Beleza exterior

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Esse post é sobre um tipo de assunto bem popular pelos blogs afora, que é: o que tem dentro da sua (no caso, minha) nécessaire. Eu particularmente acho divertido esse tipo de post porque primeiro, alimenta o voyeurismo inocente nosso de cada dia; segundo, os produtos podem servir como dica; e terceiro, de uma certa forma, o que a gente carrega reflete nossa personalidade, né? Se você é mais básica carrega menos produtos, se é mais baladeira, talvez tenha uma sombra preta ou um glitter, se é mais extrovertida, um batom forte, e por aí vai…

Então, vamos lá, ver o que eu carrego na minha necéssaire enorme (que fica dentro de uma bolsa mais enorme ainda!)

Antes de mais nada: essa nécessaire tchutchuca é La Reina Madre, a marca de bolsas mais maravilhosa do país. (momento propaganda on, mas me deixa, eu amo essas bolsas, gente, compro lá há anos e anos, vai lá, vai lá.)

Eu me maquio em carros, táxis, ônibus, metrôs, banheiros de trabalho… Já contei isso, né? Então, carrego na nécessaire tudo o que preciso pra um make básico dia a dia. Mas meio que só. Se quero algo mais elaborado aí não tem jeito, faço em casa e só retoco mesmo. Numerei a foto e vou contar em tópicos, pra ficar mais fácil.

1-    Lápis bege Duda Molinos e lápis preto Zero, Urban Decay. O bege é o de todos os dias, vocês sabem, usa na linha d’água pra ficar com o olho acordadinho, lembra? E o preto é só pra emergências: se tem uma baladinha depois do trabalho, passo ele como delineador, esfumo e vou (já preparei post sobre isso, rá, diligência é meu middle name);
2-    Primer Potion Urban Decay, pra segurar a sombra o dia todo!;
3-    Rímel transparente Vult, pra fixar a sobrancelha, e rímel Avon Supershock;
4-    Blush Fleur Power, M.A.C. (mas varia, cada hora é um! Depende do look do dia! Nécessaire tem que arrumar à noite, que nem bolsa de escola, sabe? hahaha)
5-    Paleta de 4 sombras M.A.C. – as que ficam aí também variam. A única que não sai é a Espresso, a marrom, que é usada pra preencher a sobrancelha. E sempre tem uma iluminadora também, que dessa vez é a Ricepaper;
6-    Pincéis (que ficam dentro desse negocinho de plástico pra não deformar!) – são só três: blush, 129SE da M.A.C., SS217, da Sigma (veio de brinde e é pequenininho, uso pra aplicar sombra e esfumar!) e chanfrado pra sobrancelha;
7-    Studio Fix, da M.A.C., a base mais prática do Brasil (a Fabi falou dela aqui);
8-   Blot Pressed Powder, M.A.C. É um pó matificante, que eu uso durante o dia quando a pele começa a brilhar; mesma função das folhinhas Clean &Clear (11);
9-    Corretivo Studio Sculpt (também pode ser o Studio Finish);
10-    Iluminador High Beam, miniaturinha, que só uso na verdade também se for rolar uma baladinha;
12-    Perfume roll-on Kiehl’s. Só uma frescurinha pro dia em que eu esquecer por acaso de passer perfume antes de sair de casa;
13-    Lixas Marco Boni, para emergência (são boas por causa dessa “caixinha”, que não deixa elas lixarem o resto das coisas da sua bolsa);
14-    Batons. Geralmente tem um mais colorido (nesse caso o Coral Polyp, M.A.C.) e um mais neutro, quase sempre o Hue, também M.A.C. – que vocês podem perceber pelo cotoquinho que ele está que é um dos meus preferidos

Esse é meu kit diário. Semana que vem, a Fabi vai postar a dela – e preparem-se, porque eu ainda não vi, mas aposto que é ainda maior! Hahahaha

E vocês, carregam o quê?

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Hoje é dia de apresentar a Ana Pichinin, a menina mais querida do Brasil, que vai começar a dar uns pitacos por aqui de vez em quando. Vocês podem até pensar, a princípio “nossa, quanta gente dando opinião, affe”, mas eu vou dizer duas coisas sobre isso: 1- melhor, né? Assim não fico só eu de chata-mor desse blog (hahahaha) e 2- quando ela começar a escrever, vocês vão ver que faltava um pouco de fofura nos posts, e a Aninha vai dar esse contraponto, ó que bom pessoal! Então, vamos deixar ela falar, vai (mas primeiro, olha como ela é linda, gente, vamos invejar?! hahaha):

Olá, pessoas.

Deixem-me, antes de qualquer coisa, dizer quem sou (e o que raios faço por aqui…). Mas, ó, já é tarde e vou fazer por itens, tá? Ainda tenho que tirar a maquiagem e a preguiça já dá o ar de sua graça.

