Beleza exterior

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Já contei pra vocês sobre o salão bacaninha que achei perto do trabalho, que tem muito esmalte importado e lançamentos, né? Pois é, essa semana fui lá de novo e, pra minha surpresa, encontrei um esmalte que eu queria testar há muito, muito tempo, o Lapis of Luxury, da Essie.

Ele é um azul que parece que tem um pouco de lilás, sabe? Me parece um azul ‘quente’, apesar de eu saber que isso é uma contradição. Talvez lavanda? Imagino que o nome remeta a lápis lázuli, mas a cor, não. É bem mais claro.

Enfim, o que importa é que ele é lindo! Desde que passei, há uns seis dias (juro!), váaaarias pessoas me perguntaram que cor era, e não daquele jeito meio “nossa, que cor esquisita, qual é?”. Todos pareceram gostar – o que, vamos combinar, não é comum com esmaltes azuis e tal, né?

E o melhor: em cinco dias, não descascou nenhuma pontinha, nadica de nada! Só não ficou 100% perfeito porque, quando saí da manicure, borrei uma unha, e ela ficou assim, borrada, até eu tirar tudo. Resta saber, agora, se a longa duração é mérito do esmalte ou do top coat, que era o Diamond, da Sally Hansen (a manicure também usou como base!).

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Não sei vocês, mas eu adoro maquiagem com um toque de cor. Um toque mesmo, mais do que aquelas que têm várias mil cores diferentes esfumadas juntas e tudo o mais. (Quer dizer, gosto dessas também, mas e a preguiça de criar e executar, né?) E na hora de animar instantaneamente um look, delineadores e lápis coloridos geralmente são seus melhores amigos.

Mas aí eu vi esse lançamento da coleção Rainbow, da Contém 1g, que trouxe mais uma opção: usar rímel colorido. Por que não?, pensei. Um dia passei em uma loja e trouxe comigo uma das cores – a que me pareceu mais usável, a princípio.

Mas vou dizer que fiquei uns bons quase dois meses antes de realmente usar, sei nem por que. Daí hoje, pensando no que fazer nessa sexta-feira de sol, lembrei dele. E gente, me surpreendi. Olha como ele é bonitinho:

E, além de bonitinho, dá uma alongada legalzinha (mas sei lá, é que meus cílios já são grandinhos, então pra mim ele é ok, não espere milagres, hein!), não borra, é relativamente fácil de tirar…

ih, nessa foto dá pra ver que deu uma borrada no cantinho, né? ops!

E não é tão espalhafatoso quanto eu pensei. Por um lado, a taxista e duas colegas de trabalho notaram na hora a cor diferentosa dele. Por outro, quando terminei de passar eu grudei a cara na cara da minha mãe e disse: “olha que legal meu olho” e ela disse: “o que que tem?”. Então não sei, né. Tô meio em dúvida. Mas o fato é que gostei, e agora pretendo usar mais vezes (e em investir em um de outra marca, talvez um roxinho, ameixa? É uma cor bem universal, eu acho, destaca os olhos!)

Ah: combinei o rímel azul com uma maquiagem quase natural: base (Boots nº7, um dia falo dela pra vocês!), pó (Mineralize Skinfinish Natural) e corretivo (Studio Sculpt), blush coral com microbrilhos (Warm Soul, M.A.C) e batom coral (Copacabana, Duda Molinos).

Ai, que gata, que modelo! Pfff...

 

Acharam muito anos 1980 ou têm coragem de arriscar?

Eba, finalmente mais um tutorial pra vocês se divertirem quando quiserem um make de balada bem colorido. Porque com esse de hoje nem eu saio de dia, tá. Ele é bem chamativo, mas é maravilhoso.

Como sempre, eu usei várias sombras diferentes, de várias marcas diferentes também, mas você não precisa e nem deve se apegar a isso. Olha quais são os tons, vê na sua gavetinha ou passa na farmácia ou na perfumaria ou caça na internet e copia mesmo. Para os pincéis (os meus são M.A.C.) vale a mesmíssima coisa: adapte o que você tem aí (desde que não seja aquela esponjinha uó!).

E também sempre vale lembrar que se você não entender o que eu tô falando aqui no meio, a gente tem um dicionário maravilhoso (hahahahaha).

A estrela desse tutorial é o pigmento Teal, da M.A.C. Então, uma dica antes de mais nada: pigmentos e sombras soltas fazem sujeira. Então, você pode deixar pra fazer a pele depois ou colocar sempre um lencinho de papel abaixo do olho na hora de aplicar. Ou as duas coisas, hahahaha. Eu também já começo o make com primer (Urban Decay Primer Potion) na pálpebra – nesse caso, só para fixar melhor, porque a cor já é bem intensa. Vamos lá:

Começamos passando esse verde maravilhoso (pigmento Teal, da M.A.C.), com o pincel 252, de cerdas sintéticas, em toda a pálpebra móvel.

Depois, vamos usar o pincel 266, para passar a sombra Creep, um azul escuro com fundo grafite (?), da paleta Naked, da Urban Decay (vai ter post sobre ela, porque é maravilhosa!), no canto externo e côncavo. Nesse passo pode deixar marcado, não se preocupe com perfeição…

… Porque agora a gente vai pegar um pincel mais gordinho e fofinho (aqui, o 224), pra esfumar tuuuudo. Pode esfumar bastante, com vontade. Se achar que ficou sem cor, repete o passo anterior e esfuma de novo!

Hora do preto! Vamos usar um pincel tipo lápis (219) para passar sombra preta opaca (Carbon, M.A.C.) no “v” do canto externo, só pra dar uma profundidade bacana.

Pra iluminar, sombra um tom mais clara que sua pele (Virgin, Urban Decay), também opaca, no osso da sobrancelha e cantinho interno do olho (usei o pincel 275, mas só porque era o que estava limpo, pode usar qualquer um! Hahahaha)

Pra finalizar, curvex (Shu Uemura), lápis azul-marinho (Maybelline Liner Express) rente aos cílios inferiores e cantinho externo dos superiores e rímel (DiorShow Iconic). E pronto! (não reparem no borrãozinho de rímel no cantinho. Ops)

Make completa: a pele foi feita com base Teint Resist, Yves Saint-Laurent; pó Mineralize Skinfinish Natural, M.A.C., corretivo Studio Sculpt, M.A.C.,; blush Orgasm, Nars; iluminador Belightful, M.A.C. O batom é o Myth, da M.A.C.

E aí, meninas, gostaram? Será que dá pra se arriscar?


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