Beleza exterior

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Já contei pra vocês sobre o salão bacaninha que achei perto do trabalho, que tem muito esmalte importado e lançamentos, né? Pois é, essa semana fui lá de novo e, pra minha surpresa, encontrei um esmalte que eu queria testar há muito, muito tempo, o Lapis of Luxury, da Essie.

Ele é um azul que parece que tem um pouco de lilás, sabe? Me parece um azul ‘quente’, apesar de eu saber que isso é uma contradição. Talvez lavanda? Imagino que o nome remeta a lápis lázuli, mas a cor, não. É bem mais claro.

Enfim, o que importa é que ele é lindo! Desde que passei, há uns seis dias (juro!), váaaarias pessoas me perguntaram que cor era, e não daquele jeito meio “nossa, que cor esquisita, qual é?”. Todos pareceram gostar – o que, vamos combinar, não é comum com esmaltes azuis e tal, né?

E o melhor: em cinco dias, não descascou nenhuma pontinha, nadica de nada! Só não ficou 100% perfeito porque, quando saí da manicure, borrei uma unha, e ela ficou assim, borrada, até eu tirar tudo. Resta saber, agora, se a longa duração é mérito do esmalte ou do top coat, que era o Diamond, da Sally Hansen (a manicure também usou como base!).

Nesse tempo que eu fiquei sem postar deu pra acumular bastaaaante esmalte, né? Mas vou mostrar só um de cada vez, porque não quero gastar a paciência de todo mundo! Vai faltar meu favorito, que não fotografei mas que está loucamente disseminado e fotografado por aí, o Na Mira 3D, da Impala (coisa linda de meudeus!).

O primeiro foi essa inglesinha, com uma combinação que eu acho, pasmem, clássica e linda: vermelho e rosa. (Sem contar que é uma forma discreta de colocar duas cores na francesinha sem chocar muito, já que é quase ton sur ton, né?) São duas cores muito parecidas, e me surpreende a gente não pensar mais vezes em colocá-las juntas:

Usei o Maria Flor, da Impala, com o Rosa Colonial, da Colorama, na ponta.

O que vocês acham? Usariam?

Primeiro, uma correção: esse era o esmalte que eu tava usando, pro Natal. Mas acontece que eu não fiz a unha ainda em 2011, então quis mostrar esse, que é um dos queridinhos da minha coleção.

Comprei faz mais ou menos um mês e meio, com a Andrea, da Fricotes e Detalhes. Ele é importado, e não vende no Brasil – logo, foi caro. A justificativa era que eu não tinha um esmalte com glitter de verdade pra chamar de meu e, bom, esse é tão lindo… (Dá pra ver melhor aqui do que na minha foto.)

Ele é basicamente glitter. Ou seja: você é perua? Com-pre. Você é discreta? Passe muito longe. Os brilhos são bem grandes, meio verdes, meio azuis, com base azul. Mas essa base azul dele não cobre nadica de nada. Daí que decidi passar, por baixo, como base, o Valquíria, da Hits (coleção Ti-ti-ti), que é um preto com microbrilhinhos azulados (que nem aparecem na unha). Uma camada do Valquíria e duas do Across The Universe deram aquilo ali em cima. E descascaram beeem rápido, na verdade, então a foto já tá meio uó, dá pra ver?

Pra tirar foi meio drama, porque o algodão gruda no glitter, em vez de remover. Mas nada que um pouco de paciência não resolva.

Os esmaltes que escolhi usar nesta semana não são novidade. A novidade é, na verdade, a junção deles: está rolando por aí uma corrente que defende não usar um esmalte colorido na mão e neutro no pé, ou vice-versa, e sim colorido nos dois. E né. Por que não?

Pensando nisso, decidi usar o Wink*, da Illamasqua, e o Militar, da Colorama. Veja que, ainda assim, não são duas cores berrantes – mas talvez sejam duas cores que, de primeira, a gente não pensaria em combinar.

A Vogue de novembro tem algumas sugestões bem boas. Entre elas, o Rain Polish, que eu mostrei na semana passada, combinado com um vermelho. E as meninas do Coisas de Diva também sugeriram combinações bacanas e inovadoras. Bora tentar?

Gente, eu sei que vocês tão com overdose de esmalte, principalmente da Colorama. Mas a culpa não é minha que simplesmente todas as cores que eles lançaram na Coleção Aquarela Tropical são lindas, né? E agora que eu comprei todas vou ter que usar!

Então, depois de uma má experiência com o Amarelo Pop Art, e da Má ter uma boa experiência com o Verde-Água, decidi ir de Violeta. Gente, que cor mais linda de meu deus. Beleza que quando eu voltei da manicure na hora do almoço todo mundo olhou pra minha mão e disse: “nossa, que discreto”. Essa é minha vida: se não estou de verde ou azul ou amarelo, sou taxada de discreta e as pessoas acham estranho.