Nome: Ana Paula Pichinin

Idade: 26 anos (quaseeeeee 27)
Profissão: Professora de Literatura (não, eu não trabalho, só dou aula mesmo…)

O que, afinal, estou fazendo aqui: Muito bem… Estou para também dividir minhas descobertas e infinitos desejos nesse delicioso mundo que é o de mulherzinha. Ou seja, mais uma para falar sobre maquiagem, cabelo, pele, esmaltes, moda e tantas outras coisas que fazem valer a pena as cólicas ou a dor da depilação.

Como vim parar aqui? Laurinha, linda e amada, que conheci na pós e por quem sou apaixonada, convidou-me (tá, na verdade eu me ofereci) para fazer parte desse cantinho tão coisa-linda-da-tia e tão bem escrito (medo de escrever num lugar feito por gente tão boa, né?*)
Enfim, muito prazer em conhecer vocês. Espero que sejamos BFF, né?

Pra começar, pensei em mil coisas que poderia escrever. Aliás, aqui já vai minha primeira promessa: no próximo post falarei sobre alergia a esmaltes, pois sou expert, tá?

Mas hoje, só para esquentar os motores (frase de tia mode on), vou contar a vocês quais são os cinco produtos sem os quais eu não fico nem sob tortura, ok?
Bora lá (e vem a tia de novo…):

1 – Studio Fix (M.A.C.) – tá, é batido, vocês já ouviram mil vezes, mas é a melhor base para o dia-a-dia e para quem tem pele oleosa. Amo!! (cor NW20)
2 – Mineralize Skinfinish Natural (M.A.C.) – minha cor é algo entre fantasma e branquela (é a Light Medium). Esse pó é maravilhoso para deixar a pele de veludo e com carinha de moça rhyca e phyna.
3 – Blush – qualquer um, de qualquer marca… sou viciada em blush.

4 – Lápis colorido – idem ao item anterior. Mas meu preferido no mundo é o Le Crayon Khôl, da Lâncome. Dura até a próxima vida e não escorre nem em filme melodramático.
5 – Batom – se for rosa ou vermelho, melhor. Mas eu sou viciada em batom, quase nunca uso gloss. Meus preferidos são os da M.A.C. ainda sou pobre e não tenho Chanel.

Bom, meninas, é isso.
Beijinho,
Ana

*Nota da editora: gente, tá vendo a fofura? Eu não disse?! Affe!

Depois que eu comprei meu primeiro batom do Duda Molinos, o Bossa, achei que ele era muuuuito parecido com um que eu já tinha, e que é bem um dos meus queridinhos: o Please Me, da M.A.C.

Então, decidi comparar os dois. A cor e o acabamento são parecidos, mas não tanto quanto eu pensei à princípio:

 

Então, vamos à avaliação.

Bossa, Duda Molinos
Pontos Positivos: Bom, custando uma média de 30 reais, é bem mais barato do que o da M.A.C.? E mais fácil de encontrar, já que tem em diversas farmácias, lojas de cosméticos, internet etc. A cor é muito bonita, um rosa bem clarinho, mas não com aquele fundo pálido demais. Na Loosho.com, por exemplo, eles descrevem como “nude médio”. (Para registro: médio, ok, mas não acho ele nude, não.) Considero que fique bem em vários tons de pele. A embalagem é fofa, funciona com aquele clique (olha aqui nesse post).
Pontos Negativos: Bom, a textura dele é matte. Eu gosto dessa textura, mas isso significa que ela não funciona bem para quem tem os lábios secos ou rachados. Nesses casos, é preciso, sim, passar um hidratante labial antes, para facilitar.

Please Me, M.A.C.
Pontos Positivos: É um dos meus rosas favoritos há tempos. É ligeiramente mais escuro que o do Duda Molinos. Nunca poderia, por exemplo, ser descrito como nude – nem se for médio. E acho que, apesar de também ser matte, é mais fácil de passar um pouco (para mim, tá, minha experiência). A embalagem é simples, mas bonita e boa, o cheirinho é característico dos batons M.A.C., bem gostosinho, mas nada forte nem enjoativo. A duração é uma das melhores. De verdade, tipo umas 5 horas, e olha que eu bebo água sem parar.
Pontos Negativos: A textura é a mesma coisa do batom DM. Os batons de acabamento Matte da M.A.C. são bem secos. Mas, como eu disse logo aqui em cima, isso significa que ele dura muuuuito na boca. E bom, é mais caro, R$69 no Brasil. E é uma das cores que vivem esgotadas por aqui.

Veredito
Sei lá, gosto muito dos dois. Ajudei? Não, né, ah, tá.. Mas acho que, considerando o preço e a qualidade, o Copacana, do Duda Molinos, é uma ótima opção, apesar de não ser exatamente da mesma cor que o Please Me. Mas acho que os dois fazem, sim, parte da mesma família.

