Beleza exterior

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Taí dois produtos que andaram dando o que falar pelas internets da vida, o óleo de tratamento da marca Moroccanoil e o leave-in em creme da N.P.P.E. Li sobre os dois, inicialmente, em blogs. Comprei (o creme, no impulso; o óleo, depois de muito refletir) e, meses depois, estou alternando um e outro. E pronta para contar aqui minha opinião, vem gente!

Textura

Outra coisa que os dois têm em comum, além do bafafá que geraram, é que, na hora em que você abre o produto fica tendo certeza que ele vai deixar seu cabelo pesado e oleoso (dã, um deles é um óleo, gente!). Mesmo tendo lido mil vezes que isso não acontece, confesso que fiquei com medinho. Por isso, comecei usando quantidades moderadíssimas. Quando vi que não, nada de mal aconteceria, acertei melhor a dose. E morri de amores. Então, tanto o óleo quanto o creme são levinhos, por incrível que possa parecer. Vai sem medo, sua linda.

Facilidade de achar

Dizem por aí que o Moroccanoil tá vindo pro Brasil, né? Mas ninguém disse ainda quando, como, onde, quanto custará etc. ad infinitum. E sei lá, a gente conhece essas coisas, demora e tudo o mais. Então, por enquanto, só comprando lá fora ou com as meninas fofas que têm sites de vendas (eu comprei com a Andréa, do Fricotes e Detalhes!). Nesse quesito, o N.P.P.E. ganha: é bem mais fácil de encontrar, dá pra comprar pela internet em sites brasileiros mesmo, tipo a Época Cosméticos.

Preço

O N.P.P.E. de 80 ml sai por 80 realidades. Não é baratinho, mas dura que é uma beleza. Já o Moroccanoil de 25 ml – o que eu comprei, pequetitico, ótimo pra experimentar e decidir se você gosta mesmo – custa 15 dólares, mas eu paguei 59 reais, já que comprei, como já disse, com a Andrea, que trouxe para o Brasil. (O com 100 ml custa 40 dólares ou, usando como base o site onde eu comprei, 129 reais.) Acaba meio que saindo elas por elas, se você comprar no Brasil. Se comprar lá fora, o Moroccanoil sai ligeiramente mais barato, pensando em ‘reais por ml’.

Propriedades

O R.P.P.E. tem uma vantagem declarada: ele protege o cabelo do calor do secador. Por outro lado, o Moroccanoil diz que diminui o tempo de secagem em até 40% (e acho, apesar de não ter lido muito sobre isso, que também dá uma protegida nos fios úmidos, sim). Tudo isso deve ser verdade, tanto em um quanto em outro, mas, como seco meu cabelo uma vez a cada duas semanas (quando tô me sentindo meio “peruinha”! hahahaha), não consigo avaliar, cês vão me desculpar nessa. Mas taí a informação, né.

Resultado

Essa é a melhor parte: os dois são incríveis! Deixam o cabelo soltinho, bem hidratado e macio. O Moroccanoil especialmente dá muito brilho – acho que por ser em óleo, talvez? Usar um deles a cada dia, com o cabelo úmido, tem sido o meu segredo do sucesso.

Olha, muita gente já testou e resenhou esse produto por aí. (Duvida? Dá um Google no nome. Mas só depois de ler a minha! Hahahaha) Mas né, sei lá, não custa nada reforçar as minhas impressões e também ando meio sem assunto/tempo.

A linha Pro-V, da Pantene – da qual esse tubinho aí faz parte –, é indicada para “restauração intensa” (aka pessoas com o cabelo detonado). E a ampola promete “recuperar três meses de danos em três minutos”. Alguém que, como eu, nos últimos anos já tingiu o cabelo de preto, vermelho, loiro, tentou tingir de castanho por cima de tudo isso, alisou, desalisou, seca, faz babyliss, passa produtos e etc., só pode achar isso muito digno. E o que é mais digno ainda: custou só R$4,90.

Por algum motivo misterioso eu achei que o produto fosse ser tipo um creme-líquido. Mas não é não, ele é um creme-cremoso (Q), bem grossinho. Usei depois de usar o xampu e o condicionador da mesma linha, que já são bem hidratantes. Daí, medo dos medos: será que o cabelo vai ficar pesadão?

Diz na embalagem que cabelos médios a longos podem usar todo o conteúdo do tubinho. Mas, por causa do supracitado medo, não obedeci, e usei mais ou menos a metade (o que, na hora, já achei muito! Mas não foi, não, fica tranquila, tá). Daí massageei, selei o treco, deixei lá enquanto esfoliava o rosto e etc., e chegou a hora de enxaguar.

Gente, aí começou o encanto. Ele é daqueles cremes que fazem o cabelo ficar beeeeem molinho já no banho, sabe? Tipo, bem derretidinho. Resolvi secar com secador pra ver o efeito mais rápido e intenso. E foi então que minha paixão virou amor: o cabelo secou sem frizz, ficou liso, brilhaaaaante e, principalmente, continuou super macio! (Não sei se acontece com vocês, mas às vezes no banho parece que os fios vão ficar super soft e, depois que seca, não fica. Acontece?)

