Beleza exterior

Archive for novembro 2010

Nova seção no blog! Quem vai estreá-la é minha amiga irmã companheira @marcellachart, que também foi a idealizadora dessa tag. Mas antes de mostrar que ela me obedeceu e está usando o esmalte Verde-Água, da coleção Aquarela Tropical, da Colorama, vou contar uma historinha.

Antes de eu criar esse blog, minhas amigas eram apenas minhas amigas. Eu era apenas uma menina divertida, que conversava com elas sobre suas alegrias, problemas e angústias e de vez em quando maquiava uma delas. Mas daí eu criei o blog. E, de repente, esse monte de gente achou uma utilidade pra mim. Acho digno.

Daí que comecei a receber SMS às 9 da noite perguntando que cor de esmalte usar, e-mail querendo recomendação de compras pra quem vai viajar, ligações diretamente da farmácia ou do cabeleireiro pra saber se tal xampu é bom, recados de amigas da minha mãe querendo saber qual era mesmo aquele rímel novo super legal.

E vejam bem: eu adoro.  Quando alguém me pergunta uma coisa ou me pede uma recomendação, eu vou logo no Google, nos blogs, nos fóruns, eu quero indicar coisas pras pessoas. Mas com isso também me tornei ainda mais mandona. Tipo: se eu te indiquei algo, acho bom você usar e me falar sua opinião. Hahahaha

Então, quando Marcella resolveu dar uma de louca e comprar toda a coleção da Colorama e me perguntou qual usar primeiro, falei logo: o Verde-Água. E quero foto! E aí a gente criou essa seção. Olha lá em cima o esmalte dela, que graça que ficou! Acertei na escolha, vai? (E gente, vamos só para pra pensar que essa pessoa até dois meses atrás só usava esmalte vermelho. Só-ver-me-lho. Grata.)

E ela ainda disse: “Minha manicure passou uma camada só e ficou bom [porque vocês lembram da minha história com o Amarelo Pop Art, né?]. Ela disse que tem que ser com o pincel bem cheio!”

Brigada, Má! E agora, pra vocês começarem bem o dia de trabalho, vou deixá-los com uma foto do filhinho mais novo da Má, o Iô-Iô (dá licença, o blog é meu e eu publico foto do que eu quiseeeer! Hahahaha):

Há algum tempo, a Avon mandou lá pra redação os rímeis mais bacanas deles, numa caixa super bonitinha e tals. Eles estavam lançando a máscara SuperExtend (então vocês veem que já faz uns dois meses, a pessoa adiantada, hahahaha), e logo pensei em fazer uma batalha comparando todas. Isso porque eu adoro as máscaras da Avon. Tipo, acho que é o melhor produto que eles fabricam, sabe. E daí queria saber se essas novas eram tão boas quanto as que eu já tenho.

Bom, então, depois de muito tempo, coloquei em prática, e nessa semana usei uma delas por dia, pra ver se cada uma cumpria o prometido e, no fim, qual é a mais bacana. E já tirei minhas conclusões. Quer ver?

Avon SuperExtend
Promessa: Um suuuuper alongamento de até 55% (como medir, néam?), com efeito cílios postiços e fibras especiais que promovem um efeito natural. É a prova d’água.

Realidade: Hmmm. Olha. Vou falar a verdade. Apesar de ser o lançamento, e ter essa coisa das fibras especiais (Q), não achei nada de cílios postiços aí. De todas, acho inclusive a mais “dia a dia”. Isso porque, de fato, é muito mais de alongamento do que de volume, então acho que acaba chamando menos atenção, especialmente se você já tem cílios mais longuinhos, como os meus. A textura dela é bem líquida, a mais líquida das três – tanto é que borrou na hora de aplicar. De qualquer forma, por ser à prova d’água, aguentou mais do que dignamente um dia de sol subsaariano, e mesmo assim não foi horrível de tirar.

Preço: 22,00

Avon SuperCurlacious

Promessa: O negócio aqui é dar uma suuuuper curvatura aos cílios, e mantê-la por tipo 12 horas. Ela também é à prova d’água.

Realidade: Essa foi a máscara lançada logo antes da Extend, e tem aquele aplicador curvadinho bem legal, sabe? Eu usei sem curvex e… Bom, não é que meus cílios não ficaram curvados. Mas não ficaram 100% MAIS curvados, como promete a Avon, sabe? E não segurou essa curvatura o dia inteiro, não. De qualquer forma, ela é só um tiquinho mais grossa na fórmula que a Extend, e também segura dignissimamente durante todo o dia, e também não é chata pra tirar. Ela já é mais legal (pra mim, que sou uma drag queen disfarçada), porque dá um tiquinho mais de volume.

