Beleza exterior

Archive for novembro 2010

A gente vive lendo sobre a maravilha que são as farmácias nos Estados Unidos, e desejando que todas as brasileiras fossem da mesma forma. Daí que, lendo esse (ótimo) post, fiquei pensando na Drogaria Iguatemi, aqui em São Paulo, onde, por acaso, fui ontem.

Então, esse post é só uma dica muuuito rápida. Para quem gosta de cosméticos – e está em São Paulo, porque infelizmente só tem aqui mesmo, e nem faz vendas online, o que aliás considero um atraso de vida – a Drogaria Iguatemi é o equivalente às maravilhosas e deliciosas farmácias americanas, acho eu. Com o lamentável diferencial brasileirinho de que, claro, as coisas são bem mais caras, né.

Passei lá ontem, e eles deram uma reformada. Fazia alguns meses que eu não ia (pelo que andei lendo, desde julho, que foi quando inauguraram a loja nova! Hahaha), e além de chegar marcas novas – tipo Eyeko, gente, olha que coisa linda? Vou fazer post sobre isso! – eles estão com o estoque bem completo em coisas de cabelo, unhas, cremes etc. etc., e ficou tudo mais organizado, sabe. Tipo delícia de comprar lá mesmo.

Entre as marcas que dá pra encontrar lá tem: John Frieda (adoro os xampus e já falei aqui do spray de volume); Osis+ (to doida pra experimentar o Dust It); Schwarzkopf (meu irmãozinho pediu pra eu dizer que esse nome significa cabeça preta) [todas de cabelo]; Revlon; Bourjois; Eyeko; Art Deco; Duda Molinos; Milani; Kryolan [maquiagem]; Tweezerman [pinças, curvex e outros acessórios]; La Roche-Posay; Avéne; Biotherm [cremes, águas termais e tratamentos]. Em esmaltes, tem Orly, Hits, Big Universo, entre outras que eu já falei aí em cima e também vendem esmaltes.

E assim, além disso tem várias outras coisinhas fofas, é uma coisa de ficar fuçando mesmo. Não vou dizer que eu vou lá fazer compras todo mês, porque né, como eu disse: é caro. Mas o que vou dizer é que a Drogaria Iguatemi faz aquela coisa de ver as novidades da farmácia finalmente parar de ser coisa só de hipocondríaco.

Ah, sim: a Drogaria Iguatemi tem filiais no shopping Iguatemi (cê jura?!) e Market Place (mas nunca fui nessa última, não sei como é!).

E gente, acabei de ver que eles têm um blog, passa lá!

P.S.: ah, sim, pra quem fica curiosa: comprei rímel e esmaltes Eyeko, água termal Avéne, xampu John Frieda, uma canetinha hidratante de cutículas, esmaltes Art Deco e Hits… E ah, remédios, porque né, é uma farmácia. hahahahaha

Esses delineadores de nome pomposo são lançamentos da M.A.C na coleção Fabulous Felines (que chegou ao Brasil agora em novembro). Eu tinha visto na Temptalia, mas não dei tanta bola. Até que revi no Coisas de Diva e opa, que coisa linda.

Daí, né. Corri na Sack’s e comprei as cores Desires & Devices e Smoky Heir.

Com flash e sem flash. Que swatch bem feito, né mesmo? hahaha

A cor Desires & Devices é um tom ligeiramente verde-oliva, mas que tem brilhos em tom de ouro-velho. É uma cor muito difícil de descrever, mas certamente linda! A cor Smoky Heir é um roxo/lilás/ameixa (hahaha, eu sei, não consigo me decidir por um dos três termos), com brilhos roxos.

Eu comprei um pouco por impulso, é bem verdade. Mas a verdade é que eles são ótimos delineadores. O formato da ponta faz com que seja bem fácil fazer uma linha bem fininha (e olha que delinear é meu fraco!), e além disso eles duram muito, tipo mesmo se você lavar o olho, sabe.

Como eles são coloridos, comprei pra usar principalmente assim, só passando uma linha – que pode ser fina ou mais grossa –, sem sombra nem nada, pra dar uma cor nos looks diários. E estou amando! Ele dura o dia inteiro, e tem que esfregar bem com demaquilante pra sair. Além disso, se quiser usar pra complementar looks elaborados com sombra, dá também, porque ele não borra. Nas fotos, o Desires & Devices, em cima, complementei com lápis bege na linha d’água; já o Smoky Heir, embaixo, complementei com lápis azul-marinho. E dá pra inventar mil combinações.

