Beleza exterior

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Minha primeira aquisição fashion no ebay chegou na semana passada e foi uma grata surpresa, que queria dividir com vocês. Depois de conhecer o blog A casa está cheia de flores e ver as peças lindas que a Lily arremata no site, resolvi fazer o teste com algo que nunca vi por aqui: a joint skirt legging ou fold over legging (deve haver outros nomes também…vocês conhecem?).

Adoro leggings. Tenho algumas e nem preciso dizer que ela é super versátil e combina com quase qualquer estilo. Mas haja tops compridinhos no guarda-roupa para cobrir o quadril…

Joint skirt legging ou fold over legging. Não são lindas?

Por isso, quando vi a joint skirt legging e as mil possibilidades que ela traz, achei o máximo! E a peça nada mais é que uma legging com uma saia curtinha acoplada. Dá pra usar com blazer, jaquetas, cardigans, camisas e camisetas e abusar de botas, sapatilhas baixinhas, sapatos com salto mais grosso…praticamente não tem como errar!

Minha joint skirt legging cinza foi comprada deste vendedor e chegou em 20 dias. As fotos da peça no ebay talvez passem uma impressão contrária, mas o tecido é super bom, o acabamento é ok e ficou perfeita no corpo – não é à toa que só estou esperando a falência passar para encomendar uma preta!

Esse post é ultrarrápido (e com foto de celular, sou linda? sou prática? me deixa, gente), só pra dar uma dica pra quem gosta de usar maquiagem colorida, mas nem sempre pode abusar de mil esfumados criativos. Dá, sim, pra usar só um toque de cor, e dar uma alegrada nível dia a dia nos olhos. Vejam bem que eu enfatizei que é nos olhos, justamente porque essa dica foge do básico “usar um batom de cor forte e olhos neutros”, que é o truque que a gente mais usa quando quer dar esse tchãns, né? Então, pra uma sexta-feira que prometia ser animada (mas na qual eu obviamente ainda teria que passar o dia trabalhando, logo, nada de maquiagens fortes) eu fiz isso aqui, olha:

(Ai, gente, não tá lin-da minha montagem? Curso de photoshop, cadê?)

Fácil, né? Um delineador preto, traço básico, sem gatinho nem nada, e um lápis verde na linha dos cílios. Nosso movimento inicial certamente seria passar lápis preto, pra acompanhar o delineador. Mas né, não tem nenhuma regra que diga que é assim que tem que ser. E sem essa dose extra de preto tudo fica muito mais leve.

(Os produtos que eu usei: Superslick Liquid Eye Liner e lápis So There Jade, M.A.C; rímel Define a Lash, Maybelline)

Bom, a dica de hoje é meio rápida, porque é sobre um tema que não tem lá muuuuito o que dizer: demaquilante. Vocês já são lindas, já são gatas, já são craques em se maquiar, certo? (em coro: siiiiimmmm!) Mas não adianta na-da se o seu demaquilante for uma porcaria e na hora de tirar toda a arte que você fez ele deixar um monte de resíduos no seu rosto. Porque daí o resultado vai ser que você vai ficar com os poros entupidos e a pele uó, e pele uó não tem base que resolva.

Enfim. Tem um demaquilante que é tipo assim hit entre as entendidas do assunto (leia-se modelos, blogueiras, maquiadores etc.): o Bioderma Créaline H20. Então, né. Fui atrás. Encomendei na Cosme-de e olha. Não me arrependi.

Por que ele é tão incrível: é à base de água, e parece, de fato, que só tem água. Mas aí você passa o algodão na pele e de repente sai tudo! Tira muito bem rímel (inclusive, eu acho, melhor que o Bi-facil, da Lâncome, que é bifásico, ou seja, oleoso, inclusive), base, tudo, tudo. Dois algodões e prontinho, tudo tirado. E agora o melhor de tudo: a pele fica super macia depois.

Pelas resenhas que li, ele é ótimo para peles sensíveis e, apesar de não ser meu caso, ele não arde nada a área dos olhos, o que é um ótimo sinal.