Preço: R$19,00

Avon SuperShock

Promessa: Volume inteeeenso e imediato, fórmula com microfibras que se expandem (Q2)

Realidade: Olha, eu me sinto até meio mal, porque já imaginava como ia ser o fim dessa batalha, confesso. hahahahaha. Eu realmente AMO a SuperShock. É uma das minhas máscaras preferidas e olha que eu tenho umas 300. Então, claro que né. Eu fui lá, e comparei. Mas gente. A coisa do volume intenso é uma realidade real mesmo. Podem ver nas fotos como ela é a mais dramática das três. E, apesar de ser uma máscara de volume, ela alonga meus cílios mais que as outras! Como lidar, Avon? E ah, é a fórmula mais grossa de todas as três, não borra nada, apesar de não ser à prova d’água. Quer dizer. Amor em forma de tubinho.

Preço: R$19,00

Conclusão

Vejam bem, as três são boas máscaras, depende muito do seu estilo. Para as discretas, recomendo a SuperExtend. Ela é digna, só não é meu estilo. Mas vou usar, sim, talvez combinada com outras mais grossas (só cuidado pra não borrar na aplicação). A SuperShock pode comprar mesmo. O pincel grossão assusta (né, gente), mas gente, é só colocar no olho e passar uma camada e pá, linda, vai embora. Eu pularia a CurlAcious, porque acho um meio-termo meio sem graça, não faz muuuuito bem nem uma coisa nem outra, sabe?

Finalmente, depois de idas quase diárias às lojas Americanas, encontrei a coleção Aquarela Tropical, da Colorama – aquela que é toda cheia de esmaltes pastel, sabem? Pois é. E daí já comprei logo todas as cores que estavam disponíveis – faltaram o Azul Celeste e o Rosa Romântica, mas já me dei por satisfeita por enquanto.

E aí veio a hora difícil da escolha na hora de ir à manicure no sábado seguinte. O que passar?! Então, decidi pelo queridinho desde que vi as fotos de divulgação: o Amarelo Pop Art. Um amarelo que promete não deixar manchas? Camada única E pastel E amarelo? Óun (coraçãozinho com as mãos). E para os pés escolhi o Rosa Colonial, que é super gracioso.

E daí, entreguei pra manicure, toda feliz e contente e… fail. A primeira camada não foi suficiente pra ficar perfeito, como promete o vidrinho. Pra cobrir as manchinhas que ficam nas ondulações naturais da unha, nos vimos obrigadas a passar outra camada, o que vai contra o propósito da coleção (hahahahaha, propósito do esmalte, aham, senta lá) e o deixou mais grosso do que o ideal.*

Por enquanto (cinco dias depois) ainda não descascou quase nada (leia-se uma unha isolada na mão direita por passar o dia digitando). Como ele promete ser de longa duração, isso é bom. O mais chato mesmo mesmo foi que, talvez por ter passado duas camadas, ele ficou todo marcadinho, tipo com risquinhos, sabe? Acho que passar um extrabrilho resolve. Mas queria que ele fosse mais fiel à propaganda. Vamos ver as outras cores, né?

*Pra ser justa, não sei se isso é culpa do esmalte, da minha unha ou da minha manicure. Mas me deixa irritada do mesmo jeito. Hahahaha.

 

Quando eu digo para minhas amigas que 90% das minhas compras de maquiagem são feitas virtualmente e em sites internacionais, elas ficam surpresas. Porque parece que, tradicionalmente, maquiagem, não é uma coisa que pensamos em comprar dessa forma; as compras virtuais acabam ficando restritas a livros, CDs (alguém mais ainda compra CD? hahaha), até eletrônicos… Mas maquiagem? Xampu?!

Não vejo por que estranhar, já que, em contrapartida, estamos suuuper acostumadas a comprar em revistinhas de Natura e Avon, por exemplo. Se o problema é não ver o produto, dá na mesma, né? Com uma diferença: o advento de blogs e fóruns de beleza aumentou a consciência sobre o quê estamos comprando. A gente aprendeu a pesquisar, ver resenhas, swatches, opiniões a favor e contra… Você não entra lá num site e compra um treco só porque acha que é bonitinho. E fala a verdade, várias vezes, nas revistinhas, é isso que a gente faz.

