Beleza exterior

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Uma das últimas coleções lançadas lá fora pela M.A.C foi a Fashion Flower, e ela tem um apelo muito claro: é fofa. Hahahahaha! Bom, eu acho, pelo menos, já que as sombras têm um desenho muito lindo. E, à primeira vista, parecem também ter cores incríveis.

Aí encomendei, na Fabulous Store, as duas sombras que mais chamaram minha atenção, a Groundcover (que eu diria que é tipo um marrom acinzentado) e a Bows & Curtseys, um preto muito lindo, brilhoso e de fundo esverdeado. Comprei também o batom Ever Hip, coral lindo que eu queria possuir desde que foi lançado com uma embalagem maravilhosa. É edição limitada e, bom, me contento com minha embalagem normalzinha.

Minhas primeiras impressões? Gente, as sombras da M.A.C têm cores incríveis, de fato, mas a qualidade é muito irregular. Tentei fazer swatch da Groundcover e ela é tão pouco pigmentada que simplesmente não rolou; no olho, com primer, fica melhor, apesar de muito sutil. A Bows & Curtseys é melhor, mas ainda assim dá uma falhadinha, e na pele praticamente não dá pra ver o fundo verde. Meio decepção, sabe como?

Já o batom não me decepcionou em nada. Deve ser um dos tons de coral mais lindos que eu tenho! É super pigmentado e tem um acabamento que eu adoro, o cremesheen (que não é opaco, ele tem um pouco de brilho e é bem cremoso). Eu não fiz swatch porque não sei usar luz pra isso, então olhem que lindo ele é na boca da Christine, do Temptalia (vale dizer que é um dos únicos swatches que, nos lábios dela, ficam de fato parecidos com a cor do batom em mim!):

Vale dizer: ela, que sabe muuuuuuuuito mais do que eu, também fez swatches das sombras e teve impressões muito melhores que as minhas. Ela achou as sombras bem pigmentadas! Olha só as cores:

Imagem: Temptalia

Imagens: minha mesmo e Temptalia

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Foto: Divulgação

A coleção Cham Pale, que foi lançada pela M.A.C lá fora em dezembro, está chegando fresquinha agora ao Brasil. É um atraso apenas razoável – e acho que foi mais rápido do que muitas outras! Considerando que muitos dos produtos não são tendências passageiras, mas podem ser usados como fundamentos de maquiagem, acho bastante ok, e estou feliz por ela ter chegado, afinal!

I Get No Kick Eye Kohl e Chez Chez Lame Special Highlight Reserve Powder

No começo do ano, tive a oportunidade de já comprar dois produtos dessa coleção, em uma encomenda pra família que viajava de férias. Escolhi o I Get No Kick Eye Kohl – um lápis de olho – e o iluminador Chez Chez Lame. (Gente, e o tanto que meu irmão de 11 anos – oi, Gui! – se divertiu lendo esses nomes engraçadinhos de produtos na minha listinha de encomendas? Ficou semanas falando disso, hahahahaha!)

São dois produtos que seguem bem o que eu percebi como sendo uma tônica da coleção: brilhantes, porém neutros. Comoassim? Bom. Vou começar pelo lápis I Get No Kick. Ele é descrito como um “nude metálico” e, bom, acho que é isso mesmo que ele é. Talvez eu chamasse de “champanhe”, não de “nude” (quero dizer que ele aparece mais do que um “nude”, sabe?), mas detalhes. De qualquer forma, “champanhe” é uma das palavras fortes na descrição da coleção – tanto do “clima” dela quanto de suas cores.

Swatches na pele; à esquerda, o lápis bege Duda Molinos, para efeito de comparação - viu como o da M.A.C é mais brilhante?

Olha como ele fica nos olhos:

 

É legal pra usar na linha d’água, mas por ser levemente cintilante serve como iluminador embaixo da sobrancelha e no cantinho interno do olho! Isso é o que eu mais adoro nele! As olheiras, infelizmente, não têm jeito, só rezando muito.

O outro produto, que considero um dos mais especiais da coleção, é o Chez Chez Lame, um dos Special Reserve Highlight, que são iluminadores com essa textura diferentosa e chique. Essa cor é um dourado com leves (muito, muito leves mesmo!) brilhos prateados. Eu não vejo nada de glitter (diferente do Belightful!), e acho um brilho lindo. (Tem ainda outra cor, o Rosé Ole, que eles dizem que funciona para todos os tipos de pele, e é mais rosado.)

Se esforcem pra ver/entender a cor, gente, tirar foto de iluminador é uma tristeza:

(Ai, que montagem linda!) O swatch no dedo está bem forte. Claro que, esfumando, não fica assim.

