Beleza exterior

Archive for novembro 2010

A gente vive lendo sobre a maravilha que são as farmácias nos Estados Unidos, e desejando que todas as brasileiras fossem da mesma forma. Daí que, lendo esse (ótimo) post, fiquei pensando na Drogaria Iguatemi, aqui em São Paulo, onde, por acaso, fui ontem.

Então, esse post é só uma dica muuuito rápida. Para quem gosta de cosméticos – e está em São Paulo, porque infelizmente só tem aqui mesmo, e nem faz vendas online, o que aliás considero um atraso de vida – a Drogaria Iguatemi é o equivalente às maravilhosas e deliciosas farmácias americanas, acho eu. Com o lamentável diferencial brasileirinho de que, claro, as coisas são bem mais caras, né.

Passei lá ontem, e eles deram uma reformada. Fazia alguns meses que eu não ia (pelo que andei lendo, desde julho, que foi quando inauguraram a loja nova! Hahaha), e além de chegar marcas novas – tipo Eyeko, gente, olha que coisa linda? Vou fazer post sobre isso! – eles estão com o estoque bem completo em coisas de cabelo, unhas, cremes etc. etc., e ficou tudo mais organizado, sabe. Tipo delícia de comprar lá mesmo.

Entre as marcas que dá pra encontrar lá tem: John Frieda (adoro os xampus e já falei aqui do spray de volume); Osis+ (to doida pra experimentar o Dust It); Schwarzkopf (meu irmãozinho pediu pra eu dizer que esse nome significa cabeça preta) [todas de cabelo]; Revlon; Bourjois; Eyeko; Art Deco; Duda Molinos; Milani; Kryolan [maquiagem]; Tweezerman [pinças, curvex e outros acessórios]; La Roche-Posay; Avéne; Biotherm [cremes, águas termais e tratamentos]. Em esmaltes, tem Orly, Hits, Big Universo, entre outras que eu já falei aí em cima e também vendem esmaltes.

E assim, além disso tem várias outras coisinhas fofas, é uma coisa de ficar fuçando mesmo. Não vou dizer que eu vou lá fazer compras todo mês, porque né, como eu disse: é caro. Mas o que vou dizer é que a Drogaria Iguatemi faz aquela coisa de ver as novidades da farmácia finalmente parar de ser coisa só de hipocondríaco.

Ah, sim: a Drogaria Iguatemi tem filiais no shopping Iguatemi (cê jura?!) e Market Place (mas nunca fui nessa última, não sei como é!).

E gente, acabei de ver que eles têm um blog, passa lá!

P.S.: ah, sim, pra quem fica curiosa: comprei rímel e esmaltes Eyeko, água termal Avéne, xampu John Frieda, uma canetinha hidratante de cutículas, esmaltes Art Deco e Hits… E ah, remédios, porque né, é uma farmácia. hahahahaha

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Esses delineadores de nome pomposo são lançamentos da M.A.C na coleção Fabulous Felines (que chegou ao Brasil agora em novembro). Eu tinha visto na Temptalia, mas não dei tanta bola. Até que revi no Coisas de Diva e opa, que coisa linda.

Daí, né. Corri na Sack’s e comprei as cores Desires & Devices e Smoky Heir.

Com flash e sem flash. Que swatch bem feito, né mesmo? hahaha

A cor Desires & Devices é um tom ligeiramente verde-oliva, mas que tem brilhos em tom de ouro-velho. É uma cor muito difícil de descrever, mas certamente linda! A cor Smoky Heir é um roxo/lilás/ameixa (hahaha, eu sei, não consigo me decidir por um dos três termos), com brilhos roxos.

Eu comprei um pouco por impulso, é bem verdade. Mas a verdade é que eles são ótimos delineadores. O formato da ponta faz com que seja bem fácil fazer uma linha bem fininha (e olha que delinear é meu fraco!), e além disso eles duram muito, tipo mesmo se você lavar o olho, sabe.

Como eles são coloridos, comprei pra usar principalmente assim, só passando uma linha – que pode ser fina ou mais grossa –, sem sombra nem nada, pra dar uma cor nos looks diários. E estou amando! Ele dura o dia inteiro, e tem que esfregar bem com demaquilante pra sair. Além disso, se quiser usar pra complementar looks elaborados com sombra, dá também, porque ele não borra. Nas fotos, o Desires & Devices, em cima, complementei com lápis bege na linha d’água; já o Smoky Heir, embaixo, complementei com lápis azul-marinho. E dá pra inventar mil combinações.

(Nos dois links lá em cima tem mais cores. E amostradas de uma forma bem melhor. De nada.)