(Nos dois links lá em cima tem mais cores. E amostradas de uma forma bem melhor. De nada.)

Olha, muita gente já testou e resenhou esse produto por aí. (Duvida? Dá um Google no nome. Mas só depois de ler a minha! Hahahaha) Mas né, sei lá, não custa nada reforçar as minhas impressões e também ando meio sem assunto/tempo.

A linha Pro-V, da Pantene – da qual esse tubinho aí faz parte –, é indicada para “restauração intensa” (aka pessoas com o cabelo detonado). E a ampola promete “recuperar três meses de danos em três minutos”. Alguém que, como eu, nos últimos anos já tingiu o cabelo de preto, vermelho, loiro, tentou tingir de castanho por cima de tudo isso, alisou, desalisou, seca, faz babyliss, passa produtos e etc., só pode achar isso muito digno. E o que é mais digno ainda: custou só R$4,90.

Por algum motivo misterioso eu achei que o produto fosse ser tipo um creme-líquido. Mas não é não, ele é um creme-cremoso (Q), bem grossinho. Usei depois de usar o xampu e o condicionador da mesma linha, que já são bem hidratantes. Daí, medo dos medos: será que o cabelo vai ficar pesadão?

Diz na embalagem que cabelos médios a longos podem usar todo o conteúdo do tubinho. Mas, por causa do supracitado medo, não obedeci, e usei mais ou menos a metade (o que, na hora, já achei muito! Mas não foi, não, fica tranquila, tá). Daí massageei, selei o treco, deixei lá enquanto esfoliava o rosto e etc., e chegou a hora de enxaguar.

Gente, aí começou o encanto. Ele é daqueles cremes que fazem o cabelo ficar beeeeem molinho já no banho, sabe? Tipo, bem derretidinho. Resolvi secar com secador pra ver o efeito mais rápido e intenso. E foi então que minha paixão virou amor: o cabelo secou sem frizz, ficou liso, brilhaaaaante e, principalmente, continuou super macio! (Não sei se acontece com vocês, mas às vezes no banho parece que os fios vão ficar super soft e, depois que seca, não fica. Acontece?)

Não sei se vocês estão curtindo (fecebook feelings) essas fotos tanto quanto eu (hahahaha, oi, egocêntrica?), porque sei que é difícil saber se um cabelo está bem tratado vendo fotos. Mas veja bem: eu saí de casa tipo me amando esse dia, ok? E até pelo menos o dia seguinte ele continua super macio e, plus, cheiroso.

Estou usando esse tratamento mais ou menos uma vez por semana (se bem que revezo com outras máscaras, atualmente uma da L’Occitane). Com o xampu e o condicionador, que também são dignos, faço que nem com todos os outros meus: uso randomicamente, já que mantenho vários, em todas as faixas de preço.

Conclusão? Produtinho altamente recomendado para quem quer dar uma super hidratada nos cabelos. (Mas se o seu for d0 tipo mega oleoso, de repente não é o caso. Ou use um xampu para cabelos oleosos ou antirresíduos e essa máscara no lugar do condicionador – eu faço isso às vezes! Por R$4,90, vale a pena tentar, né?)

 

Olá, pessoas.
Pois é, apareceu a margarida… Final de ano em vida de professora é isso mesmo: correria total, completa e irrestrita. Se eu sobreviver a isso, o resto vai-que-vai…
Bom, mas vamos falar daquele assunto de que tanto gostamos, não é? Maquiagem.
Antes de começar, quero dizer que não esqueci minha promessa sobre um post falando de alergia a esmaltes e hipoalergênicos. Mas é que eu não pude fazer a unha esta semana e estou com alergia de alguma coisa (Ah, sério? Você, Ana Paula, com alergia? Não brinca…), por isso minha unhas estão terríveis e eu jamais teria coragem de assustar vocês fotografar.

Mas voltando ao que interessa, encomendei tem um tempinho umas coisinhas da coleção Venomous Villains, pareceria da M.A.C com a Disney. Confesso que fiquei, no início, muito mais empolgada com as embalagens mega fofas que com as cores dos produtos (Consumo consciente? Não trabalhamos!).


Mas é óbeveo que meu cartãozinho não se aguentou e arrematei umas preciosidades (Smeagol feelings).
 
