Beleza exterior

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Uma das últimas coleções lançadas lá fora pela M.A.C foi a Fashion Flower, e ela tem um apelo muito claro: é fofa. Hahahahaha! Bom, eu acho, pelo menos, já que as sombras têm um desenho muito lindo. E, à primeira vista, parecem também ter cores incríveis.

Aí encomendei, na Fabulous Store, as duas sombras que mais chamaram minha atenção, a Groundcover (que eu diria que é tipo um marrom acinzentado) e a Bows & Curtseys, um preto muito lindo, brilhoso e de fundo esverdeado. Comprei também o batom Ever Hip, coral lindo que eu queria possuir desde que foi lançado com uma embalagem maravilhosa. É edição limitada e, bom, me contento com minha embalagem normalzinha.

Minhas primeiras impressões? Gente, as sombras da M.A.C têm cores incríveis, de fato, mas a qualidade é muito irregular. Tentei fazer swatch da Groundcover e ela é tão pouco pigmentada que simplesmente não rolou; no olho, com primer, fica melhor, apesar de muito sutil. A Bows & Curtseys é melhor, mas ainda assim dá uma falhadinha, e na pele praticamente não dá pra ver o fundo verde. Meio decepção, sabe como?

Já o batom não me decepcionou em nada. Deve ser um dos tons de coral mais lindos que eu tenho! É super pigmentado e tem um acabamento que eu adoro, o cremesheen (que não é opaco, ele tem um pouco de brilho e é bem cremoso). Eu não fiz swatch porque não sei usar luz pra isso, então olhem que lindo ele é na boca da Christine, do Temptalia (vale dizer que é um dos únicos swatches que, nos lábios dela, ficam de fato parecidos com a cor do batom em mim!):

Vale dizer: ela, que sabe muuuuuuuuito mais do que eu, também fez swatches das sombras e teve impressões muito melhores que as minhas. Ela achou as sombras bem pigmentadas! Olha só as cores:

Imagem: Temptalia

Imagens: minha mesmo e Temptalia

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No começo, eu nem ia fazer resenha dessa paleta de sombras, apesar de ela ser uma das minhas atuais obsessões de maquiagens. Não ia fazer por dois motivos: 1-achei que ela era edição limitada; 2-não vende no Brasil.

Bom, ela continua não vendendo no Brasil (hahahaha, oi, isso não posso resolver, desculpa), mas descobri dia desses, não lembro onde, que não é edição limitada. Só é difícil de achar e vive esgotada. Mas a Urban Decay repõe o estoque dela. O aviso no site da Sephora, por exemplo, diz que é um item com “demanda incomumente alta”. Mas se você ficar atrás, dá pra achar (foi o que eu e as fofas da Cherrie Cosmetics fizemos!)


Por que eu quero falar dessa paleta então, se ela é tão difícil de achar? Porque ela é simplesmente ma-ra-vi-lho-sa. Assim, sem exagero, as sombras da Urban Decay são as melhores que eu já usei. Melhores que M.A.C. Melhores que Chanel. Melhores que Lâncome.

Então, a Naked Palette tem 12 tons neutros, que vão desde o bege até o azul-petróleo (que daí já não é tão neutro, serve super pra um smoky eye!), passando por marrons, dourados e rosados. Além disso, vem com um mini Primer Potion e um lápis 24/7 Glided-On Eye Pencil, nas cores Zero (preto) e Whisky (marrom). Tudo isso por módicos (not) US$44. Ou, no meu caso, R$160,00 (ouch!).

As sombras são muuuito pigmentadas. Esses swatches aí em cima foram feitos tipo com uma passada, praticamente, e estão fiéis. E a seleção de cores é campeã: abrange desde looks totalmente neutros, tipo pra trabalhar, até looks para a balada, mais escuros e dramáticos. E além de pigmentadas, elas são bastante macias, logo, fáceis de esfumar.

Acho que essa paleta é um bom investimento tanto para quem está começando no mundo da maquiagem quanto para quem já tem outros produtos (oi!). Serve também para as básicas e para as que gostam de ousar. Ou seja: coringa.

Se vocês quiserem tentar, vale tentar encomendar com as meninas da Cherrie ou algumas das outras que viajam por aí e aceitam encomendas (Fricotes e Detalhes, Fashion Import e quetais).

Olha, muita gente já testou e resenhou esse produto por aí. (Duvida? Dá um Google no nome. Mas só depois de ler a minha! Hahahaha) Mas né, sei lá, não custa nada reforçar as minhas impressões e também ando meio sem assunto/tempo.

