Beleza exterior

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No começo, eu nem ia fazer resenha dessa paleta de sombras, apesar de ela ser uma das minhas atuais obsessões de maquiagens. Não ia fazer por dois motivos: 1-achei que ela era edição limitada; 2-não vende no Brasil.

Bom, ela continua não vendendo no Brasil (hahahaha, oi, isso não posso resolver, desculpa), mas descobri dia desses, não lembro onde, que não é edição limitada. Só é difícil de achar e vive esgotada. Mas a Urban Decay repõe o estoque dela. O aviso no site da Sephora, por exemplo, diz que é um item com “demanda incomumente alta”. Mas se você ficar atrás, dá pra achar (foi o que eu e as fofas da Cherrie Cosmetics fizemos!)


Por que eu quero falar dessa paleta então, se ela é tão difícil de achar? Porque ela é simplesmente ma-ra-vi-lho-sa. Assim, sem exagero, as sombras da Urban Decay são as melhores que eu já usei. Melhores que M.A.C. Melhores que Chanel. Melhores que Lâncome.

Então, a Naked Palette tem 12 tons neutros, que vão desde o bege até o azul-petróleo (que daí já não é tão neutro, serve super pra um smoky eye!), passando por marrons, dourados e rosados. Além disso, vem com um mini Primer Potion e um lápis 24/7 Glided-On Eye Pencil, nas cores Zero (preto) e Whisky (marrom). Tudo isso por módicos (not) US$44. Ou, no meu caso, R$160,00 (ouch!).

As sombras são muuuito pigmentadas. Esses swatches aí em cima foram feitos tipo com uma passada, praticamente, e estão fiéis. E a seleção de cores é campeã: abrange desde looks totalmente neutros, tipo pra trabalhar, até looks para a balada, mais escuros e dramáticos. E além de pigmentadas, elas são bastante macias, logo, fáceis de esfumar.

Acho que essa paleta é um bom investimento tanto para quem está começando no mundo da maquiagem quanto para quem já tem outros produtos (oi!). Serve também para as básicas e para as que gostam de ousar. Ou seja: coringa.

Se vocês quiserem tentar, vale tentar encomendar com as meninas da Cherrie ou algumas das outras que viajam por aí e aceitam encomendas (Fricotes e Detalhes, Fashion Import e quetais).

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A base Studio Sculpt, da M.A.C, tem sido uma das queridinhas dos maquiadores da marca desde que foi lançada, em 2009. Em vários backstages de desfiles, ela substituiu a Face&Body, e andaram dizendo por aí que era a “base da pele perfeita”. Ok.

Ela é realmente bastante boa. A textura é diferente de todas as outras que eu já testei, e de todas as outras da marca: não é totalmente líquida, eu definiria como uma espécie de base cremosa. Apesar disso, não é pesada (a marca a define até como hidratante), e pode ser usada tranquilamente por meninas de pele oleosa, já que é à base de gel.

A minha cor é a NC40, mesma cor que uso no Studio Fix. Vale lembrar que as bases NC são recomendadas para quem tem a pele com fundo mais amarelado, e as NW para quem tem pele com fundo mais rosado.

A cobertura dessa base é bem alta. Ela quase chega a cobrir minhas olheiras, como vocês vão ver nas fotos ma-ra-vi-lho-sas e sem nenhuma dignidade mais abaixo. Cobre bem vermelhidões e imperfeições, mas sem deixar a pele totalmente opaca. Apesar de ser uma cobertura alta, ainda é um acabamento natural, sabem como? Acetinado.

Esse pouquinho é suficiente para cobrir quase o rosto inteiro. Eu uso com pincel de base tradicional (o da foto lá em cima), mas é preciso tomar cuidado para o rosto não ficar com as marcas das cerdas do pincel, já que a base é mais grossinha. Recomendo até, de repente, usar um duo-fiber ou pincel de pó para fazer o acabamento depois de passar a base com ele.

Depois de usá-la, costumo finalizar a zona “T” com um pouco de pó e, assim, a pele se mantém digna por váaaaarias horas. E a Studio Sculpt não transfere nadica de nada, o que é ótimo, porque esse é um dos meus maiores pânicos em relação a bases.

Agora, para entender bem a cobertura, vejam abaixo as fotos da minha pele sem nada, depois as fotos com a base. É favor não reparar na cara no cabelo de louca, as fotos foram tiradas às 9 da manhã, eu ainda estava com sono.

Gente, na segunda foto eu pareço até mais humana, né não?

Ah, sim: tem post sobre o corretivo Studio Sculpt aqui.

Quem já me viu sem maquiagem – e isso bem acontece quando eu tô deprimida, por exemplo, beijo pra quem me aguentou na última semana – sabe que corretivo é uma parte meio obrigatória na minha rotina.

Eu tenho usado principalmente três corretivos da M.A.C. – Select Cover Up, Studio Finish e Studio Sculpt. Achei que valia a pena fazer uma comparação entre eles, porque vejo uma boa diferença em termos de textura e cobertura.

Para fins de comparação, me sujeitei à humilhação de tirar uma foto sem nada cobrindo minhas olheiras. Respirem fundo e vamos lá:

 Sentido horário: sem nada, Select Cover Up, Studio Sculpt, Studio Finish

Sentido horário: sem nada, Select Cover Up, Studio Sculpt, Studio Finish

O Select Cover Up é o que tem menos cobertura, como vocês podem constatar pela infeliz prova fotográfica produzida por essa gênia artística que soy yo. Ele é ok para quem a) não tem olheiras drásticas e vindas diretamente do mundo das trevas para assombrar a humanidade, como é meu caso; b) tem rugas e rola aquele medo de um corretivo cremoso marcar as linhas; ou c) quer um “make natural”.