Sombra Mineralize She who dares: É minha primeira sombra mineralize da M.A.C, sabe-se-lá-o-porquê. Ela é em tons de azul petróleo e verde musgo (Gente, não confiem muito nessa pessoa descrevendo cores, ok? Loira e disléxica…). Vou dizer que gostei, mas só. Não é a cor mais bonita de todos os tempos e, pra mim, brilha demais. Sei lá, eu tenho medo de sombra colorida (quando eu crescer vou ser igual à Laurinha com suas sombras lindonas, juro…).
Blush Bite of an apple: Esse é lindeza total. Sou suspeita, pois amo blushes, mas tem uma cor meio coral-avermelhado (lá vem ela com essa descrição meia-boca!). Enfim, é lindo, é rhyco, é blush…
Batom Hearthless (Amplified): Vermelão lindo de morrer. Com uma pegada meio vinho. Elegantérrimo. Amo batom vermelho.
Batom Toxic Tale (Satin): Coral mais lindo do mundo. Batom para dormir junto no verão.

Toxic Tale, Hearthless, She Who Dares (verde e azul), Bite of An Apple

Eu tentei fazer umas amostras de cores, mas não sei se fui muito feliz (relevem, vai… minha primeira tentativa). Mas prometo que, assim que usar as coisinhas, fotografo procês, tá?
Bom, people, é isso.
Beijinho,
Ana Paula

Pitaco da Lau: Gente, essa coleção é linda mesmo. Só tenho um comentário a fazer: também comprei o Toxic Tale, e aviso às meninas desesperadas para comprá-lo que ele é igualzinho ao Coral Polyp (que também foi edição limitada!). (Como seria bom eu ter percebido antes de comprar, né? pffff!). E invejo muito esse blush da Ana, se quebrar foi meu olho gordo, aviso já!

Gente, eu sei que vocês tão com overdose de esmalte, principalmente da Colorama. Mas a culpa não é minha que simplesmente todas as cores que eles lançaram na Coleção Aquarela Tropical são lindas, né? E agora que eu comprei todas vou ter que usar!

Então, depois de uma má experiência com o Amarelo Pop Art, e da Má ter uma boa experiência com o Verde-Água, decidi ir de Violeta. Gente, que cor mais linda de meu deus. Beleza que quando eu voltei da manicure na hora do almoço todo mundo olhou pra minha mão e disse: “nossa, que discreto”. Essa é minha vida: se não estou de verde ou azul ou amarelo, sou taxada de discreta e as pessoas acham estranho.

Ele de fato é mais discreto que os outros que eu costumo usar, mas é sinceramente uma das cores mais bonitas que já tive. Muito feminina, e uma variação maravilhosa pra quem fica insistindo só em rosas ou vermelhos. É um roxo com fundo azulado.

Diferentemente do Amarelo, ele realmente cobriu minhas unhas com uma camada (glória aleluia). Por isso, não ficou grosso e não marcou. E depois de cinco dias tinha descascado bem pouco – mais na verdade porque eu bati a unha num zíper do que por culpa do esmalte mesmo. Então, a qualidade é ótima. Vamos testar todas as outras pra ver quais prestam e quais não? Hahahaha!

A base Studio Sculpt, da M.A.C, tem sido uma das queridinhas dos maquiadores da marca desde que foi lançada, em 2009. Em vários backstages de desfiles, ela substituiu a Face&Body, e andaram dizendo por aí que era a “base da pele perfeita”. Ok.

Ela é realmente bastante boa. A textura é diferente de todas as outras que eu já testei, e de todas as outras da marca: não é totalmente líquida, eu definiria como uma espécie de base cremosa. Apesar disso, não é pesada (a marca a define até como hidratante), e pode ser usada tranquilamente por meninas de pele oleosa, já que é à base de gel.

A minha cor é a NC40, mesma cor que uso no Studio Fix. Vale lembrar que as bases NC são recomendadas para quem tem a pele com fundo mais amarelado, e as NW para quem tem pele com fundo mais rosado.

A cobertura dessa base é bem alta. Ela quase chega a cobrir minhas olheiras, como vocês vão ver nas fotos ma-ra-vi-lho-sas e sem nenhuma dignidade mais abaixo. Cobre bem vermelhidões e imperfeições, mas sem deixar a pele totalmente opaca. Apesar de ser uma cobertura alta, ainda é um acabamento natural, sabem como? Acetinado.