A linha Pro-V, da Pantene – da qual esse tubinho aí faz parte –, é indicada para “restauração intensa” (aka pessoas com o cabelo detonado). E a ampola promete “recuperar três meses de danos em três minutos”. Alguém que, como eu, nos últimos anos já tingiu o cabelo de preto, vermelho, loiro, tentou tingir de castanho por cima de tudo isso, alisou, desalisou, seca, faz babyliss, passa produtos e etc., só pode achar isso muito digno. E o que é mais digno ainda: custou só R$4,90.

Por algum motivo misterioso eu achei que o produto fosse ser tipo um creme-líquido. Mas não é não, ele é um creme-cremoso (Q), bem grossinho. Usei depois de usar o xampu e o condicionador da mesma linha, que já são bem hidratantes. Daí, medo dos medos: será que o cabelo vai ficar pesadão?

Diz na embalagem que cabelos médios a longos podem usar todo o conteúdo do tubinho. Mas, por causa do supracitado medo, não obedeci, e usei mais ou menos a metade (o que, na hora, já achei muito! Mas não foi, não, fica tranquila, tá). Daí massageei, selei o treco, deixei lá enquanto esfoliava o rosto e etc., e chegou a hora de enxaguar.

Gente, aí começou o encanto. Ele é daqueles cremes que fazem o cabelo ficar beeeeem molinho já no banho, sabe? Tipo, bem derretidinho. Resolvi secar com secador pra ver o efeito mais rápido e intenso. E foi então que minha paixão virou amor: o cabelo secou sem frizz, ficou liso, brilhaaaaante e, principalmente, continuou super macio! (Não sei se acontece com vocês, mas às vezes no banho parece que os fios vão ficar super soft e, depois que seca, não fica. Acontece?)

Não sei se vocês estão curtindo (fecebook feelings) essas fotos tanto quanto eu (hahahaha, oi, egocêntrica?), porque sei que é difícil saber se um cabelo está bem tratado vendo fotos. Mas veja bem: eu saí de casa tipo me amando esse dia, ok? E até pelo menos o dia seguinte ele continua super macio e, plus, cheiroso.

Estou usando esse tratamento mais ou menos uma vez por semana (se bem que revezo com outras máscaras, atualmente uma da L’Occitane). Com o xampu e o condicionador, que também são dignos, faço que nem com todos os outros meus: uso randomicamente, já que mantenho vários, em todas as faixas de preço.

Conclusão? Produtinho altamente recomendado para quem quer dar uma super hidratada nos cabelos. (Mas se o seu for d0 tipo mega oleoso, de repente não é o caso. Ou use um xampu para cabelos oleosos ou antirresíduos e essa máscara no lugar do condicionador – eu faço isso às vezes! Por R$4,90, vale a pena tentar, né?)

 

A base Studio Sculpt, da M.A.C, tem sido uma das queridinhas dos maquiadores da marca desde que foi lançada, em 2009. Em vários backstages de desfiles, ela substituiu a Face&Body, e andaram dizendo por aí que era a “base da pele perfeita”. Ok.

Ela é realmente bastante boa. A textura é diferente de todas as outras que eu já testei, e de todas as outras da marca: não é totalmente líquida, eu definiria como uma espécie de base cremosa. Apesar disso, não é pesada (a marca a define até como hidratante), e pode ser usada tranquilamente por meninas de pele oleosa, já que é à base de gel.

A minha cor é a NC40, mesma cor que uso no Studio Fix. Vale lembrar que as bases NC são recomendadas para quem tem a pele com fundo mais amarelado, e as NW para quem tem pele com fundo mais rosado.

A cobertura dessa base é bem alta. Ela quase chega a cobrir minhas olheiras, como vocês vão ver nas fotos ma-ra-vi-lho-sas e sem nenhuma dignidade mais abaixo. Cobre bem vermelhidões e imperfeições, mas sem deixar a pele totalmente opaca. Apesar de ser uma cobertura alta, ainda é um acabamento natural, sabem como? Acetinado.

Esse pouquinho é suficiente para cobrir quase o rosto inteiro. Eu uso com pincel de base tradicional (o da foto lá em cima), mas é preciso tomar cuidado para o rosto não ficar com as marcas das cerdas do pincel, já que a base é mais grossinha. Recomendo até, de repente, usar um duo-fiber ou pincel de pó para fazer o acabamento depois de passar a base com ele.

Depois de usá-la, costumo finalizar a zona “T” com um pouco de pó e, assim, a pele se mantém digna por váaaaarias horas. E a Studio Sculpt não transfere nadica de nada, o que é ótimo, porque esse é um dos meus maiores pânicos em relação a bases.

Agora, para entender bem a cobertura, vejam abaixo as fotos da minha pele sem nada, depois as fotos com a base. É favor não reparar na cara no cabelo de louca, as fotos foram tiradas às 9 da manhã, eu ainda estava com sono.

Gente, na segunda foto eu pareço até mais humana, né não?