Olha, muita gente já testou e resenhou esse produto por aí. (Duvida? Dá um Google no nome. Mas só depois de ler a minha! Hahahaha) Mas né, sei lá, não custa nada reforçar as minhas impressões e também ando meio sem assunto/tempo.

A linha Pro-V, da Pantene – da qual esse tubinho aí faz parte –, é indicada para “restauração intensa” (aka pessoas com o cabelo detonado). E a ampola promete “recuperar três meses de danos em três minutos”. Alguém que, como eu, nos últimos anos já tingiu o cabelo de preto, vermelho, loiro, tentou tingir de castanho por cima de tudo isso, alisou, desalisou, seca, faz babyliss, passa produtos e etc., só pode achar isso muito digno. E o que é mais digno ainda: custou só R$4,90.

Por algum motivo misterioso eu achei que o produto fosse ser tipo um creme-líquido. Mas não é não, ele é um creme-cremoso (Q), bem grossinho. Usei depois de usar o xampu e o condicionador da mesma linha, que já são bem hidratantes. Daí, medo dos medos: será que o cabelo vai ficar pesadão?

Diz na embalagem que cabelos médios a longos podem usar todo o conteúdo do tubinho. Mas, por causa do supracitado medo, não obedeci, e usei mais ou menos a metade (o que, na hora, já achei muito! Mas não foi, não, fica tranquila, tá). Daí massageei, selei o treco, deixei lá enquanto esfoliava o rosto e etc., e chegou a hora de enxaguar.

Gente, aí começou o encanto. Ele é daqueles cremes que fazem o cabelo ficar beeeeem molinho já no banho, sabe? Tipo, bem derretidinho. Resolvi secar com secador pra ver o efeito mais rápido e intenso. E foi então que minha paixão virou amor: o cabelo secou sem frizz, ficou liso, brilhaaaaante e, principalmente, continuou super macio! (Não sei se acontece com vocês, mas às vezes no banho parece que os fios vão ficar super soft e, depois que seca, não fica. Acontece?)

Não sei se vocês estão curtindo (fecebook feelings) essas fotos tanto quanto eu (hahahaha, oi, egocêntrica?), porque sei que é difícil saber se um cabelo está bem tratado vendo fotos. Mas veja bem: eu saí de casa tipo me amando esse dia, ok? E até pelo menos o dia seguinte ele continua super macio e, plus, cheiroso.

Estou usando esse tratamento mais ou menos uma vez por semana (se bem que revezo com outras máscaras, atualmente uma da L’Occitane). Com o xampu e o condicionador, que também são dignos, faço que nem com todos os outros meus: uso randomicamente, já que mantenho vários, em todas as faixas de preço.

Conclusão? Produtinho altamente recomendado para quem quer dar uma super hidratada nos cabelos. (Mas se o seu for d0 tipo mega oleoso, de repente não é o caso. Ou use um xampu para cabelos oleosos ou antirresíduos e essa máscara no lugar do condicionador – eu faço isso às vezes! Por R$4,90, vale a pena tentar, né?)

 

Olá, pessoas.
Pois é, apareceu a margarida… Final de ano em vida de professora é isso mesmo: correria total, completa e irrestrita. Se eu sobreviver a isso, o resto vai-que-vai…
Bom, mas vamos falar daquele assunto de que tanto gostamos, não é? Maquiagem.
Antes de começar, quero dizer que não esqueci minha promessa sobre um post falando de alergia a esmaltes e hipoalergênicos. Mas é que eu não pude fazer a unha esta semana e estou com alergia de alguma coisa (Ah, sério? Você, Ana Paula, com alergia? Não brinca…), por isso minha unhas estão terríveis e eu jamais teria coragem de assustar vocês fotografar.

Mas voltando ao que interessa, encomendei tem um tempinho umas coisinhas da coleção Venomous Villains, pareceria da M.A.C com a Disney. Confesso que fiquei, no início, muito mais empolgada com as embalagens mega fofas que com as cores dos produtos (Consumo consciente? Não trabalhamos!).


Mas é óbeveo que meu cartãozinho não se aguentou e arrematei umas preciosidades (Smeagol feelings).
 
Sombra Mineralize She who dares: É minha primeira sombra mineralize da M.A.C, sabe-se-lá-o-porquê. Ela é em tons de azul petróleo e verde musgo (Gente, não confiem muito nessa pessoa descrevendo cores, ok? Loira e disléxica…). Vou dizer que gostei, mas só. Não é a cor mais bonita de todos os tempos e, pra mim, brilha demais. Sei lá, eu tenho medo de sombra colorida (quando eu crescer vou ser igual à Laurinha com suas sombras lindonas, juro…).
Blush Bite of an apple: Esse é lindeza total. Sou suspeita, pois amo blushes, mas tem uma cor meio coral-avermelhado (lá vem ela com essa descrição meia-boca!). Enfim, é lindo, é rhyco, é blush…
Batom Hearthless (Amplified): Vermelão lindo de morrer. Com uma pegada meio vinho. Elegantérrimo. Amo batom vermelho.
Batom Toxic Tale (Satin): Coral mais lindo do mundo. Batom para dormir junto no verão.

