.C.) e um mais neutro, quase sempre o Hue, também M.A.C. – que vocês podem perceber pelo cotoquinho que ele está que é um dos meus preferidos

Esse é meu kit diário. Semana que vem, a Fabi vai postar a dela – e preparem-se, porque eu ainda não vi, mas aposto que é ainda maior! Hahahaha

E vocês, carregam o quê?

Esse post vai ser bem rapidex, só pra mostrar pra vocês que é possível ser feliz usando maquiagem colorida e divertida durante o dia, para trabalhar mesmo! Isso aí, pessoal, sem medo de ousar.

E a cor da vez nos olhos é o amarelo, né? Então, aproveitei que eu tinha uma sombra da M.A.C, coleção Style Warriors (limitada, do ano passado), que quase nunca uso e pensei: vou me jogar. E me joguei. E olha o que aconteceu:

(A bem da verdade, essa foto foi tirada in the evening, quando eu cheguei em casa e retoquei o make. Porque de manhã eu tava sem a máquina. fuén fuén fuén.)

Bom, a foto é realmente só pra provar que é, sim, possível ser feliz e até, pasmem, discreta (bom, discreta nos meus parâmetros, okay), mesmo usando cor. O que eu fiz: usei a Bright Future* em toda a pálpebra, e depois, no cantinho externo e côncavo, fui com a Espresso, também da M.A.C (a mesma que passo na sobrancelha), esfumando. Tudo com o mesmo pincel gordinho, da Sigma, porque afinal, eu me maquio no táxi e só levo ele e mais um de blush na nécessaire.

Ah, pra iluminar usei a Rice Paper, mais clarinha, com o dedinho mesmo, na base da sobrancelha e cantinho interno. Na linha d’água, lápis bege Duda Molinos. O rímel é o Supershock da Avon, pelo qual me reapaixonei nos últimos dias.

Combo do make. Fácil, né? (A Espresso e a Rice Paper são as da esquerda na paleta!)

Combo do make. Fácil, né? (A Espresso e a Rice Paper são as da esquerda na paleta!)

Daí, o resto da maquiagem pode ser bem levinha. Eu usei blush em creme Vult (cor 03, um coral lindinho), base Studio Fix e batom Hug Me, ambos M.A.C. Só. Fácil, vai?

Ah: pra mais inspirações de como usar amarelo, tem essa galeria que eu fiz cheia de amor há algumas semanas.

E aí, deu pra perder o medo?

*Ah, sim: essa sombra não é a melhor e mais pigmentada do mundo, não. Pretendo logo logo adquirir a Bee, do Duda Molinos, que a Tania do Vanity Queens mostrou aqui.

Lápis de olho é uma coisa teoricamente fácil de usar e que não tem muito segredo. Mas, sabendo alguns truques, ele pode ser um super coringa na sua maquiagem: dá pra delinear, esfumar, fazer base de sombra, mil coisas. E com um lápis bege dá pra fazer uma coisa mais legal ainda: deixar seu olho mais aberto e seu rosto mais “acordado”, sabe como?

É uma dica muito mega master legal porque mais simples não há: você pega um lápis bege e passa na linha d’água. Só isso. Não precisa nem passar por fora, rente aos cílios (nessa parte, e também na pálpebra superior, pode passar um colorido, que nem eu fiz na foto). Tcharã!*

Ignorem as olheiras, um dia saberei usar Photoshop e minha dignidade voltará

O meu é a lapiseira da Vult, quebra um super galho e não custa quase nada, nas farmácias de bairro mesmo tem (e nesse site que eu linkei, que é confiável e tem todos os produtos baratinhos que a gente tem preguiça de caçar por aí). Mês que vem, acho, chega na MAC uns bacanas, da coleção Pret-a-Papier (a Vivian  mostrou no blog dela, o Fabulous, ó) – quero testar porque acho que a durabilidade deve ser maior. E ah: dá pra fazer com lápis branco também. O efeito fica menos discreto, mas mais moderno.

(Por Laura F.)

*Gente, eu sei. Tcharã? Eu sou a tia velha da blogosfera, né.


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