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Dermotivin Foam Control para peles muito oleosas

Esse post ia ser, inicialmente, uma batalha de produtos. Mas os protagonistas da história são tão diferentes que descobri que não seria justo, nem valeria a pena. O fato é que queria contar pra vocês sobre como substituí, com sucesso, o uso do bom e velho Effaclar (La Roche Posay) pelo Dermotivin Foam Control (Galderma), uma espuma de limpeza que fez toda a diferença numa pele ao mesmo tempo oleosa e ultra sensível como a minha.

Eu usava o Effaclar também por recomendação médica. Mas, com o tempo, ele passou a ser agressivo demais e começou a ressecar bastante minha pele. Então comecei a usar o Dermotivin Foam Control. Após 15 dias de teste, só posso dizer que é um sucesso. Apesar de ser recomendado para peles muito oleosas (o que nunca achei que fosse o meu caso), o produto não é nem um pouco agressivo.  Você aciona uma só vez o pump e o que vem é uma espuminha muito delicada, que rende bastante, tem um cheiro ótimo e deixa a pele bem fresquinha. Tenho usado o produto duas vezes ao dia, de manhã e à noite, e a pele fica seca o dia todo, sem brilho, ressecamentos, nem pequenas descamações. Também notei que os poros da maçã do rosto ficaram mais discretos.

Enquanto escrevia esse post, liguei para o SAC da Galderma, pois descobri que existem dois tipos do produto em espuma e queria a informação correta sobre eles. O Dermotivin Foam original tem embalagem azul e é indicado para pele oleosa ou mista. O Dermotivin Foam Control, que é do que estamos falando, tem embalagem laranja e foi feito para peles muito oleosas. Paguei R$ 61 por ele na Drogasil.

Para terminar nossa conversa, uma coisa importantíssima: o Dermotivin Foam Control foi indicado pelo Dr. Cesar Cuono, dermatologista que recomendo muitíssimo. Se você se interessar pelo produto, por favor, pergunte sobre ele para seu médico de confiança antes de se aventurar na farmácia mais próxima de você. É mais seguro, econômico e sua pele e os dermatologistas ficam felizes da vida.

P.S.: Alô, Galderma. Procurei o Dermotivin Foam Control em drogarias e lojas de cosmético online e encontrei os demais produtos da linha, mas este, especificamente, anda raro. Fui na área de cosméticos do site do fabricante e nada. O produto está em falta?

Dá pra comprar na Sacks em 12 vezes!

Meses atrás fui convencida pela vendedora da Opaque a comprar, meio no impulso, o primer facial da Lancôme La Base Pro. Paguei muitos dinheiros (R$ 195) por ele com a promessa de que seria um produto revolucionário – mas havia testado apenas nas costas da mão, na loja, bem rapidamente. Cheguei em casa e testei novamente – um pump para cobrir o rosto todo, aplicado com a mão mesmo. Não foi tão revolucionário. Aliás, a revolução passou longe. Perguntei se a Lau conhecia o produto. “Nunca ouvi falar do primer da Lancôme, Fabs”. Droga. Dinheiro perdido.

Depois de passar um tempão abandonado no fundo do porta-luvas do meu carro (sem perguntas, ok? rs), resolvi testar o produto de novo num dia de bom humor. Com o pincel de pó (SS 150), espalhei três gotas do produto, uma em cada maçã do rosto e outra na testa. Em seguida, com o mesmo pincel, passei o Studio Fix (C3), da M.A.C.

Milagre, milagre! Nunca antes na história da minha rua houve uma pele tão digna! Meninas, juro: poros “reduzidos”, rosácea imperceptível, acabamento uniforme, pele lisinha de dar gosto. E a maquiagem ainda durou o dia todo. Imagina se o primer for usado com uma base realmente poderosa?

Com La Base Pro Primer no Oscar

 

 

Pra mim, temos aqui duas lições:
1) Nada de aplicar maquiagem e afins com os dedos, por mais normal que pareça. O pincel foi feito pra isso e garante 90% do sucesso na vida.

2) Comprou e não gostou? Antes de se desfazer do produto, espere uns meses e dê a ele uma nova chance. Nem sempre a primeira impressão é a que fica.

Descobri por aí que a maquiadora Jillian Dempsey usou o Lancôme La Base Pro para preparar a pele da Kate Winslet no Oscar 2009. E aí, gostaram do resultado?

Quem já me viu sem maquiagem – e isso bem acontece quando eu tô deprimida, por exemplo, beijo pra quem me aguentou na última semana – sabe que corretivo é uma parte meio obrigatória na minha rotina.

Eu tenho usado principalmente três corretivos da M.A.C. – Select Cover Up, Studio Finish e Studio Sculpt. Achei que valia a pena fazer uma comparação entre eles, porque vejo uma boa diferença em termos de textura e cobertura.