Toxic Tale, Hearthless, She Who Dares (verde e azul), Bite of An Apple

Eu tentei fazer umas amostras de cores, mas não sei se fui muito feliz (relevem, vai… minha primeira tentativa). Mas prometo que, assim que usar as coisinhas, fotografo procês, tá?
Bom, people, é isso.
Beijinho,
Ana Paula

Pitaco da Lau: Gente, essa coleção é linda mesmo. Só tenho um comentário a fazer: também comprei o Toxic Tale, e aviso às meninas desesperadas para comprá-lo que ele é igualzinho ao Coral Polyp (que também foi edição limitada!). (Como seria bom eu ter percebido antes de comprar, né? pffff!). E invejo muito esse blush da Ana, se quebrar foi meu olho gordo, aviso já!

Gente, eu sei que vocês tão com overdose de esmalte, principalmente da Colorama. Mas a culpa não é minha que simplesmente todas as cores que eles lançaram na Coleção Aquarela Tropical são lindas, né? E agora que eu comprei todas vou ter que usar!

Então, depois de uma má experiência com o Amarelo Pop Art, e da Má ter uma boa experiência com o Verde-Água, decidi ir de Violeta. Gente, que cor mais linda de meu deus. Beleza que quando eu voltei da manicure na hora do almoço todo mundo olhou pra minha mão e disse: “nossa, que discreto”. Essa é minha vida: se não estou de verde ou azul ou amarelo, sou taxada de discreta e as pessoas acham estranho.

Ele de fato é mais discreto que os outros que eu costumo usar, mas é sinceramente uma das cores mais bonitas que já tive. Muito feminina, e uma variação maravilhosa pra quem fica insistindo só em rosas ou vermelhos. É um roxo com fundo azulado.

Diferentemente do Amarelo, ele realmente cobriu minhas unhas com uma camada (glória aleluia). Por isso, não ficou grosso e não marcou. E depois de cinco dias tinha descascado bem pouco – mais na verdade porque eu bati a unha num zíper do que por culpa do esmalte mesmo. Então, a qualidade é ótima. Vamos testar todas as outras pra ver quais prestam e quais não? Hahahaha!

A base Studio Sculpt, da M.A.C, tem sido uma das queridinhas dos maquiadores da marca desde que foi lançada, em 2009. Em vários backstages de desfiles, ela substituiu a Face&Body, e andaram dizendo por aí que era a “base da pele perfeita”. Ok.

Ela é realmente bastante boa. A textura é diferente de todas as outras que eu já testei, e de todas as outras da marca: não é totalmente líquida, eu definiria como uma espécie de base cremosa. Apesar disso, não é pesada (a marca a define até como hidratante), e pode ser usada tranquilamente por meninas de pele oleosa, já que é à base de gel.

A minha cor é a NC40, mesma cor que uso no Studio Fix. Vale lembrar que as bases NC são recomendadas para quem tem a pele com fundo mais amarelado, e as NW para quem tem pele com fundo mais rosado.

A cobertura dessa base é bem alta. Ela quase chega a cobrir minhas olheiras, como vocês vão ver nas fotos ma-ra-vi-lho-sas e sem nenhuma dignidade mais abaixo. Cobre bem vermelhidões e imperfeições, mas sem deixar a pele totalmente opaca. Apesar de ser uma cobertura alta, ainda é um acabamento natural, sabem como? Acetinado.

Esse pouquinho é suficiente para cobrir quase o rosto inteiro. Eu uso com pincel de base tradicional (o da foto lá em cima), mas é preciso tomar cuidado para o rosto não ficar com as marcas das cerdas do pincel, já que a base é mais grossinha. Recomendo até, de repente, usar um duo-fiber ou pincel de pó para fazer o acabamento depois de passar a base com ele.

Depois de usá-la, costumo finalizar a zona “T” com um pouco de pó e, assim, a pele se mantém digna por váaaaarias horas. E a Studio Sculpt não transfere nadica de nada, o que é ótimo, porque esse é um dos meus maiores pânicos em relação a bases.