Vale dizer que uso máscaras resistentes, mas poucas à prova d’água – quando é o caso, são aquelas com tecnologia “tubo”, que sai na água quente, então tiro lavando. Mas acho que ele deve funcionar com elas também. Porque eu uso esses lápis de olho aqui, e eles saem que é uma beleza. Vale testar!

 

A gente vive lendo sobre a maravilha que são as farmácias nos Estados Unidos, e desejando que todas as brasileiras fossem da mesma forma. Daí que, lendo esse (ótimo) post, fiquei pensando na Drogaria Iguatemi, aqui em São Paulo, onde, por acaso, fui ontem.

Então, esse post é só uma dica muuuito rápida. Para quem gosta de cosméticos – e está em São Paulo, porque infelizmente só tem aqui mesmo, e nem faz vendas online, o que aliás considero um atraso de vida – a Drogaria Iguatemi é o equivalente às maravilhosas e deliciosas farmácias americanas, acho eu. Com o lamentável diferencial brasileirinho de que, claro, as coisas são bem mais caras, né.

Passei lá ontem, e eles deram uma reformada. Fazia alguns meses que eu não ia (pelo que andei lendo, desde julho, que foi quando inauguraram a loja nova! Hahaha), e além de chegar marcas novas – tipo Eyeko, gente, olha que coisa linda? Vou fazer post sobre isso! – eles estão com o estoque bem completo em coisas de cabelo, unhas, cremes etc. etc., e ficou tudo mais organizado, sabe. Tipo delícia de comprar lá mesmo.

Entre as marcas que dá pra encontrar lá tem: John Frieda (adoro os xampus e já falei aqui do spray de volume); Osis+ (to doida pra experimentar o Dust It); Schwarzkopf (meu irmãozinho pediu pra eu dizer que esse nome significa cabeça preta) [todas de cabelo]; Revlon; Bourjois; Eyeko; Art Deco; Duda Molinos; Milani; Kryolan [maquiagem]; Tweezerman [pinças, curvex e outros acessórios]; La Roche-Posay; Avéne; Biotherm [cremes, águas termais e tratamentos]. Em esmaltes, tem Orly, Hits, Big Universo, entre outras que eu já falei aí em cima e também vendem esmaltes.

E assim, além disso tem várias outras coisinhas fofas, é uma coisa de ficar fuçando mesmo. Não vou dizer que eu vou lá fazer compras todo mês, porque né, como eu disse: é caro. Mas o que vou dizer é que a Drogaria Iguatemi faz aquela coisa de ver as novidades da farmácia finalmente parar de ser coisa só de hipocondríaco.

Ah, sim: a Drogaria Iguatemi tem filiais no shopping Iguatemi (cê jura?!) e Market Place (mas nunca fui nessa última, não sei como é!).

E gente, acabei de ver que eles têm um blog, passa lá!

P.S.: ah, sim, pra quem fica curiosa: comprei rímel e esmaltes Eyeko, água termal Avéne, xampu John Frieda, uma canetinha hidratante de cutículas, esmaltes Art Deco e Hits… E ah, remédios, porque né, é uma farmácia. hahahahaha

Quando eu digo para minhas amigas que 90% das minhas compras de maquiagem são feitas virtualmente e em sites internacionais, elas ficam surpresas. Porque parece que, tradicionalmente, maquiagem, não é uma coisa que pensamos em comprar dessa forma; as compras virtuais acabam ficando restritas a livros, CDs (alguém mais ainda compra CD? hahaha), até eletrônicos… Mas maquiagem? Xampu?!

Não vejo por que estranhar, já que, em contrapartida, estamos suuuper acostumadas a comprar em revistinhas de Natura e Avon, por exemplo. Se o problema é não ver o produto, dá na mesma, né? Com uma diferença: o advento de blogs e fóruns de beleza aumentou a consciência sobre o quê estamos comprando. A gente aprendeu a pesquisar, ver resenhas, swatches, opiniões a favor e contra… Você não entra lá num site e compra um treco só porque acha que é bonitinho. E fala a verdade, várias vezes, nas revistinhas, é isso que a gente faz.