Esse pouquinho é suficiente para cobrir quase o rosto inteiro. Eu uso com pincel de base tradicional (o da foto lá em cima), mas é preciso tomar cuidado para o rosto não ficar com as marcas das cerdas do pincel, já que a base é mais grossinha. Recomendo até, de repente, usar um duo-fiber ou pincel de pó para fazer o acabamento depois de passar a base com ele.

Depois de usá-la, costumo finalizar a zona “T” com um pouco de pó e, assim, a pele se mantém digna por váaaaarias horas. E a Studio Sculpt não transfere nadica de nada, o que é ótimo, porque esse é um dos meus maiores pânicos em relação a bases.

Agora, para entender bem a cobertura, vejam abaixo as fotos da minha pele sem nada, depois as fotos com a base. É favor não reparar na cara no cabelo de louca, as fotos foram tiradas às 9 da manhã, eu ainda estava com sono.

Gente, na segunda foto eu pareço até mais humana, né não?

Ah, sim: tem post sobre o corretivo Studio Sculpt aqui.

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Eu já mostrei aqui nesse post que batom laranja e coral tá com tuuudo, né? Então decidi pegar três de faixas diferentes de preços para comparar, e mostrar quais são as vantagens e desvantagens de cada um – e, principalmente, mostrar para quem está pensando em comprar como são as cores de cada. Vou começar pelo mais caro, indo para o mais barato, e aí a gente vai comparando todos.

Na foto dos swatches dá pra ver bem as diferenças e familiaridades entre eles (apesar de ligeiramente escura, os tons estão bem fiéis).

M.A.C Crosswires, Duda Molinos Copacabana e Vult 14

Crosswires, M.A.C


Pontos positivos: Os batons da M.A.C estão, na minha opinião, entre os melhores do mercado, por causa da cobertura, cor e cheiro ótimos. O acabamento desse é Cremesheen, o que significa que ele é mais cremoso, mas mesmo assim tem uma cor bem viva. Não é opaco, ele tem como se fosse um brilho molhado beeeeem sutil (mesmo). Tenho vários nesse acabamento, e é um dos meus preferidos, por ser muito fácil de usar, já que não resseca nada nada a boca. A duração é boa, até umas quatro horas ele segura. A cor dele é bem linda: dos três, é o coral mais avermelhado, mas ainda assim não fica uma cor totalmente cheguei, sabe?

Pontos negativos: Bom, sendo bem sincera, na comparação, o ponto negativo dele fica sendo mesmo o preço, mais do que o dobro do Duda Molinos – que, para os padrões nacionais, muita gente já acha carinho. A cor, apesar de eu adorar, talvez seja a mais “assustadora” das três, para quem está começando a usar e procura um coral discreto. (Eu tinha um da M.A.C, o Ravishing, que era mais nesse estilo coral, mas ele sumiu. Ninguém mandou ter um trilhão de batons, né. Bom, fica a dica pra quem quiser experimentar outra cor.)

Onde comprar: Na Sacks ou nas lojas da M.A.C, por R$69 (na Sacks atualmente está esgotado). No exterior, por US$14

Copacabana, Duda Molinos


Pontos positivos: A embalagem é uma das minhas favoritas, tem aquele clique que eu mostrei aqui nesse post. É uma embalagem bem classuda, sabe? O acabamento é matte, o que significa que 1) não tem nenhum brilho whatsoever e 2) a cor acaba durando mais tempo – tipo umas quatro a cinco horas, sem retoque (vale dizer que, em mim, que falo e bebo água como uma louca do apocalipse, isso é realmente muito tempo). Em termos de tom, me parece um meio termo entre os outros dois, o que eu gosto bastante.

Pontos negativos: Vou ser paradoxal, mas o mesmo ponto positivo pode se tornar negativo: o acabamento matte também significa que 3) o batom fica bem difícil de passar, especialmente se a sua boca é seca. Pra mim, sinceramente, é o único ponto mais ou menos negativo (mais ou menos porque pra mim nem é, já que pra mim é sussa passar batom matte!).

Onde comprar: Na Loosho.com, por R$29,60 (ou na farmácia da Riviera de São Lourenço por R$20, gente, sei lá por que eles vendem tudo mais barato! Hahahahaha)

Vult, cor 14


Pontos positivos: A cor é foooofa até dizer chega. O coral mais versátil e sutil e tudo o mais dos três. Então, se você ainda não está assim super convencida da moda do laranja, vale a pena tentar esse. Até porque, gente, custa apenas R$6,90. Ou seja: um décimo do preço da M.A.C. Ele não é completamente matte, mas também não tem brilho. (Eu sei, comassim, Laura? Sei lá, gente, mas é assim.) Inclusive, no site da Loosho.com, ele está descrito como acabamento cintilante – o que ele não é de jeito nenhum, ok, como vocês podem ver pelas fotos.