Então, vim aqui hoje tentar dar uma destrinchada nesse processo de compras virtuais internacionais, ou pelo menos em como ele tem funcionado – bem – pra mim.

Vantagens

A grande beleza que eu vejo nisso nem é tanto comprar produtos mais baratos; é comprar produtos que não estão disponíveis mesmo no Brasil. Então, coloque aí na lista marcas como Benefit, Frederic Fekkai, Nars, Urban Decay, Illamasqua; além de edições limitadas da M.A.C , Chanel, etc. etc. etc. ad infinitum até onde seu cartão permitir.

Claro que, no fim, muitas vezes você acaba comprando coisas que sim, dava pra comprar aqui, por um preço mais barato. Por exemplo, vamos comparar um produto-desejo-luxo: no Strawberrynet, a base Teint Resist, da Yves Saint-Laurent custa R$111,00. Eu comprei no Brasil, numa perfumaria do Shopping Paulista, por cerca de R$215,00, mesmo preço da Sacks. Por que eu fiz isso? Porque não quis esperar e tive um impulso, simplesmente. Nesse caso, vai da sua paciência, do seu julgamento e do seu garimpo virtual.

Desvantagens

A grande desvantagem de comprar online-internacional é o medo. Explico: Sua compra pode, sim, extraviar (comigo nunca aconteceu); pode, sim, ser taxada pela Receita, ao chegar no país e passar pela Anvisa. Isso acontece com mais frequência com compras que passam de US$50. Mas pode acontecer com compras que custaram… R$40 reais, como foi o caso da Bárbara (leiam aqui o post dela!). E nem sempre eles vão cobrar de taxa os 60% estimados sobre o valor que você de fato pagou.

Eu acabei de passar por isso, pela primeira vez. Fiz uma compra no Strawberry, de produtos para cabelo – coincidentemente ou não, pela primeira vez escolhi um frete pago e com rastreio, ao invés do grátis e sem rastreio – que custou cerca de R$130, já com o frete. E, quando chegou, fui taxada em R$101. 60% seriam R$78, né? Mas não foi. O que mostra que o que vale é o julgamento deles.

Mas a verdade é que quase sempre nada acontece. Veja que essa deve ser tipo minha vigésima compra em dois anos, e só agora fui taxada. No mesmo mês fiz outras duas compras, sem problemas. Logo, calculo que vale a pena, sim. Especialmente se você e/ou sua família não viajam sempre pra fora. Sou uma fervorosa incentivadora de compras virtuais em sites internacionais, e por isso vou contar…

…As lojas que eu indico!

Eu tenho algumas – não muitas, na verdade – lojas em que costumo comprar regularmente. Uma delas é a Cherrie Cosmetics, da Vivi e da Bruna, brasileiras que moram nos Estados Unidos. Elas já encomendaram para mim coisas incríveis que eu queria muito, como a paleta Naked, da Urban Decay, são atenciosas, o site é organizado, enfim.

Pra comprar M.A.C, especialmente coleções passadas, ou achar pechinchas, vá na Brigette’s Boutique. Alguns preços são realmente baratos, como sei lá, um quarteto da Lâncome por US$5,50. Não entendo como, mas é esse o preço, eu já comprei, e as coisas são originais. (Diferentemente da All Cosmetics Wholesale, onde eu também já comprei e me ferrei recebendo um batom falsificado. Leiam esse post sobre isso pra não comprar lá.)

Finalmente, o Strawberry, carinhosamente chamado na blogosfera de Morangão, um dos mais famosos. Fica em Hong Kong, tem várias marcas e fico sempre de olho pra ver o que entra em estoque. Às vezes rolam produtos ótimos, mas em cores meio blé, sabe? Mas às vezes você encontra ofertas maravilhosas de coisas que você realmente quer. Eles têm frete grátis e teoricamente devolvem seu dinheiro se você for taxado. Eu não concordo em pedir esse valor, apesar de eles oferecerem – e isso já foi motivo de muita polêmica, até por eles terem aumentado os preços em reais graças a isso. Enfim. Eu fui taxada e fiquei quieta, achei mais justo.

Outra opção, se você não tem cartão internacional, são as meninas que moram por aqui mesmo e trazem produtos sob encomenda. Já comprei com a Dani Pinheiro e, mais recentemente, com a Mafê, do Fashion Import, uma fofa. Tudo deu sempre muito certo.