Para fins de comparação, me sujeitei à humilhação de tirar uma foto sem nada cobrindo minhas olheiras. Respirem fundo e vamos lá:

 Sentido horário: sem nada, Select Cover Up, Studio Sculpt, Studio Finish

Sentido horário: sem nada, Select Cover Up, Studio Sculpt, Studio Finish

O Select Cover Up é o que tem menos cobertura, como vocês podem constatar pela infeliz prova fotográfica produzida por essa gênia artística que soy yo. Ele é ok para quem a) não tem olheiras drásticas e vindas diretamente do mundo das trevas para assombrar a humanidade, como é meu caso; b) tem rugas e rola aquele medo de um corretivo cremoso marcar as linhas; ou c) quer um “make natural”.

Eu não tenho assim várias rugas, mas também não sou uma pessoa desprovida de linhas de expressão, dado que sou velha, rio muito (amo minha justificativa?). Então, todos os corretivos marcam um pouquinho as linhas abaixo dos olhos – e esse é o que marca menos, por ter cobertura mais suave. (Mas pensando bem nas fotos todos parecem iguais, né? Hm, mistério.) E, imagino que também por causa dessa cobertura, tem a menor duração entre os três, apesar de corretivo não ser algo que eu reaplico em nenhum caso.

Pela ordem da foto, o primeiro de baixo, Studio Sculpt, é meu atual favorito. Ele é bem cremoso, mas nada duro, sabe? É quase uma textura em mousse. E cobre super-super bem. Para evitar que ele craquele mais do que deveria, eu tenho passado com um pincel fofo, de esfumar (tipo o M.A.C. 217); mas na foto usei o dedo, e também funciona, claro. Acho que dá pra ver na comparação que ele cobre bem mais que o primeiro, né?

Finalmente, o Studio Finish. Acho que dos três ele deve ser até o mais famoso da M.A.C., e tem uma boa razão pra isso: é o que oferece cobertura mais alta – e é queridinho da Marina Smith, que é guru, e a gente ama e escuta, né? Foi minha primeira compra M.A.C. (tanto é que tá no finzinho). Ele realmente é ótimo e cobre até a olheira que você vai ter na manhã seguinte, mas tem alguns poréns. Tipo o fato de ele ser bem durinho, então não rola passar com o pincel fofo que eu falei. Com o dedo fica bom, porque daí o calor da sua mão meio que “derrete” o corretivo. Mas, por causa dessa consistência cremosa-dura, ele acumula mesmo nas dobrinhas. Inclusive em dobras que você nem sabia que estavam lá. Isso dito, é maravilhoso para espinhas (apesar de que eu não uso pra isso porque não seria a mesma cor) e fenomenal para dias de cansaço extra.

Então é isso. (Preciso urgente de um editor porque ninguém merece post de duas páginas, parabéns se você teve força de vontade pra ler até aqui.)

*Ah, meus corretivos são todos cor NW30, caso alguém estivesse curiosa.

Essa semana eu fui no evento – caprichadíssimo, aliás, amei! – de lançamento de uma nova versão de um produto que eu, pessoalmente, gosto demais: o protetor solar Minesol, da Roc. Eu uso, por indicação da dermatologista, já há cerca de um ano, a versão Minesol Actif, que tem soja na composição – e que só nesse evento eu aprendi que tem o objetivo de unificar a pele, e tals.

O que eu mais gosto nesse protetor é que ele não é especificamente para a pele oleosa (eles têm outra versão para isso, o Minesol Oil Control) – mas mesmo assim funciona fantasticamente bem para esse tipo de pele. Quer dizer, quando você tem a pele oleosa, sempre dá aquele medinho de passar protetor solar, néam. É aquela coisa melada, logo parece que sua pele vai começar a brilhar, se revoltar, e daí você pensa: ah, aposto que é mentira essa história que tem que ficar usando protetor todo dia, vou sem, porque pelo menos fico com a pele sequinha. Mas rá, essa fórmula acaba com a sua desculpa, porque ela não controla exatamente a oleosidade, mas também não adiciona mais óleo, sabe. Que né. É o que a gente não precisa.

Minesol Actif (antiga embalagem) e Minesol Antioxidant FPS 70 (Divulgação)

Então, quando eu recebi essa nova fórmula, que tem um mega antioxidante – e fator de proteção mais alto do que eu estava usando – pensei: será que também vai ser sequinha que nem a outra? Fui logo testar.

Meu veredito? A textura é um pouco diferente. Parece que o Minesol Actif – que aliás, agora mudou de embalagem e chama Minesol Actif Unify – é mais “grossinho”, e talvez por isso, à primeira vista, mais sequinho, sim, como se tivesse uma textura mais gel-creme mesmo de verdade, sabe? (Digo “de verdade” porque os dois se intitulam gel-creme.)

O novo Minesol Antioxidant é mais fluido, parece protetor daqueles que a gente usa na praia mesmo, não tanto no dia a dia. Daí deu medo, mas respirei e passei no carão. E olha. Nada aconteceu. Fiquei bem feliz, viu? Não ficou melecado, não ficou brilhante. O efeito, no fim, foi o mesmo. O que achei sensacional, porque já tá bem na hora de eu começar a usar um produto que tenha um anti-idade basiquinho incorporado.