Pontos negativos: A cor não fica totalmente boa com uma passada, é preciso voltar com o batom para uma cobertura perfeita. E a embalagem, gente. Mais pobreza impossível. Sério, Vult, quanto custaria pra fazer uma que simplesmente não fosse desse plástico vagabundo que quebra na primeira jogada na bolsa (caso da minha, oi) ou uma tampa que cobrisse totalmente a bala do batom? A duração é ok, de duas a três horas em mim. De qualquer forma, sinceramente, por esse preço, tenho nem coragem de reclamar muito.

Onde comprar: Na Loosho.com, ou em várias farmácias por aí, por R$6,90

Nova seção no blog! Quem vai estreá-la é minha amiga irmã companheira @marcellachart, que também foi a idealizadora dessa tag. Mas antes de mostrar que ela me obedeceu e está usando o esmalte Verde-Água, da coleção Aquarela Tropical, da Colorama, vou contar uma historinha.

Antes de eu criar esse blog, minhas amigas eram apenas minhas amigas. Eu era apenas uma menina divertida, que conversava com elas sobre suas alegrias, problemas e angústias e de vez em quando maquiava uma delas. Mas daí eu criei o blog. E, de repente, esse monte de gente achou uma utilidade pra mim. Acho digno.

Daí que comecei a receber SMS às 9 da noite perguntando que cor de esmalte usar, e-mail querendo recomendação de compras pra quem vai viajar, ligações diretamente da farmácia ou do cabeleireiro pra saber se tal xampu é bom, recados de amigas da minha mãe querendo saber qual era mesmo aquele rímel novo super legal.

E vejam bem: eu adoro.  Quando alguém me pergunta uma coisa ou me pede uma recomendação, eu vou logo no Google, nos blogs, nos fóruns, eu quero indicar coisas pras pessoas. Mas com isso também me tornei ainda mais mandona. Tipo: se eu te indiquei algo, acho bom você usar e me falar sua opinião. Hahahaha

Então, quando Marcella resolveu dar uma de louca e comprar toda a coleção da Colorama e me perguntou qual usar primeiro, falei logo: o Verde-Água. E quero foto! E aí a gente criou essa seção. Olha lá em cima o esmalte dela, que graça que ficou! Acertei na escolha, vai? (E gente, vamos só para pra pensar que essa pessoa até dois meses atrás só usava esmalte vermelho. Só-ver-me-lho. Grata.)

E ela ainda disse: “Minha manicure passou uma camada só e ficou bom [porque vocês lembram da minha história com o Amarelo Pop Art, né?]. Ela disse que tem que ser com o pincel bem cheio!”

Brigada, Má! E agora, pra vocês começarem bem o dia de trabalho, vou deixá-los com uma foto do filhinho mais novo da Má, o Iô-Iô (dá licença, o blog é meu e eu publico foto do que eu quiseeeer! Hahahaha):

Há algum tempo, a Avon mandou lá pra redação os rímeis mais bacanas deles, numa caixa super bonitinha e tals. Eles estavam lançando a máscara SuperExtend (então vocês veem que já faz uns dois meses, a pessoa adiantada, hahahaha), e logo pensei em fazer uma batalha comparando todas. Isso porque eu adoro as máscaras da Avon. Tipo, acho que é o melhor produto que eles fabricam, sabe. E daí queria saber se essas novas eram tão boas quanto as que eu já tenho.

Bom, então, depois de muito tempo, coloquei em prática, e nessa semana usei uma delas por dia, pra ver se cada uma cumpria o prometido e, no fim, qual é a mais bacana. E já tirei minhas conclusões. Quer ver?

Avon SuperExtend
Promessa: Um suuuuper alongamento de até 55% (como medir, néam?), com efeito cílios postiços e fibras especiais que promovem um efeito natural. É a prova d’água.