Primeiro, queria começar dizendo que não, eu não acho que ninguém precise de três batons rosas quase iguais. Mas, por outro lado, acho sim que todo mundo precisa de UM, pelo menos. Chama uma atençãozinha (bem inha, na minha opinião de usadora de batom laranja) e é feminino-delicado. Eu tenho toda uma coleção deles (tenho medo de contar quantos, mas certamente são mais de 10 – e eu sei que vocês tão me julgando, me deixa ser obsessiva, gente). Então, quando adquiri o último, o Viva Glam Gaga, responsável pela última febre beautística, pensei: vou comparar com os outros queridinhos parecidos, pra ver qual é que é.

Escolhi pra comparar o Secrets Romance, d’O Boticário (o da Taís Araújo na novela, criado pelo muso Fernando Torquatto) e o Snob, também da M.A.C. Então, vejamos que esse post tem uma utilidade pública: ajudar você a decidir se quer comprar algum deles, e qual, porque rá, eles são diferentes, sim, entre si.

Na bala os três não são tãaao parecidos, mas são da mesma família, né?

Bom, na primeira passada do Gaga, pensei logo no Romance. Isso porque a cobertura deles é meio transparentosa, não é cheeeia de cor, não. Mas, ao testar, logo vi que o Romance é MUITO mais transparente. E é o mais seco de todos, também. Isso tudo resulta numa cor mais natural, até porque acho que ele também é o que tem o fundo mais quente de todos, sabe? Tanto o Gaga quanto o Snob são mais tons mais frios – mas o Snob é o rei da palidez-rosa, tem o fundo bem azul. E também é o que entrega mais cor logo na primeira passada. Dos três, o Gaga é o que tem mais brilho, um acabamento meio molhado, típico dessa cobertura tipo Lustre da M.A.C. Comparem aí:

De baixo pra cima: Viva Glam Gaga, Romance e Snob. O foco estava em falta no dia

Conclusão: todos eles são bonitos, cada um do seu jeito, e eu respeito as diferenças. Hahahahaha, mentira, gente, não tem conclusão esse post. Acho que o que eu quero dizer é que eu acho que swatches de cor são sempre úteis pra quem tá em dúvida sobre o que quer num batom (ou sombra, ou blush, ou esmalte, tanto faz).

(Por Laura F.)

Daí, na febre de batom em que eu estou, fui passear inocentemente pelo Morangão, esse site que não é de Deus, e encontrei uma coisa que eu queria testar há tempos: o batom Rouge G, da Guerlain. Eu tava curiosa porque minha deusa ídola, a Christine, do Temptalia, adora, daí, né, pensei: “ela é chique e sabida, já experimentou todas as maquiagens do mundo, se ela gosta desse treco, deve ser bom”. Então comprei, por módicos (NOT) R$88,50. Enfim, na Sack’s custa R$153,90, então considero um bom negócio, ok.

BOM. Moving on. Na caixinha vem escrito “Jewel Lipstick”. E gente. É isso que esse batom é. Uma joia. (Tipo, fora a falta de pedras preciosas e quetais, claro.) Sério, eu não estou exagerando (aham, senta lá, Cláudia). Olha:

A foto é de divulgação, porque a que eu tirei não chega aos pés de mostrar essa beleza

A foto é de divulgação, porque a que eu tirei não chega aos pés de mostrar essa beleza

O batom em si é um caso à parte. A marca diz que tem “pigmentos de cor concentrados e madre pérola líquida, que juntos amaciam e alisam a superfície dos lábios”; “microesferas de ácido hialurônico”; vitamina A; e pó de rubi “para intensificar as tonalidades”. E ó, gente, sei lá, mas eu acredito. Porque é bem impressionante a textura dele: deixa a boca bem hidratada, mas tem muita cobertura. A cor aparece da primeira vez que você passa, e fica lá um bom tempo. E tem um brilho que não é cintilante, entendeu? É um brilho ryco.

Foco não é nosso forte, mas vamos lá

Foco não é nosso forte, mas vamos lá

A cor que eu escolhi foi a Giulette (todas são nomes de mulher que começam com G. Acho simpático). Porque é a preferida da Christine, me deixa ser tiete. Masss, se você clicar no link, vai ver que, nela, fica meio coral. Em mim fica bem rosa mesmo. Mas rosa chique, não rosa chiclete (minha cor favorita em batom, tá, tô falando mal, não).

*Só um adendo. Se você for comprar algo no Strawberry, vale lembrar que eles têm frete grátis. Como eu não tava a fim de me emocionar com “será que vai chegar”, paguei o mais caro, acho que uns 30 reais. Serião. Vale a pena: chegou em UMA SEMANA. Vindo lá de Hong Kong. Calcula, gente. Mas se você é mão fechada ou tá naquela época difícil do mês (da vida?), pode comprar com o grátis mesmo, que eu já testei e demora mais, mas chega feliz.

(Por Laura F.)


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