Não sei se vocês estão curtindo (fecebook feelings) essas fotos tanto quanto eu (hahahaha, oi, egocêntrica?), porque sei que é difícil saber se um cabelo está bem tratado vendo fotos. Mas veja bem: eu saí de casa tipo me amando esse dia, ok? E até pelo menos o dia seguinte ele continua super macio e, plus, cheiroso.

Estou usando esse tratamento mais ou menos uma vez por semana (se bem que revezo com outras máscaras, atualmente uma da L’Occitane). Com o xampu e o condicionador, que também são dignos, faço que nem com todos os outros meus: uso randomicamente, já que mantenho vários, em todas as faixas de preço.

Conclusão? Produtinho altamente recomendado para quem quer dar uma super hidratada nos cabelos. (Mas se o seu for d0 tipo mega oleoso, de repente não é o caso. Ou use um xampu para cabelos oleosos ou antirresíduos e essa máscara no lugar do condicionador – eu faço isso às vezes! Por R$4,90, vale a pena tentar, né?)

 


Em primeiro lugar, eu sei que o título desse post parece uma babaquice, porque oi, lavar os cabelos? Eu sei fazer isso desde que tinha cinco anos e etc. Mas quero compartilhar uma coisa que aprendi na última semana, com minha cabeleireira, a Mieko, do Jacques Janine Ibirapuera (affe, não sei o sobrenome dela, desculpa, japa! Mas ela é maravilhosa, juro).

Então, toda vez que eu vou lá, eu pergunto: Mi, que xampu eu compro? E toda vez ela diz: “qualquer um, neutro”. (O que não ajuda nada, convenhamos.) E daí dessa vez eu reclamei que tava usando um xampu de volume que estava deixando meu cabelo ressecado e que eu achava que era porque o condicionador não era assim hidratante, sabe como?

E ela disse: “ah, mas aposto que você não deixa o tempo de pausa” (na verdade ela também disse “claro, seu cabelo é cheio de química, sua lôca”. Mas isso não vem ao caso para essa história). E eu disse: não é verdade, eu deixo sim (deixo mesmo, gente, eu passo condicionador, desligo a água – sou ambientalista? – me ensaboo, lavo o rosto, e só aí enxáguo). E ela respondeu: “então aposto que você não sela o cabelo”. E nessa hora eu disse: “Q”. Porque né, realmente, nem sei que que é selar o cabelo.

Então, depois desse blá blá blá todo, aqui está a ma-ra-vi-lho-sa dica: toda vez que você passar condicionador, tem que esperar os três minutos de pausa. E, durante esses três minutos de pausa, você faz uma massagenzinha nos fios. Sabe que nem eles fazem no salão? Então, isso é pro produto poder penetrar nas cutículas dos fios e agir mais profundamente; logo, hidratar mais. Sacaram?

E ah: o que ela quer dizer com xampu neutro é xampu sem sal. Eu já li opiniões contraditórias sobre isso, então sei lá, não sigo tão ao pé da letra. (Mas não contem pra ela, tá.)

Gente. Esse post é um post emocional, então agüentem aí: superei um mito de beleza arraigado por anos no meu coraçãozinho. Vou contar, hein, senta, vai demorar (só uns três parágrafos, vai, e eu que demorei 25 anos pra descobrir isso aqui?).

Eu sempre acreditei fielmente que era preciso utilizar sempre o xampu e o condicionador da mesma linha. De preferência, usar também a mesma máscara de hidratação e creme pra pentear e tudo. Veja bem: mesma linha, não só mesma marca. Assim, eu nunca ia usar um xampu para cabelos loiros e um condicionador pra cabelos secos, entendeu? Por mais que meu cabelo seja as duas coisas.

Até que um dia eu fui na Kiehl’s e estava lá, cheirando todos os frascos da loja, como eu faço sempre que entro lá, e a mocinha super paciente, e tal, e falei que tinha ouvido falar do Amino Acid and Coconut Oil Shampoo, e se ela achava que ia ser bom pro meu cabelo. Ela disse: “sim, mas se você usar o condicionador junto, vai ficar pesado”. Minha mente parafusou e eu fiquei lá parada, pensando: ué? E como é que eu posso usar o xampu sem o condicionador?! E ela nem tchuns pra minha paranoia, foi lá e puxou da prateleira o Olive Fruit Oil Nourishing Conditioner. :-O

Vejam vocês a perspicácia: enquanto o xampu é feito para limpar sem ressecar (por causa do óleo de coco) e dar mais “corpo” (ótimo pros meus fios fininhos), o condicionador hidrata bastante, porque tem óleo de abacate, extrato de limão e de oliva (dã). O resultado foi que um sei lá, ativou o outro, ou qualquer coisa assim, e meu cabelo ressecadinho por causa das luzes fica brilhante, hidratado, mas ao mesmo tempo leve e com movimento.

E assim a gente acabou com um mito. Bonito isso, né? (Mas quando eu estiver sozinha sem conselho de gente que entende tudo, acho que ainda vou comprar xampu e condicionador igual, não conta pra ninguém.)