Então, vim aqui hoje tentar dar uma destrinchada nesse processo de compras virtuais internacionais, ou pelo menos em como ele tem funcionado – bem – pra mim.

Vantagens

A grande beleza que eu vejo nisso nem é tanto comprar produtos mais baratos; é comprar produtos que não estão disponíveis mesmo no Brasil. Então, coloque aí na lista marcas como Benefit, Frederic Fekkai, Nars, Urban Decay, Illamasqua; além de edições limitadas da M.A.C , Chanel, etc. etc. etc. ad infinitum até onde seu cartão permitir.

Claro que, no fim, muitas vezes você acaba comprando coisas que sim, dava pra comprar aqui, por um preço mais barato. Por exemplo, vamos comparar um produto-desejo-luxo: no Strawberrynet, a base Teint Resist, da Yves Saint-Laurent custa R$111,00. Eu comprei no Brasil, numa perfumaria do Shopping Paulista, por cerca de R$215,00, mesmo preço da Sacks. Por que eu fiz isso? Porque não quis esperar e tive um impulso, simplesmente. Nesse caso, vai da sua paciência, do seu julgamento e do seu garimpo virtual.

Desvantagens

A grande desvantagem de comprar online-internacional é o medo. Explico: Sua compra pode, sim, extraviar (comigo nunca aconteceu); pode, sim, ser taxada pela Receita, ao chegar no país e passar pela Anvisa. Isso acontece com mais frequência com compras que passam de US$50. Mas pode acontecer com compras que custaram… R$40 reais, como foi o caso da Bárbara (leiam aqui o post dela!). E nem sempre eles vão cobrar de taxa os 60% estimados sobre o valor que você de fato pagou.

Eu acabei de passar por isso, pela primeira vez. Fiz uma compra no Strawberry, de produtos para cabelo – coincidentemente ou não, pela primeira vez escolhi um frete pago e com rastreio, ao invés do grátis e sem rastreio – que custou cerca de R$130, já com o frete. E, quando chegou, fui taxada em R$101. 60% seriam R$78, né? Mas não foi. O que mostra que o que vale é o julgamento deles.

Mas a verdade é que quase sempre nada acontece. Veja que essa deve ser tipo minha vigésima compra em dois anos, e só agora fui taxada. No mesmo mês fiz outras duas compras, sem problemas. Logo, calculo que vale a pena, sim. Especialmente se você e/ou sua família não viajam sempre pra fora. Sou uma fervorosa incentivadora de compras virtuais em sites internacionais, e por isso vou contar…

…As lojas que eu indico!

Eu tenho algumas – não muitas, na verdade – lojas em que costumo comprar regularmente. Uma delas é a Cherrie Cosmetics, da Vivi e da Bruna, brasileiras que moram nos Estados Unidos. Elas já encomendaram para mim coisas incríveis que eu queria muito, como a paleta Naked, da Urban Decay, são atenciosas, o site é organizado, enfim.

Pra comprar M.A.C, especialmente coleções passadas, ou achar pechinchas, vá na Brigette’s Boutique. Alguns preços são realmente baratos, como sei lá, um quarteto da Lâncome por US$5,50. Não entendo como, mas é esse o preço, eu já comprei, e as coisas são originais. (Diferentemente da All Cosmetics Wholesale, onde eu também já comprei e me ferrei recebendo um batom falsificado. Leiam esse post sobre isso pra não comprar lá.)

Finalmente, o Strawberry, carinhosamente chamado na blogosfera de Morangão, um dos mais famosos. Fica em Hong Kong, tem várias marcas e fico sempre de olho pra ver o que entra em estoque. Às vezes rolam produtos ótimos, mas em cores meio blé, sabe? Mas às vezes você encontra ofertas maravilhosas de coisas que você realmente quer. Eles têm frete grátis e teoricamente devolvem seu dinheiro se você for taxado. Eu não concordo em pedir esse valor, apesar de eles oferecerem – e isso já foi motivo de muita polêmica, até por eles terem aumentado os preços em reais graças a isso. Enfim. Eu fui taxada e fiquei quieta, achei mais justo.