Agora, para entender bem a cobertura, vejam abaixo as fotos da minha pele sem nada, depois as fotos com a base. É favor não reparar na cara no cabelo de louca, as fotos foram tiradas às 9 da manhã, eu ainda estava com sono.

Gente, na segunda foto eu pareço até mais humana, né não?

Ah, sim: tem post sobre o corretivo Studio Sculpt aqui.

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Eu já mostrei aqui nesse post que batom laranja e coral tá com tuuudo, né? Então decidi pegar três de faixas diferentes de preços para comparar, e mostrar quais são as vantagens e desvantagens de cada um – e, principalmente, mostrar para quem está pensando em comprar como são as cores de cada. Vou começar pelo mais caro, indo para o mais barato, e aí a gente vai comparando todos.

Na foto dos swatches dá pra ver bem as diferenças e familiaridades entre eles (apesar de ligeiramente escura, os tons estão bem fiéis).

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Crosswires, M.A.C


Pontos positivos: Os batons da M.A.C estão, na minha opinião, entre os melhores do mercado, por causa da cobertura, cor e cheiro ótimos. O acabamento desse é Cremesheen, o que significa que ele é mais cremoso, mas mesmo assim tem uma cor bem viva. Não é opaco, ele tem como se fosse um brilho molhado beeeeem sutil (mesmo). Tenho vários nesse acabamento, e é um dos meus preferidos, por ser muito fácil de usar, já que não resseca nada nada a boca. A duração é boa, até umas quatro horas ele segura. A cor dele é bem linda: dos três, é o coral mais avermelhado, mas ainda assim não fica uma cor totalmente cheguei, sabe?

Pontos negativos: Bom, sendo bem sincera, na comparação, o ponto negativo dele fica sendo mesmo o preço, mais do que o dobro do Duda Molinos – que, para os padrões nacionais, muita gente já acha carinho. A cor, apesar de eu adorar, talvez seja a mais “assustadora” das três, para quem está começando a usar e procura um coral discreto. (Eu tinha um da M.A.C, o Ravishing, que era mais nesse estilo coral, mas ele sumiu. Ninguém mandou ter um trilhão de batons, né. Bom, fica a dica pra quem quiser experimentar outra cor.)

Onde comprar: Na Sacks ou nas lojas da M.A.C, por R$69 (na Sacks atualmente está esgotado). No exterior, por US$14

Copacabana, Duda Molinos


Pontos positivos: A embalagem é uma das minhas favoritas, tem aquele clique que eu mostrei aqui nesse post. É uma embalagem bem classuda, sabe? O acabamento é matte, o que significa que 1) não tem nenhum brilho whatsoever e 2) a cor acaba durando mais tempo – tipo umas quatro a cinco horas, sem retoque (vale dizer que, em mim, que falo e bebo água como uma louca do apocalipse, isso é realmente muito tempo). Em termos de tom, me parece um meio termo entre os outros dois, o que eu gosto bastante.

Pontos negativos: Vou ser paradoxal, mas o mesmo ponto positivo pode se tornar negativo: o acabamento matte também significa que 3) o batom fica bem difícil de passar, especialmente se a sua boca é seca. Pra mim, sinceramente, é o único ponto mais ou menos negativo (mais ou menos porque pra mim nem é, já que pra mim é sussa passar batom matte!).

Onde comprar: Na Loosho.com, por R$29,60 (ou na farmácia da Riviera de São Lourenço por R$20, gente, sei lá por que eles vendem tudo mais barato! Hahahahaha)

Vult, cor 14


Pontos positivos: A cor é foooofa até dizer chega. O coral mais versátil e sutil e tudo o mais dos três. Então, se você ainda não está assim super convencida da moda do laranja, vale a pena tentar esse. Até porque, gente, custa apenas R$6,90. Ou seja: um décimo do preço da M.A.C. Ele não é completamente matte, mas também não tem brilho. (Eu sei, comassim, Laura? Sei lá, gente, mas é assim.) Inclusive, no site da Loosho.com, ele está descrito como acabamento cintilante – o que ele não é de jeito nenhum, ok, como vocês podem ver pelas fotos.

Pontos negativos: A cor não fica totalmente boa com uma passada, é preciso voltar com o batom para uma cobertura perfeita. E a embalagem, gente. Mais pobreza impossível. Sério, Vult, quanto custaria pra fazer uma que simplesmente não fosse desse plástico vagabundo que quebra na primeira jogada na bolsa (caso da minha, oi) ou uma tampa que cobrisse totalmente a bala do batom? A duração é ok, de duas a três horas em mim. De qualquer forma, sinceramente, por esse preço, tenho nem coragem de reclamar muito.

Onde comprar: Na Loosho.com, ou em várias farmácias por aí, por R$6,90


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