A coleção tem ainda sombras, paint pots (que não comprei e me arrependi, vou acabar comprando por aqui a cor Dangerous Cuvée, um cinza metálico), batons (todos metálicos ou cintilantes, acabamento frost ou lustre), gloss, rímel e outros lápis (bege/nude e preto). Tudo isso deveria, segundo a assessoria da marca, estar disponível desde o dia 01 de abril nas lojas da M.A.C; fui a uma delas e nada. Mas me ligaram de lá hoje (eu não atendi, dã!), imagino que seja pra avisar que os produtos chegaram – então em breve deve estar na Sacks também, corrão!

Taí um negócio que a Chanel sabe fazer, viu: lançar umas cores (de esmalte, de batom, whatever) e deixar todo mundo meio louca-do-quartinho atrás. Na maquiagem, o último caso foi o batom Rouge Allure Génial, um coral que é bem cara de verão e foi lançado na coleção Les Pop-Up – a mesma que teve o esmalte Nouvelle Vague.

Mas então daí que vejam vocês: não basta querer um batom Chanel, tem que ter disposição de pagar insanos US$32 – ou ainda mais insanos R$120 – nele. (Sem julgamentos aqui, porque cara. Sou eu falando. Cês acham que eu não sou a insana-mãe de todas as insanidades?) Depois que você decide fazer isso, ainda tem outro problema: encontrar o raio do batom, que a essas alturas já esgotou, virou item de colecionador etc. etc.

E aí toda essa ladainha pra, primeiro, agradecer ao meu bondoso pai que, com muito amor e resignação, encontrou um Génial remanescente numa loja da Chanel em Cannes, nas férias dele, e me trouxe. (Quem tem família tem tudo, né, gente.) E daí eu abri o batom e… uau, ele é lindo, incrível, valeu toda essa peregrinação atrás dele. Olha só:

Sente o drama das minhas fotos cada vez mais artísticas! hahaha

Mas aí olhei, passei na mão, usei uma noite e percebi que… Eu tinha comprado um muito parecido tipo uma semana antes. Ops. Hahahahaha! Era o Báli Intenso, recém-lançado pela Contém 1G. Gente, tão vendo? Se você também era a louca-do-quartinho, resolvi seus problemas! Eles são tipo irmãos, mesmo:

Da mesma família, né?

Na boca ficam ainda mais idênticos. Melhor de tudo: a cobertura do Báli é ótima, a duração de ambos é bastante parecida (em torno de quatro a cinco horas, o que é uma boa média para um batom que nem é matte nem nada). E o preço, né, gente? Custa R$39, o que ok, não é uma pechincha, mas também não é um absurdo para um batom de boa qualidade e cor incrível. E tem loja da Contém 1G em todo canto, olha aqui.

E antes de possuir o Génial, eu já tinha achado um dupe pro próprio Báli: o Coral Gum, que vem no Kit de Batons Rosa Chiclete, da Tracta (esse kit fofo aqui, que ainda tenho que resenhar!). Ele é mais claro e menos rosa do que o Báli e o Génial, puxa mais para o coral mesmo. E a cobertura é um tiquinho mais falhada e menos duradoura. Mas também, é bem mais barato: por R$35, você leva três cores de batom. Bom, né?

Agora é só escolher um coral pra chamar de seu durante o verão.

 

No começo, eu nem ia fazer resenha dessa paleta de sombras, apesar de ela ser uma das minhas atuais obsessões de maquiagens. Não ia fazer por dois motivos: 1-achei que ela era edição limitada; 2-não vende no Brasil.

Bom, ela continua não vendendo no Brasil (hahahaha, oi, isso não posso resolver, desculpa), mas descobri dia desses, não lembro onde, que não é edição limitada. Só é difícil de achar e vive esgotada. Mas a Urban Decay repõe o estoque dela. O aviso no site da Sephora, por exemplo, diz que é um item com “demanda incomumente alta”. Mas se você ficar atrás, dá pra achar (foi o que eu e as fofas da Cherrie Cosmetics fizemos!)


Por que eu quero falar dessa paleta então, se ela é tão difícil de achar? Porque ela é simplesmente ma-ra-vi-lho-sa. Assim, sem exagero, as sombras da Urban Decay são as melhores que eu já usei. Melhores que M.A.C. Melhores que Chanel. Melhores que Lâncome.

Então, a Naked Palette tem 12 tons neutros, que vão desde o bege até o azul-petróleo (que daí já não é tão neutro, serve super pra um smoky eye!), passando por marrons, dourados e rosados. Além disso, vem com um mini Primer Potion e um lápis 24/7 Glided-On Eye Pencil, nas cores Zero (preto) e Whisky (marrom). Tudo isso por módicos (not) US$44. Ou, no meu caso, R$160,00 (ouch!).

As sombras são muuuito pigmentadas. Esses swatches aí em cima foram feitos tipo com uma passada, praticamente, e estão fiéis. E a seleção de cores é campeã: abrange desde looks totalmente neutros, tipo pra trabalhar, até looks para a balada, mais escuros e dramáticos. E além de pigmentadas, elas são bastante macias, logo, fáceis de esfumar.