Então, taí a recomendação: se você já tá preocupadinha com os radicais livres, vale investir no Minesol Antioxidant, mesmo que a sua pele seja mais oleosa. Ele é bem leve, no final das contas. (Obviamente ainda não posso avaliar os efeitos anti-idade, né, estou usando há só alguns dias.) Ah: e eles vão lançar no fim do ano um protetor em sérum. Tô louca pra comprar, é a coisa mais sensacional que vi esse ano, sem exagero. Totalmente leve, deixa a pele uma seda, e ainda assim protege do sol? Me dá logo um estoque!

Uma coisa que eu já reparei que é super hábito de beleza comum entre várias mulheres – mesmo aquelas que não ligam muito, por exemplo, pra maquiagem – é ter sempre um creminho para as mãos por perto. Acho um costume ótimo, especialmente em dias como esses últimos, de tempo seco, que castigam a pele e deixam tudo bem ressecado. E porque acho bem feminino ter uma mão bem cuidada e macia sou machista? .

Eu tenho produtos que, nos últimos tempos, se tornaram meio queridinhos dessa minha rotina de hidratação. E comecei bem recentemente a dar mais atenção às unhas e cutículas também. Então, vim mostrar as coisinhas que eu uso e recomendo. São quatro:

À esquerda, creme da L’Occitane; à direita, Neutrogena

O creme maior é o Hidratante Anti-idade para as Mãos, da Neutrogena (numa pesquisa pela internet achei por R$23,50). Acho ele ótimo por alguns motivos. Um é o óbvio: ele é anti-idade (oi, 25+!). Nunca é demais prevenir, bla bla bla. Dois: tem FPS 30. É bem raro achar creme para as mãos com FPS, ainda mais tão alto. Mesmo assim ele não é nada oleoso. (Apesar de grossinho, é absorvido rapidamente pela pele.) O cheiro é ok, meio de sabonete, sei lá. Nada demais. Uso todos os dias antes de sair de casa.

O creme menorzinho é o Creme de Mãos Lavanda, da L’Occitane (R$37,00), que eu levo na bolsa, pra passar durante o dia. Ele é ótimo justamente por causa do tamanho, além de ser muito cheiroso (se você gosta de cheiro de lavanda, claro). Ele é mais “fininho”, mas também hidrata super bem. O tubinho menor é um amolecedor de cutículas da Dead Sea Cosmetics que eu uso só quando faço as unhas em casa (quase nunca, sou preguiçosa ocupada). É ok, sei lá, eu comprei porque tem um stand no shopping Ibirapuera que fica do lado do meu cabeleireiro e sempre que você passa lá o cara fica enfiando os cremes na sua cara e querendo testar em você. Mas o creme para o corpo dessa marca (um dia falo dele aqui) é muuuuito cheiroso, então valeu a pena. Hahahaha, oi, consumo consciente? Não trabalhamos.

À esquerda, creme da L’Occitane; à direita, Neutrogena

Finalmente, o último pote lá em cima, o pretinho, foi minha mais nova descoberta de beauté. Tem sido a salvação da lavoura das cutículas. Eu vi o Lemony Flutter, da Lush*, no Fabulous, e logo encomendei com a própria Vivian. Valeu cada um dos muitos centavos que ele custou, porque é tipo MUITO hidratante.

Uso toda noite antes de dormir (e às vezes, quando lembro ou não estou tipo duas horas atrasada, de manhã também) em todas as cutículas e vou falar a verdade: ele meio que faz uma meleca. Mas logo as cutículas ressecadas absorvem tudo e pronto, você dorme e acorda com as mãos macias e unhas como se estivessem recém-feitas.

Olha como é a textura dele:

Essa quantidade dá pra passar bastante em todas as cutículas

No potinho mesmo diz que você também pode passar em outras áreas ressecadas. Então eu super segui o conselho, e passo também nas cutículas do pé, no calcanhar, no joelho… Custa lá fora US$12.95, e dá pra comprar aqui por R$58,00 (eu sei, caro, né. Mas pensa que é um investimento. Ou pensa que eu sou louca, sei lá).

Ah: faltaram nas fotos duas coisas que eu deixo no trabalho: o creme de mãos da Kiehl’s, que não sei o preço, porque é uma amostra que ganhei (e não acho grandes coisas, então não pretendo comprar quando acabar) e a Cera Nutritiva Para Unhas e Cutículas da Granado (R$13,15) – que tem a mesma função do Lemony Flutter, e eu passo quando lembro, durante o dia (mas nem de longe ela é tão poderosa quanto, hein. Apesar de ser boa e custar um quarto do preço, claro).

(Por Laura F.)

*Eu sei que esse post foi extra-longo, mas uma última dúvida: por que, Deus, por que fecharam as lojas da Lush no Brasil? Que decisão empresarial mais idiota, cara. As mulheres aqui loucas pra se endividar e os caras fazem o quê? Fecham a loja de produtos naturais mais legal que existe. Pfff.


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