Realidade: Hmmm. Olha. Vou falar a verdade. Apesar de ser o lançamento, e ter essa coisa das fibras especiais (Q), não achei nada de cílios postiços aí. De todas, acho inclusive a mais “dia a dia”. Isso porque, de fato, é muito mais de alongamento do que de volume, então acho que acaba chamando menos atenção, especialmente se você já tem cílios mais longuinhos, como os meus. A textura dela é bem líquida, a mais líquida das três – tanto é que borrou na hora de aplicar. De qualquer forma, por ser à prova d’água, aguentou mais do que dignamente um dia de sol subsaariano, e mesmo assim não foi horrível de tirar.

Preço: 22,00

Avon SuperCurlacious

Promessa: O negócio aqui é dar uma suuuuper curvatura aos cílios, e mantê-la por tipo 12 horas. Ela também é à prova d’água.

Realidade: Essa foi a máscara lançada logo antes da Extend, e tem aquele aplicador curvadinho bem legal, sabe? Eu usei sem curvex e… Bom, não é que meus cílios não ficaram curvados. Mas não ficaram 100% MAIS curvados, como promete a Avon, sabe? E não segurou essa curvatura o dia inteiro, não. De qualquer forma, ela é só um tiquinho mais grossa na fórmula que a Extend, e também segura dignissimamente durante todo o dia, e também não é chata pra tirar. Ela já é mais legal (pra mim, que sou uma drag queen disfarçada), porque dá um tiquinho mais de volume.

Preço: R$19,00

Avon SuperShock

Promessa: Volume inteeeenso e imediato, fórmula com microfibras que se expandem (Q2)

Realidade: Olha, eu me sinto até meio mal, porque já imaginava como ia ser o fim dessa batalha, confesso. hahahahaha. Eu realmente AMO a SuperShock. É uma das minhas máscaras preferidas e olha que eu tenho umas 300. Então, claro que né. Eu fui lá, e comparei. Mas gente. A coisa do volume intenso é uma realidade real mesmo. Podem ver nas fotos como ela é a mais dramática das três. E, apesar de ser uma máscara de volume, ela alonga meus cílios mais que as outras! Como lidar, Avon? E ah, é a fórmula mais grossa de todas as três, não borra nada, apesar de não ser à prova d’água. Quer dizer. Amor em forma de tubinho.

Preço: R$19,00

Conclusão

Vejam bem, as três são boas máscaras, depende muito do seu estilo. Para as discretas, recomendo a SuperExtend. Ela é digna, só não é meu estilo. Mas vou usar, sim, talvez combinada com outras mais grossas (só cuidado pra não borrar na aplicação). A SuperShock pode comprar mesmo. O pincel grossão assusta (né, gente), mas gente, é só colocar no olho e passar uma camada e pá, linda, vai embora. Eu pularia a CurlAcious, porque acho um meio-termo meio sem graça, não faz muuuuito bem nem uma coisa nem outra, sabe?

Finalmente, depois de idas quase diárias às lojas Americanas, encontrei a coleção Aquarela Tropical, da Colorama – aquela que é toda cheia de esmaltes pastel, sabem? Pois é. E daí já comprei logo todas as cores que estavam disponíveis – faltaram o Azul Celeste e o Rosa Romântica, mas já me dei por satisfeita por enquanto.

E aí veio a hora difícil da escolha na hora de ir à manicure no sábado seguinte. O que passar?! Então, decidi pelo queridinho desde que vi as fotos de divulgação: o Amarelo Pop Art. Um amarelo que promete não deixar manchas? Camada única E pastel E amarelo? Óun (coraçãozinho com as mãos). E para os pés escolhi o Rosa Colonial, que é super gracioso.

E daí, entreguei pra manicure, toda feliz e contente e… fail. A primeira camada não foi suficiente pra ficar perfeito, como promete o vidrinho. Pra cobrir as manchinhas que ficam nas ondulações naturais da unha, nos vimos obrigadas a passar outra camada, o que vai contra o propósito da coleção (hahahahaha, propósito do esmalte, aham, senta lá) e o deixou mais grosso do que o ideal.*

Por enquanto (cinco dias depois) ainda não descascou quase nada (leia-se uma unha isolada na mão direita por passar o dia digitando). Como ele promete ser de longa duração, isso é bom. O mais chato mesmo mesmo foi que, talvez por ter passado duas camadas, ele ficou todo marcadinho, tipo com risquinhos, sabe? Acho que passar um extrabrilho resolve. Mas queria que ele fosse mais fiel à propaganda. Vamos ver as outras cores, né?

*Pra ser justa, não sei se isso é culpa do esmalte, da minha unha ou da minha manicure. Mas me deixa irritada do mesmo jeito. Hahahaha.

 


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