Ele de fato é mais discreto que os outros que eu costumo usar, mas é sinceramente uma das cores mais bonitas que já tive. Muito feminina, e uma variação maravilhosa pra quem fica insistindo só em rosas ou vermelhos. É um roxo com fundo azulado.

Diferentemente do Amarelo, ele realmente cobriu minhas unhas com uma camada (glória aleluia). Por isso, não ficou grosso e não marcou. E depois de cinco dias tinha descascado bem pouco – mais na verdade porque eu bati a unha num zíper do que por culpa do esmalte mesmo. Então, a qualidade é ótima. Vamos testar todas as outras pra ver quais prestam e quais não? Hahahaha!

Nova seção no blog! Quem vai estreá-la é minha amiga irmã companheira @marcellachart, que também foi a idealizadora dessa tag. Mas antes de mostrar que ela me obedeceu e está usando o esmalte Verde-Água, da coleção Aquarela Tropical, da Colorama, vou contar uma historinha.

Antes de eu criar esse blog, minhas amigas eram apenas minhas amigas. Eu era apenas uma menina divertida, que conversava com elas sobre suas alegrias, problemas e angústias e de vez em quando maquiava uma delas. Mas daí eu criei o blog. E, de repente, esse monte de gente achou uma utilidade pra mim. Acho digno.

Daí que comecei a receber SMS às 9 da noite perguntando que cor de esmalte usar, e-mail querendo recomendação de compras pra quem vai viajar, ligações diretamente da farmácia ou do cabeleireiro pra saber se tal xampu é bom, recados de amigas da minha mãe querendo saber qual era mesmo aquele rímel novo super legal.

E vejam bem: eu adoro.  Quando alguém me pergunta uma coisa ou me pede uma recomendação, eu vou logo no Google, nos blogs, nos fóruns, eu quero indicar coisas pras pessoas. Mas com isso também me tornei ainda mais mandona. Tipo: se eu te indiquei algo, acho bom você usar e me falar sua opinião. Hahahaha

Então, quando Marcella resolveu dar uma de louca e comprar toda a coleção da Colorama e me perguntou qual usar primeiro, falei logo: o Verde-Água. E quero foto! E aí a gente criou essa seção. Olha lá em cima o esmalte dela, que graça que ficou! Acertei na escolha, vai? (E gente, vamos só para pra pensar que essa pessoa até dois meses atrás só usava esmalte vermelho. Só-ver-me-lho. Grata.)

E ela ainda disse: “Minha manicure passou uma camada só e ficou bom [porque vocês lembram da minha história com o Amarelo Pop Art, né?]. Ela disse que tem que ser com o pincel bem cheio!”

Brigada, Má! E agora, pra vocês começarem bem o dia de trabalho, vou deixá-los com uma foto do filhinho mais novo da Má, o Iô-Iô (dá licença, o blog é meu e eu publico foto do que eu quiseeeer! Hahahaha):

Finalmente, depois de idas quase diárias às lojas Americanas, encontrei a coleção Aquarela Tropical, da Colorama – aquela que é toda cheia de esmaltes pastel, sabem? Pois é. E daí já comprei logo todas as cores que estavam disponíveis – faltaram o Azul Celeste e o Rosa Romântica, mas já me dei por satisfeita por enquanto.

E aí veio a hora difícil da escolha na hora de ir à manicure no sábado seguinte. O que passar?! Então, decidi pelo queridinho desde que vi as fotos de divulgação: o Amarelo Pop Art. Um amarelo que promete não deixar manchas? Camada única E pastel E amarelo? Óun (coraçãozinho com as mãos). E para os pés escolhi o Rosa Colonial, que é super gracioso.

E daí, entreguei pra manicure, toda feliz e contente e… fail. A primeira camada não foi suficiente pra ficar perfeito, como promete o vidrinho. Pra cobrir as manchinhas que ficam nas ondulações naturais da unha, nos vimos obrigadas a passar outra camada, o que vai contra o propósito da coleção (hahahahaha, propósito do esmalte, aham, senta lá) e o deixou mais grosso do que o ideal.*

Por enquanto (cinco dias depois) ainda não descascou quase nada (leia-se uma unha isolada na mão direita por passar o dia digitando). Como ele promete ser de longa duração, isso é bom. O mais chato mesmo mesmo foi que, talvez por ter passado duas camadas, ele ficou todo marcadinho, tipo com risquinhos, sabe? Acho que passar um extrabrilho resolve. Mas queria que ele fosse mais fiel à propaganda. Vamos ver as outras cores, né?

*Pra ser justa, não sei se isso é culpa do esmalte, da minha unha ou da minha manicure. Mas me deixa irritada do mesmo jeito. Hahahaha.