Outra opção, se você não tem cartão internacional, são as meninas que moram por aqui mesmo e trazem produtos sob encomenda. Já comprei com a Dani Pinheiro e, mais recentemente, com a Mafê, do Fashion Import, uma fofa. Tudo deu sempre muito certo.

E, finalmente, os sites de marcas que entregam aqui. Eu pessoalmente só comprei na Illamasqua, mas tem também a Benefit, que quero muito testar (e deve ter outras, só não me lembro, se você lembra, comente aí!)

E vocês meninas? Compram sempre em sites internacionais? Ou ainda não?

Então, sábado estava eu de plantão até às 10 da noite, quando Camila liga e diz que vai pra balada no Studio SP à noite. Fiz uma reflexão rápida e me deparei com a seguinte questão: estava de cara lavada, com pouquíssimos itens de maquiagem para me salvar. Como lidar? Não podia passar, porque ia rolar show do Seu Chico, uma das bandas mais legais dos últimos tempos. Então juntei o que tinha na nécessaire (que aliás estava desfalcada desde esse post aqui, nem sombra tinha nela!), corri pro banheiro e dei um truque maravilhoso que vou ensinar pra vocês.

Esse era meu arsenal. Nada mais e nada menos. Um kit emergência.

Nessas horas, seu melhor amigo é o lápis preto. E você pode pensar: “ah, mas vai dar aquele trabalhão fazer um delineado e tal”. Mas aí é que está o truque: essa maquiagem é um “delineado borrado”. Ou seja: você faz um traço – nem muito grosso, nem muito fino, sem se preocupar se está reto ou simétrico. E, daí (como você vai estar sem pincel), passa o dedinho por cima e esfuma. Literalmente borra o traço. Fica toda uma coisa rock’n’roll. Olha como eu me virei assim, com esse truque e mais várias camadas de rímel:

Até que deu pra passar, né? (Ignorem a foto no escuro da redação deserta no sábado à noite)

Não é pra ficar perfeito, não, viu? Pra completar, fui de Studio Fix, como sempre, corretivo Studio Finish, blush em creme (Dixie, Illamasqua), iluminador (HighBeam, Benefit, que estava jogado por aí) e batom nude-rosado (o Hue, queridinho de sempre).

Nunca mais consegui ser uma pessoa que usa cores e combinações normais de esmalte na vida – o clássico rendinha, por exemplo, nunca mais passou perto das minhas unhas. Mas como ‘normal’ é um conceito muito relativo e tal, eu nem ligo. E então tomei coragem pra mudar mais um pouco e usar duas cores de esmalte de uma vez só.

Os esmaltes da semana não são novidade na esmaltolândia – usei a cor 206, da Hits (um verde-água que foi lançado no começo do ano, mas tem tudo a ver com a vibe atrasada pastel da temporada) e, no anelar, o Impala Cromo Special prata (que estava jogado lá no fundo da caixinha de esmaltes há alguns meses). A Laurinha, esperta e cheia de boas ideias como sempre, fez um teste ótimo com esmaltes prateados. Clica pra ver.

Achei que o visual ficou delicado e diferente. Claro que umas cinqüenta pessoas me perguntaram se eu tinha passado o esmalte errado no anelar, acharam que era efeito da luz ou que tinha descascado e eu resolvi passar o primeiro esmalte que vi na frente pra disfarçar. Mas ok, gente, a vida é assim mesmo.  ¬¬

O 206 da Hits é ralinho, e pra cor aparecer e cobrir bem, a manicure teve de passar três camadas. Já o Impala Cromo cobre logo de primeira, só que fica riscado, sabe como? Daria uma pontinha da unha do dedo mindinho pra ele ficar uniforme, mas não fica não – dizem que só passando um perolado por cima. Mesmo assim, achei lindinho e usarei outras vezes. Se você, como eu, cansou do ‘mais do mesmo’, mas também não tem assim aquela coragem pra sair de casa com uma unha de cada cor, esse é um bom começo. Medo de não gostar da experiência? Liga não, algodão e acetona resolvem rapidinho!


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