Acho que essa paleta é um bom investimento tanto para quem está começando no mundo da maquiagem quanto para quem já tem outros produtos (oi!). Serve também para as básicas e para as que gostam de ousar. Ou seja: coringa.

Se vocês quiserem tentar, vale tentar encomendar com as meninas da Cherrie ou algumas das outras que viajam por aí e aceitam encomendas (Fricotes e Detalhes, Fashion Import e quetais).

Esses delineadores de nome pomposo são lançamentos da M.A.C na coleção Fabulous Felines (que chegou ao Brasil agora em novembro). Eu tinha visto na Temptalia, mas não dei tanta bola. Até que revi no Coisas de Diva e opa, que coisa linda.

Daí, né. Corri na Sack’s e comprei as cores Desires & Devices e Smoky Heir.

Com flash e sem flash. Que swatch bem feito, né mesmo? hahaha

A cor Desires & Devices é um tom ligeiramente verde-oliva, mas que tem brilhos em tom de ouro-velho. É uma cor muito difícil de descrever, mas certamente linda! A cor Smoky Heir é um roxo/lilás/ameixa (hahaha, eu sei, não consigo me decidir por um dos três termos), com brilhos roxos.

Eu comprei um pouco por impulso, é bem verdade. Mas a verdade é que eles são ótimos delineadores. O formato da ponta faz com que seja bem fácil fazer uma linha bem fininha (e olha que delinear é meu fraco!), e além disso eles duram muito, tipo mesmo se você lavar o olho, sabe.

Como eles são coloridos, comprei pra usar principalmente assim, só passando uma linha – que pode ser fina ou mais grossa –, sem sombra nem nada, pra dar uma cor nos looks diários. E estou amando! Ele dura o dia inteiro, e tem que esfregar bem com demaquilante pra sair. Além disso, se quiser usar pra complementar looks elaborados com sombra, dá também, porque ele não borra. Nas fotos, o Desires & Devices, em cima, complementei com lápis bege na linha d’água; já o Smoky Heir, embaixo, complementei com lápis azul-marinho. E dá pra inventar mil combinações.

(Nos dois links lá em cima tem mais cores. E amostradas de uma forma bem melhor. De nada.)

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Eu já mostrei aqui nesse post que batom laranja e coral tá com tuuudo, né? Então decidi pegar três de faixas diferentes de preços para comparar, e mostrar quais são as vantagens e desvantagens de cada um – e, principalmente, mostrar para quem está pensando em comprar como são as cores de cada. Vou começar pelo mais caro, indo para o mais barato, e aí a gente vai comparando todos.

Na foto dos swatches dá pra ver bem as diferenças e familiaridades entre eles (apesar de ligeiramente escura, os tons estão bem fiéis).

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Crosswires, M.A.C


Pontos positivos: Os batons da M.A.C estão, na minha opinião, entre os melhores do mercado, por causa da cobertura, cor e cheiro ótimos. O acabamento desse é Cremesheen, o que significa que ele é mais cremoso, mas mesmo assim tem uma cor bem viva. Não é opaco, ele tem como se fosse um brilho molhado beeeeem sutil (mesmo). Tenho vários nesse acabamento, e é um dos meus preferidos, por ser muito fácil de usar, já que não resseca nada nada a boca. A duração é boa, até umas quatro horas ele segura. A cor dele é bem linda: dos três, é o coral mais avermelhado, mas ainda assim não fica uma cor totalmente cheguei, sabe?

Pontos negativos: Bom, sendo bem sincera, na comparação, o ponto negativo dele fica sendo mesmo o preço, mais do que o dobro do Duda Molinos – que, para os padrões nacionais, muita gente já acha carinho. A cor, apesar de eu adorar, talvez seja a mais “assustadora” das três, para quem está começando a usar e procura um coral discreto. (Eu tinha um da M.A.C, o Ravishing, que era mais nesse estilo coral, mas ele sumiu. Ninguém mandou ter um trilhão de batons, né. Bom, fica a dica pra quem quiser experimentar outra cor.)

Onde comprar: Na Sacks ou nas lojas da M.A.C, por R$69 (na Sacks atualmente está esgotado). No exterior, por US$14

Copacabana, Duda Molinos


Pontos positivos: A embalagem é uma das minhas favoritas, tem aquele clique que eu mostrei aqui nesse post. É uma embalagem bem classuda, sabe? O acabamento é matte, o que significa que 1) não tem nenhum brilho whatsoever e 2) a cor acaba durando mais tempo – tipo umas quatro a cinco horas, sem retoque (vale dizer que, em mim, que falo e bebo água como uma louca do apocalipse, isso é realmente muito tempo). Em termos de tom, me parece um meio termo entre os outros dois, o que eu gosto bastante.