Ah, sim: tem post sobre o corretivo Studio Sculpt aqui.

Há algum tempo, a Avon mandou lá pra redação os rímeis mais bacanas deles, numa caixa super bonitinha e tals. Eles estavam lançando a máscara SuperExtend (então vocês veem que já faz uns dois meses, a pessoa adiantada, hahahaha), e logo pensei em fazer uma batalha comparando todas. Isso porque eu adoro as máscaras da Avon. Tipo, acho que é o melhor produto que eles fabricam, sabe. E daí queria saber se essas novas eram tão boas quanto as que eu já tenho.

Bom, então, depois de muito tempo, coloquei em prática, e nessa semana usei uma delas por dia, pra ver se cada uma cumpria o prometido e, no fim, qual é a mais bacana. E já tirei minhas conclusões. Quer ver?

Avon SuperExtend
Promessa: Um suuuuper alongamento de até 55% (como medir, néam?), com efeito cílios postiços e fibras especiais que promovem um efeito natural. É a prova d’água.

Realidade: Hmmm. Olha. Vou falar a verdade. Apesar de ser o lançamento, e ter essa coisa das fibras especiais (Q), não achei nada de cílios postiços aí. De todas, acho inclusive a mais “dia a dia”. Isso porque, de fato, é muito mais de alongamento do que de volume, então acho que acaba chamando menos atenção, especialmente se você já tem cílios mais longuinhos, como os meus. A textura dela é bem líquida, a mais líquida das três – tanto é que borrou na hora de aplicar. De qualquer forma, por ser à prova d’água, aguentou mais do que dignamente um dia de sol subsaariano, e mesmo assim não foi horrível de tirar.

Preço: 22,00

Avon SuperCurlacious

Promessa: O negócio aqui é dar uma suuuuper curvatura aos cílios, e mantê-la por tipo 12 horas. Ela também é à prova d’água.

Realidade: Essa foi a máscara lançada logo antes da Extend, e tem aquele aplicador curvadinho bem legal, sabe? Eu usei sem curvex e… Bom, não é que meus cílios não ficaram curvados. Mas não ficaram 100% MAIS curvados, como promete a Avon, sabe? E não segurou essa curvatura o dia inteiro, não. De qualquer forma, ela é só um tiquinho mais grossa na fórmula que a Extend, e também segura dignissimamente durante todo o dia, e também não é chata pra tirar. Ela já é mais legal (pra mim, que sou uma drag queen disfarçada), porque dá um tiquinho mais de volume.

Preço: R$19,00

Avon SuperShock

Promessa: Volume inteeeenso e imediato, fórmula com microfibras que se expandem (Q2)

Realidade: Olha, eu me sinto até meio mal, porque já imaginava como ia ser o fim dessa batalha, confesso. hahahahaha. Eu realmente AMO a SuperShock. É uma das minhas máscaras preferidas e olha que eu tenho umas 300. Então, claro que né. Eu fui lá, e comparei. Mas gente. A coisa do volume intenso é uma realidade real mesmo. Podem ver nas fotos como ela é a mais dramática das três. E, apesar de ser uma máscara de volume, ela alonga meus cílios mais que as outras! Como lidar, Avon? E ah, é a fórmula mais grossa de todas as três, não borra nada, apesar de não ser à prova d’água. Quer dizer. Amor em forma de tubinho.

Preço: R$19,00

Conclusão

Vejam bem, as três são boas máscaras, depende muito do seu estilo. Para as discretas, recomendo a SuperExtend. Ela é digna, só não é meu estilo. Mas vou usar, sim, talvez combinada com outras mais grossas (só cuidado pra não borrar na aplicação). A SuperShock pode comprar mesmo. O pincel grossão assusta (né, gente), mas gente, é só colocar no olho e passar uma camada e pá, linda, vai embora. Eu pularia a CurlAcious, porque acho um meio-termo meio sem graça, não faz muuuuito bem nem uma coisa nem outra, sabe?

Belightful Iridescent Pressed Powder, da M.A.C

Esse iluminador foi uma das minhas últimas aquisições de beleza. Não sei se todo mundo aqui já sabe que eu sou a-lôca-do-iluminador. Gosto muito, acho que faz toda a diferença e por isso vivo doida pra testar vários. E o Belightful é queridinho de várias meninas na blogosfera (tipo a Vic, que sabe tudo de tudo!), é um dos mais famoso da M.A.C, enfim. Tinha tudo pra ser ótimo.

Daí pedi na Sack’s, toda achando que ia arrasar no glow por aí. Daí recebi a caixinha dias depois, toda feliz, e decidi usar na manhã seguinte. Primeiro grande erro desta humilde blogueira. O Belightful não é – repito: não é – um iluminador pra usar durante o dia. Na primeira vez em que passei, terminei com glitter até no cabelo. E não, infelizmente dessa vez não estou exagerando. (Tentei de todo jeito provar isso em fotos, mas é dificílimo tirar foto de iluminador!)