Eu não tenho assim várias rugas, mas também não sou uma pessoa desprovida de linhas de expressão, dado que sou velha, rio muito (amo minha justificativa?). Então, todos os corretivos marcam um pouquinho as linhas abaixo dos olhos – e esse é o que marca menos, por ter cobertura mais suave. (Mas pensando bem nas fotos todos parecem iguais, né? Hm, mistério.) E, imagino que também por causa dessa cobertura, tem a menor duração entre os três, apesar de corretivo não ser algo que eu reaplico em nenhum caso.

Pela ordem da foto, o primeiro de baixo, Studio Sculpt, é meu atual favorito. Ele é bem cremoso, mas nada duro, sabe? É quase uma textura em mousse. E cobre super-super bem. Para evitar que ele craquele mais do que deveria, eu tenho passado com um pincel fofo, de esfumar (tipo o M.A.C. 217); mas na foto usei o dedo, e também funciona, claro. Acho que dá pra ver na comparação que ele cobre bem mais que o primeiro, né?

Finalmente, o Studio Finish. Acho que dos três ele deve ser até o mais famoso da M.A.C., e tem uma boa razão pra isso: é o que oferece cobertura mais alta – e é queridinho da Marina Smith, que é guru, e a gente ama e escuta, né? Foi minha primeira compra M.A.C. (tanto é que tá no finzinho). Ele realmente é ótimo e cobre até a olheira que você vai ter na manhã seguinte, mas tem alguns poréns. Tipo o fato de ele ser bem durinho, então não rola passar com o pincel fofo que eu falei. Com o dedo fica bom, porque daí o calor da sua mão meio que “derrete” o corretivo. Mas, por causa dessa consistência cremosa-dura, ele acumula mesmo nas dobrinhas. Inclusive em dobras que você nem sabia que estavam lá. Isso dito, é maravilhoso para espinhas (apesar de que eu não uso pra isso porque não seria a mesma cor) e fenomenal para dias de cansaço extra.

Então é isso. (Preciso urgente de um editor porque ninguém merece post de duas páginas, parabéns se você teve força de vontade pra ler até aqui.)

*Ah, meus corretivos são todos cor NW30, caso alguém estivesse curiosa.

Esse post começou para ser apenas uma amostra dos lápis coloridos da Urban Decay que eu tenho, os Urban Decay 24/7 Glide On Eyeliner. Eles são realmente lindos, e vêm em todas as cores. Infelizmente, só dá pra comprar lá fora; os meus, encomendei com a Dani Pinheiro e a Cherrie Cosmetics, ambas ótimas e eficientíssimas no pedido, pagamento, entrega etc.

O primeiro kit que comprei foi o Velvet Rope (5 lápis pequenos), que tem as cores mais “básicas”: branco, preto, verde-musgo, vinho e marrom. O Super Stash (9 lápis miniatura – mesmo), veio depois de ver a Christine, do Temptalia, usando a cor Eldorado em vários looks (e esse tom não existe pra comprar separado, tá) – além desse dourado lindo de morrer (oi, deixa me apresentar: eu sou a louca da maquiagem dourada, beijo), ganhei outras oito cores (duas repetidas do outro set, o Zero, preto mais preto do mundo, e o Stash, verde mais versátil do mundo. Eu sei, tô megalômana hoje, né, com esses “do mundo”. Mas é tudo verdade.). Olhem só como as cores ficam na pele, que coisa linda:

Com flash e sem flash, respectivamente

Da esquerda pra direita: Stash (duas vezes – verde musgo bem versátil), Corrupt (marrom com brilhos), Rockstar (vinho rosado, com brilho leve), Binge (azul), Ramson (roxo azulado), Graffiti (verde claro), Eldorado (dourado), Oil Slick (preto com brilhos prateados), Zero (preto), Yeyo (branco metálico), 1999 (rosa escuro metálico), Bourbon (marrom)

Bom, os swatches já mostram como eles são lindos e a gente podia parar de escrever. Mas não dá, porque daí aconteceu uma coisa muito impressionante: eu dormi com eles no braço. Essa não é a parte impressionante, né, é a parte preguiçosa. Mas olha como eles estavam quando eu acordei DEZ HORAS DEPOIS (e eu me mexo, viu, gente, com certeza esse braço esfregou na colcha e tals):

o_O Gente, que que eles colocam nesse lápis? Juro que depois ainda passei água em cima e esfreguei, e a cor nem se mexeu. Só com demaquilante. Bifásico. Da Lâncome. É esse o nível.

Ah, sim, é importante lembrar, caso alguém queira encomendar esses lindinhos – e depois nunca mais comprar lápis na vida, porque acabaram as cores do mundo, a não ser que você seja a louca do lápis tipo eu (outro dia venho mostrar toooodos aqui, vale a pena pra deixar a falta de noção registrada) – que eles vêm em tamanho mini. Eu acho até bom, pelo preço. Porque né. Quem que vai usar mais de um pouco de 10 lápis coloridíssimos na vida, gente. Mas agora que falei isso, não sei se ainda vende nessa forma, porque não achei nem no site da Urban Decay nem na Sephora. Mas achei na Amazon o primeiro. Enfim, ajuda, não trabalhamos.

(Por Laura F.)


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