Pontos negativos: Vou ser paradoxal, mas o mesmo ponto positivo pode se tornar negativo: o acabamento matte também significa que 3) o batom fica bem difícil de passar, especialmente se a sua boca é seca. Pra mim, sinceramente, é o único ponto mais ou menos negativo (mais ou menos porque pra mim nem é, já que pra mim é sussa passar batom matte!).

Onde comprar: Na Loosho.com, por R$29,60 (ou na farmácia da Riviera de São Lourenço por R$20, gente, sei lá por que eles vendem tudo mais barato! Hahahahaha)

Vult, cor 14


Pontos positivos: A cor é foooofa até dizer chega. O coral mais versátil e sutil e tudo o mais dos três. Então, se você ainda não está assim super convencida da moda do laranja, vale a pena tentar esse. Até porque, gente, custa apenas R$6,90. Ou seja: um décimo do preço da M.A.C. Ele não é completamente matte, mas também não tem brilho. (Eu sei, comassim, Laura? Sei lá, gente, mas é assim.) Inclusive, no site da Loosho.com, ele está descrito como acabamento cintilante – o que ele não é de jeito nenhum, ok, como vocês podem ver pelas fotos.

Pontos negativos: A cor não fica totalmente boa com uma passada, é preciso voltar com o batom para uma cobertura perfeita. E a embalagem, gente. Mais pobreza impossível. Sério, Vult, quanto custaria pra fazer uma que simplesmente não fosse desse plástico vagabundo que quebra na primeira jogada na bolsa (caso da minha, oi) ou uma tampa que cobrisse totalmente a bala do batom? A duração é ok, de duas a três horas em mim. De qualquer forma, sinceramente, por esse preço, tenho nem coragem de reclamar muito.

Onde comprar: Na Loosho.com, ou em várias farmácias por aí, por R$6,90

Belightful Iridescent Pressed Powder, da M.A.C

Esse iluminador foi uma das minhas últimas aquisições de beleza. Não sei se todo mundo aqui já sabe que eu sou a-lôca-do-iluminador. Gosto muito, acho que faz toda a diferença e por isso vivo doida pra testar vários. E o Belightful é queridinho de várias meninas na blogosfera (tipo a Vic, que sabe tudo de tudo!), é um dos mais famoso da M.A.C, enfim. Tinha tudo pra ser ótimo.

Daí pedi na Sack’s, toda achando que ia arrasar no glow por aí. Daí recebi a caixinha dias depois, toda feliz, e decidi usar na manhã seguinte. Primeiro grande erro desta humilde blogueira. O Belightful não é – repito: não é – um iluminador pra usar durante o dia. Na primeira vez em que passei, terminei com glitter até no cabelo. E não, infelizmente dessa vez não estou exagerando. (Tentei de todo jeito provar isso em fotos, mas é dificílimo tirar foto de iluminador!)

A primeira foto está meio sem foco, mas acho que dá pra ver melhor do que no braço, né?

Vejam bem. Não é que ele não seja bonito. A cor é maravilhosa, um iluminador bem coringa, que fica bem em todos os tons de pele, não puxa pro rosado nem demais pro dourado, é bem champagne, digamos. Mas quando eu digo que ele tem muito glitter, é porque ele realmente tem muito glitter.

Okay, não é uma coisa que as pessoas vão olhar pra você no meio da balada e falar: “Nossa, olha aquela menina cheia de glitter na cara!” Mas sabe quando você passa maquiagem e daí vai olhar no espelho do elevador? Então, nessa hora você vai ver (pelo menos eu vejo, gente!) um monte de pontinhos de glitter no rosto.

Não é exatamente que isso seja ruim. Mas é realmente diferente do iluminador Mineralize Skinfinish – que eu tenho na cor Perfect Topping – que não tem nenhuma partícula de brilho, só mesmo uma luminosidade, sabe?

E também, quanto menos você aplicar, e mais de leve – tipo com um pincel gordinho ou com aquele pincel estilo vassourinha ou até com um duo-fiber! – menos esse efeito purpurinada vai incomodar. E aí, sim, fica mais lindo.

Swatches bem forçados, nas pontas dos dedos – viram como a cor de fundo é linda?

De qualquer forma, não foi uma compra ruim, porque sim, eu gosto de brilhos. Mas tenho guardado o Belightful pra usar à noite, quando o glitter não me incomoda tanto. Minha conclusão? Cor linda, vem uma quantidade enorme, a textura é boa (os glitters não são grossos, não). Se você ama brilho, recomendo com força!

Ah, sim. Depois de comprar (oi, parabéns  para mim), vi essa resenha aqui, da Cris Pironi, que diz exatamente isso – e dá a dica de também tentar usar como sombra.


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