 

Nunca mais consegui ser uma pessoa que usa cores e combinações normais de esmalte na vida – o clássico rendinha, por exemplo, nunca mais passou perto das minhas unhas. Mas como ‘normal’ é um conceito muito relativo e tal, eu nem ligo. E então tomei coragem pra mudar mais um pouco e usar duas cores de esmalte de uma vez só.

Os esmaltes da semana não são novidade na esmaltolândia – usei a cor 206, da Hits (um verde-água que foi lançado no começo do ano, mas tem tudo a ver com a vibe atrasada pastel da temporada) e, no anelar, o Impala Cromo Special prata (que estava jogado lá no fundo da caixinha de esmaltes há alguns meses). A Laurinha, esperta e cheia de boas ideias como sempre, fez um teste ótimo com esmaltes prateados. Clica pra ver.

Achei que o visual ficou delicado e diferente. Claro que umas cinqüenta pessoas me perguntaram se eu tinha passado o esmalte errado no anelar, acharam que era efeito da luz ou que tinha descascado e eu resolvi passar o primeiro esmalte que vi na frente pra disfarçar. Mas ok, gente, a vida é assim mesmo.  ¬¬

O 206 da Hits é ralinho, e pra cor aparecer e cobrir bem, a manicure teve de passar três camadas. Já o Impala Cromo cobre logo de primeira, só que fica riscado, sabe como? Daria uma pontinha da unha do dedo mindinho pra ele ficar uniforme, mas não fica não – dizem que só passando um perolado por cima. Mesmo assim, achei lindinho e usarei outras vezes. Se você, como eu, cansou do ‘mais do mesmo’, mas também não tem assim aquela coragem pra sair de casa com uma unha de cada cor, esse é um bom começo. Medo de não gostar da experiência? Liga não, algodão e acetona resolvem rapidinho!

Nem vou me desculpar mais por ficar duas semanas sem postar. Disciplina: não trabalhamos. Então, pra me redimir, vou postar TRÊS coisas no feriado, ó. (Vou mesmo, tá, nem duvida de mim.) Começando por essa seção que é sempre um sucesso e mais fácil de postar porque só exige o trabalho da manicure: o esmalte que eu tô usando!

Que, no caso, é (era, na verdade) o Carbono, da Colorama, com uma camada de Reflexos Dourados, da mesma marca:


Não sei se na foto dá pra ver direeeeito (ainda chegará o dia em que minhas fotos serão ok – nem to falando boa, só aceitável, mesmo), mas essa cor é um preto com fundo bem ligeiramente esverdeado, sabe como? Descrição ótima, eu sei. Mas com isso eu quero dizer que ele não é totalmente preto-pretíssimo.

E essa cobertura transformadora da cor – que também tem Furta-Cor, Reflexos Azulados, Reflexos Violeta e Reflexos Rosados– dá uma super diferencinha no esmalte, pelo menos ao vivo. Tipo um extra-brilho on steroids. Recomendo muito pra quando o esmalte está pra começar a descascar, ou você enjoou. Passa em cima da manicure da semana passada e tá nova.

Bom, depois de um longo e tenebroso inverno ausente, voltei. Não me abandonem, okay, minhas 10 leitoras. Vou melhorar, prometo.

Então, vim mostrar pra vocês meu esmalte de menininha da semana. Ele é da marca inglesa Illamasqua, e eu comprei pelo site por módicos dois rins e um fígado £13. Comprei junto uma outra cor, amarelinha, o Blow, da coleção Pastel Nails. E um blush em creme, que é incrível e já já vai aparecer por aqui. Então, ó, esse aqui é o Wink:

Acho que é uma cor que não tem similar no Brasil, não. Um lilás com fundo bem azulado (mais azulado que rosa) e bem pastel. Por isso, meio que considero que valeu a pena gastar meus órgãos dinheiros.*

Agora, antes de recomendar que você saiam por aí fazendo a louca da Illamasqua (que é uma marca que tá meio que ficando hype nesse mundinho iludido e sem noção da beauté – e sim, me incluo na parte iludida-sem-noção, okay), tenho algumas considerações. O esmalte é lindo, sim. Mas é difícil de passar. É grosso – o que, por outro lado, significa que ele cobre bem. Mas o chato MESMO é que ele marca muito. Tipo fica uns dois dias marcando quando você enfia a mão no fundo da bolsa pra procurar o celular. Meio chato, néam. Mas dá toda uma sensação de paz mão-com-cor-de-quarto-de-bebê-e-princesa que compensa.

(Por Laura F.)

*Ok, tô meio obcecada com esse recurso de escrever uma coisa e riscar em cima, acho que tem toda uma ironia embutida. Mas vou parar.


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