A primeira foto está meio sem foco, mas acho que dá pra ver melhor do que no braço, né?

Vejam bem. Não é que ele não seja bonito. A cor é maravilhosa, um iluminador bem coringa, que fica bem em todos os tons de pele, não puxa pro rosado nem demais pro dourado, é bem champagne, digamos. Mas quando eu digo que ele tem muito glitter, é porque ele realmente tem muito glitter.

Okay, não é uma coisa que as pessoas vão olhar pra você no meio da balada e falar: “Nossa, olha aquela menina cheia de glitter na cara!” Mas sabe quando você passa maquiagem e daí vai olhar no espelho do elevador? Então, nessa hora você vai ver (pelo menos eu vejo, gente!) um monte de pontinhos de glitter no rosto.

Não é exatamente que isso seja ruim. Mas é realmente diferente do iluminador Mineralize Skinfinish – que eu tenho na cor Perfect Topping – que não tem nenhuma partícula de brilho, só mesmo uma luminosidade, sabe?

E também, quanto menos você aplicar, e mais de leve – tipo com um pincel gordinho ou com aquele pincel estilo vassourinha ou até com um duo-fiber! – menos esse efeito purpurinada vai incomodar. E aí, sim, fica mais lindo.

Swatches bem forçados, nas pontas dos dedos – viram como a cor de fundo é linda?

De qualquer forma, não foi uma compra ruim, porque sim, eu gosto de brilhos. Mas tenho guardado o Belightful pra usar à noite, quando o glitter não me incomoda tanto. Minha conclusão? Cor linda, vem uma quantidade enorme, a textura é boa (os glitters não são grossos, não). Se você ama brilho, recomendo com força!

Ah, sim. Depois de comprar (oi, parabéns  para mim), vi essa resenha aqui, da Cris Pironi, que diz exatamente isso – e dá a dica de também tentar usar como sombra.

Quando a Laura me contou sobre o telefonema incrível que recebeu da Jade, avisando que a coleção In The Groove tinha finalmente dado o ar da graça nas lojas brasileiras da M.A.C, quase tive um princípio de infarto. De objeto de desejo, os trios de sombra passaram a ser itens de necessidade básica no meu nécessaire. Não poderia passar um dia sequer sem elas. E, claro, não passei. Depois de dar com a cara na porta na loja do Pátio Paulista, que esgotou a coleção em menos de 12 horas, corri para o Iguatemi. E achei as sombras que tanto queria, além de um mineralize sucesso, que não estava no script. Comprinhas lindas, mas será que sobrevivem a um teste de realidade?

Vamos às aquisições e avaliações:

Fresh & Easy Mineralize Eyeshadow
Satin pink: textura acetinada, com brilho perolado e muito sutil. É um rosa médio bem aberto e bonito à primeira vista, mas que não resiste à primeira aplicação. Na pele, vira um rosinha comum e apagado, porém usável. Nota zero para a pigmentação. Esfarela bastante. Decepcionou.

Pearly burgundy: acetinado básico, com brilho perolado bem bonito e mais aparente. É um tom de vinho bem claro, puxado para o rosa. Lindo na embalagem, muito bonito na pele. A pigmentação deixa a desejar, apesar de ser melhorzinha que a da Satin Pink. Mas é a sombra que salva o trio. Durabilidade fail.

Satin grey: textura acetinada e acabamento perolado. É um cinza azulado, bem clarinho. Vibe pastel, para aqueles dias em que você está pura delicadeza, sabe como? Mas a pigmentação… vou até pular essa parte.

Calm, Cool & Collected Mineralize Eyeshadow

Satin beige: beginho quase branco, sem novidade alguma. Sombra muito seca, pigmentação fail. Mas pode ser uma opção para iluminar a base da sobrancelha.

Pearly green: verde claro muito bonito, brilho perolado médio. Nada pigmentada, a cor só aparece de verdade se você usar um primer dos bons. Não solta muito pó, mas a durabilidade… fail.

Satin deep green: belíssimo tom verde musgo, muito lindo na embalagem. Na pele fica mais leve, mas a cor continua muito bonita. Acabamento acetinado, com a melhor pigmentação dos trios que comprei (apesar de ainda não ser essa Coca-cola toda). Muito macia e não esfarela nada.

Conclusão? Diante do sucesso da coleção, talvez eu seja uma chata de galocha… Mas não acho que o investimento tenha valido a pena. Pra mim, apenas duas sombras lindas fazem os trios não serem fracasso total. Não foi um desastre de aquisição, mas sabe? Sombras Mineralize M.A.C (aplicadas com ou sem água, eu testei), adeus.


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