E, finalmente, os sites de marcas que entregam aqui. Eu pessoalmente só comprei na Illamasqua, mas tem também a Benefit, que quero muito testar (e deve ter outras, só não me lembro, se você lembra, comente aí!)

E vocês meninas? Compram sempre em sites internacionais? Ou ainda não?

O vídeo da vez é pra ensinar uma coisa tão, tão básica, que acho até meio vergonhoso da minha parte ter essa pretensão, sabe. Mas, de qualquer forma, é algo que comecei a fazer recentemente, e acho que pode servir de inspiração para várias meninas.

A gente cisma que pra usar sombra tem que fazer combinações de cores, esfumados mirabolantes, olhos dramáticos, e por aí vai. Agora, eu quero mostrar que nem sempre isso é verdade. Claro que todas essas coisas são divertidas, mas com só uma cor também dá pra fazer um olho digníssimo. Isso mesmo que você ouviu: só uma cor, e vai ter profundidade, vai ter côncavo, vai ser uma ma-ra-vi-lha. (vendedora do shoptime mode off). A cor, no caso, é a Aubergine, do Duda Molinos, um vinho sensacionaaaalll.

Bom, uma última informação: eu SEI que no começo do vídeo parece que vai ficar tudo hor-ro-ro-so, mas prometo que no fim vai dar certo. Clica lá – e não esquece de comentar pra me dizer se vocês gostaram, que eu sou carente (e fazer vídeo dá mó trabalho)!

Belightful Iridescent Pressed Powder, da M.A.C

Esse iluminador foi uma das minhas últimas aquisições de beleza. Não sei se todo mundo aqui já sabe que eu sou a-lôca-do-iluminador. Gosto muito, acho que faz toda a diferença e por isso vivo doida pra testar vários. E o Belightful é queridinho de várias meninas na blogosfera (tipo a Vic, que sabe tudo de tudo!), é um dos mais famoso da M.A.C, enfim. Tinha tudo pra ser ótimo.

Daí pedi na Sack’s, toda achando que ia arrasar no glow por aí. Daí recebi a caixinha dias depois, toda feliz, e decidi usar na manhã seguinte. Primeiro grande erro desta humilde blogueira. O Belightful não é – repito: não é – um iluminador pra usar durante o dia. Na primeira vez em que passei, terminei com glitter até no cabelo. E não, infelizmente dessa vez não estou exagerando. (Tentei de todo jeito provar isso em fotos, mas é dificílimo tirar foto de iluminador!)

A primeira foto está meio sem foco, mas acho que dá pra ver melhor do que no braço, né?

Vejam bem. Não é que ele não seja bonito. A cor é maravilhosa, um iluminador bem coringa, que fica bem em todos os tons de pele, não puxa pro rosado nem demais pro dourado, é bem champagne, digamos. Mas quando eu digo que ele tem muito glitter, é porque ele realmente tem muito glitter.

Okay, não é uma coisa que as pessoas vão olhar pra você no meio da balada e falar: “Nossa, olha aquela menina cheia de glitter na cara!” Mas sabe quando você passa maquiagem e daí vai olhar no espelho do elevador? Então, nessa hora você vai ver (pelo menos eu vejo, gente!) um monte de pontinhos de glitter no rosto.

Não é exatamente que isso seja ruim. Mas é realmente diferente do iluminador Mineralize Skinfinish – que eu tenho na cor Perfect Topping – que não tem nenhuma partícula de brilho, só mesmo uma luminosidade, sabe?

E também, quanto menos você aplicar, e mais de leve – tipo com um pincel gordinho ou com aquele pincel estilo vassourinha ou até com um duo-fiber! – menos esse efeito purpurinada vai incomodar. E aí, sim, fica mais lindo.

Swatches bem forçados, nas pontas dos dedos – viram como a cor de fundo é linda?

De qualquer forma, não foi uma compra ruim, porque sim, eu gosto de brilhos. Mas tenho guardado o Belightful pra usar à noite, quando o glitter não me incomoda tanto. Minha conclusão? Cor linda, vem uma quantidade enorme, a textura é boa (os glitters não são grossos, não). Se você ama brilho, recomendo com força!

Ah, sim. Depois de comprar (oi, parabéns  para mim), vi essa resenha aqui, da Cris Pironi, que diz exatamente isso – e dá a dica de também tentar usar como sombra.


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