(Por Laura F.)

Dia desses conheci duas moças com cabelos crespos lindos, que me falaram do trabalhão que dá mantê-los bonitos e controlados. Aquela coisa que as crespas e cacheadas sabem bem: produtos caros que não funcionam, cachos super temperamentais que não obedecem, frizz sem controle, volumão de mulher das cavernas.

Em 10 minutinhos ele fica assim, ó

Daí que, depois de uns 20 anos tentando de tudo pra ser uma crespa decente, conheci o Jorge, um cabeleireiro incrível especialista em cabelos cacheados. E ele me mostrou como eu fazia coisas erradas com meus cachos, gente.

Primeiro toque: não adianta comprar o leave-in mais caro do planeta se você não sabe usá-lo. As lisas podem economizar na quantidade, mas as crespas, não. O negócio é dividir o cabelo em mechas e chafurdar no creme, usar bastante mesmo, até sentir que o produtinho penetrou de verdade nos fios. Feito isso, de cabeça pra baixo, amasse os cachos e dê uma força pra soltar a raiz.
Segundo toque: o difusor é tudo para ter cachos definidos, pessoas. As duas moças que eu citei ali em cima me contaram que consideram a peça o maior inimigo das crespas e que o cabelo fica igual a uma vassoura piaçava velha quando usam. Mas daí eu descobri que elas passam uma quantidade mínima de leave-in, e ainda por cima ligam o difusor com velocidade e temperatura máximas!
Nada disso, meninas. O negócio é secar mecha por mecha com o difusor, com temperatura e velocidade intermediárias, tomando o cuidado de deixar só uns 10 segundos em cada mecha e partir para a próxima (pra dar um tempinho para os fios se acomodarem até voltar para a primeira mecha, sabe?).
Também não é necessário deixar os cachos absurdamente secos, não. Deixar um pouquinho só de umidade vai fazer os fios terminarem de secar naturalmente e evitar de verdade aquele frizz assassino. Pra finalizar, uso um serum básico para acomodar os poucos fios rebeldes que sobraram e dar um brilho honesto.
Parece que demora um tempão pra fazer tudo isso, né? Mas eu levo no máximo 10 minutos. E os cachos ficam mais soltinhos e modelados, sem frizz , nem com um exagero de volume. Eu recomendo!

(Por Fabiana L.)

 

Se você está em São Paulo ou no Rio de Janeiro, aposto que acordou pensando duas coisas: cadê meu guarda-chuva e o que fazer com meu cabelo debaixo dessa água? Usar chapinha e secador é pedir pra sofrer, né. Na minha opinião, o ideal é mesmo deixar o cabelo au naturel. Maaaasss, como o mundo é chato assim mesmo (hahaha), hoje eu tinha um super compromisso profissional e precisei deixá-lo mais arrumadinho.

E até que deu certo, viu. Usei uma espécie de fixador em creme antes de secar, e ele segurou bem durante o dia. (Tem foto no fim do post.) Então, vim mostrar meus produtos favoritos pra esses dias maisoumenos da vida.


1. Fluido Extra-hidratante para pontas, da Avon Advance Techniques (R$16). Como ele é um sérum, mais oleoso, pode ser usado antes ou depois da escova, e dá um brilhinho.

2. Sérum 5 Essential Oils, da L’Occitane
(R$83). Mais hidratante e menos oleoso que os outros, é meu favorito como leave-in do dia a dia (uso também shampoo, condicionador e máscara dessa linha – e é tudo mega cheiroso!).

3. Frizz-Ease Straight Fixation Smoothing Cream
, do John Frieda (R$47). O escolhido para hoje, é ótimo para usar antes de secar. É um creme, então você coloca um pouco na palma da mão e esfrega nos fios, passando os dedos. Segura beeeem o frizz e deixa o cabelo mais liso e brilhante. Amo!

4. Fluido Reparador Protetor, Ox Super Tratamento
(R$20,46). É um pouco mais líquido que o da Avon, mas uso basicamente da mesma forma: antes ou depois de uma escovona.

5. Sérum Aperfeiçoador de Brilho Liss Ultime
, da L’Oreal (R$75). Um dos meus preferidos para dar brilho e tirar o frizz (tanto que está no finzinho!). Uso mais no cabelo seco, porque ele é lisinho.

E, se nada disso der certo, você pode fazer o contrário: enrolar o cabelo de propósito! É meu penteado favorito e o mais fácil do mundo: você passa um produto ativador (eu aaaaamo esse Full Blown Blonde, da linha Sheer Blonde, do John Frieda também) e amassa, literalmente, os fios, de baixo pra cima. Olha o antes e o depois:

Ondulado natural do fim do dia... E depois, cabelos amassadinhos

Ondulado natural do fim do dia… E depois, cabelos amassadinhos

* Mentira, gente. Eu sei bem que, se você está no Rio, não deu nem tempo de pensar na escova, né. =S
** Os links levam para lojas que vendem os produtos, com mais detalhes; mas vale lembrar que elas não foram testadas!

(Por Laura F.)


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