Beleza exterior

Archive for setembro 2010

Depois que eu comprei meu primeiro batom do Duda Molinos, o Bossa, achei que ele era muuuuito parecido com um que eu já tinha, e que é bem um dos meus queridinhos: o Please Me, da M.A.C.

Então, decidi comparar os dois. A cor e o acabamento são parecidos, mas não tanto quanto eu pensei à princípio:

 

Então, vamos à avaliação.

Bossa, Duda Molinos
Pontos Positivos: Bom, custando uma média de 30 reais, é bem mais barato do que o da M.A.C.? E mais fácil de encontrar, já que tem em diversas farmácias, lojas de cosméticos, internet etc. A cor é muito bonita, um rosa bem clarinho, mas não com aquele fundo pálido demais. Na Loosho.com, por exemplo, eles descrevem como “nude médio”. (Para registro: médio, ok, mas não acho ele nude, não.) Considero que fique bem em vários tons de pele. A embalagem é fofa, funciona com aquele clique (olha aqui nesse post).
Pontos Negativos: Bom, a textura dele é matte. Eu gosto dessa textura, mas isso significa que ela não funciona bem para quem tem os lábios secos ou rachados. Nesses casos, é preciso, sim, passar um hidratante labial antes, para facilitar.

Please Me, M.A.C.
Pontos Positivos: É um dos meus rosas favoritos há tempos. É ligeiramente mais escuro que o do Duda Molinos. Nunca poderia, por exemplo, ser descrito como nude – nem se for médio. E acho que, apesar de também ser matte, é mais fácil de passar um pouco (para mim, tá, minha experiência). A embalagem é simples, mas bonita e boa, o cheirinho é característico dos batons M.A.C., bem gostosinho, mas nada forte nem enjoativo. A duração é uma das melhores. De verdade, tipo umas 5 horas, e olha que eu bebo água sem parar.
Pontos Negativos: A textura é a mesma coisa do batom DM. Os batons de acabamento Matte da M.A.C. são bem secos. Mas, como eu disse logo aqui em cima, isso significa que ele dura muuuuito na boca. E bom, é mais caro, R$69 no Brasil. E é uma das cores que vivem esgotadas por aqui.

Veredito
Sei lá, gosto muito dos dois. Ajudei? Não, né, ah, tá.. Mas acho que, considerando o preço e a qualidade, o Copacana, do Duda Molinos, é uma ótima opção, apesar de não ser exatamente da mesma cor que o Please Me. Mas acho que os dois fazem, sim, parte da mesma família.

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Comprei duas cores do batom Duda Molinos, a Bossa (rosa nude) e a Copacabana (laranjinha claro). Primeiro, uma amostrinha pra vocês verem as cores, que eu considero lindas, e tenho usado bastante (mais a rosa, porque né. Um dia eu vou mostrar todos os meus batons rosas pra vocês se chocarem com a quantidade, e olha que eu nem sou do tipo “branquinha que fica linda com batom rosinha”. Enfim.)

À direita, Copacabana, à esqueda, Bossa

À direita, Copacabana, à esqueda, Bossa

Os dois batons são matte, o que significa que a textura deles não é nada hidratante. Se você tem lábios ressecados e rachados, por exemplo, a dica é passar um lip balm antes de tudo, e daí ele desliza melhor. Eu não passo, porque acho que assim a cor não pega tão bem, por algum motivo que não consigo entender direito.

De qualquer forma, esse acabamento também significa que os dois têm bastante pigmentação: uma passadinha nos lábios e a cor já pega bem, e fica bem opaca. Nenhum brilho aqui, okay, garotas que gostam de gloss. A duração também é bem alta, tipo umas quatro horas. De qualquer forma, considero as cores bem democráticas. Talvez se possa dizer que o laranja é mais para peles quentes, e o rosa para peles frias. Mas como eu tenho subtom quente, e amo o rosa, sei lá, fica difícil concordar. Hahahaha. Eu sou bem da opinião que ó, gostou da cor, usa e pronto. Sei lá.

Uma das coisas mais divertidas desses batons é a embalagem. Ela abre de um jeito diferente, com um clique na parte de baixo. Olha:

A média de preço é a mesma das sombras, cerca de 30 reais (mas, de novo, comprei por cerca de 20 numa farmácia na Riviera).

Essa semana eu fui no evento – caprichadíssimo, aliás, amei! – de lançamento de uma nova versão de um produto que eu, pessoalmente, gosto demais: o protetor solar Minesol, da Roc. Eu uso, por indicação da dermatologista, já há cerca de um ano, a versão Minesol Actif, que tem soja na composição – e que só nesse evento eu aprendi que tem o objetivo de unificar a pele, e tals.

O que eu mais gosto nesse protetor é que ele não é especificamente para a pele oleosa (eles têm outra versão para isso, o Minesol Oil Control) – mas mesmo assim funciona fantasticamente bem para esse tipo de pele. Quer dizer, quando você tem a pele oleosa, sempre dá aquele medinho de passar protetor solar, néam. É aquela coisa melada, logo parece que sua pele vai começar a brilhar, se revoltar, e daí você pensa: ah, aposto que é mentira essa história que tem que ficar usando protetor todo dia, vou sem, porque pelo menos fico com a pele sequinha. Mas rá, essa fórmula acaba com a sua desculpa, porque ela não controla exatamente a oleosidade, mas também não adiciona mais óleo, sabe. Que né. É o que a gente não precisa.

Minesol Actif (antiga embalagem) e Minesol Antioxidant FPS 70 (Divulgação)

Então, quando eu recebi essa nova fórmula, que tem um mega antioxidante – e fator de proteção mais alto do que eu estava usando – pensei: será que também vai ser sequinha que nem a outra? Fui logo testar.

Meu veredito? A textura é um pouco diferente. Parece que o Minesol Actif – que aliás, agora mudou de embalagem e chama Minesol Actif Unify – é mais “grossinho”, e talvez por isso, à primeira vista, mais sequinho, sim, como se tivesse uma textura mais gel-creme mesmo de verdade, sabe? (Digo “de verdade” porque os dois se intitulam gel-creme.)

O novo Minesol Antioxidant é mais fluido, parece protetor daqueles que a gente usa na praia mesmo, não tanto no dia a dia. Daí deu medo, mas respirei e passei no carão. E olha. Nada aconteceu. Fiquei bem feliz, viu? Não ficou melecado, não ficou brilhante. O efeito, no fim, foi o mesmo. O que achei sensacional, porque já tá bem na hora de eu começar a usar um produto que tenha um anti-idade basiquinho incorporado.

Então, taí a recomendação: se você já tá preocupadinha com os radicais livres, vale investir no Minesol Antioxidant, mesmo que a sua pele seja mais oleosa. Ele é bem leve, no final das contas. (Obviamente ainda não posso avaliar os efeitos anti-idade, né, estou usando há só alguns dias.) Ah: e eles vão lançar no fim do ano um protetor em sérum. Tô louca pra comprar, é a coisa mais sensacional que vi esse ano, sem exagero. Totalmente leve, deixa a pele uma seda, e ainda assim protege do sol? Me dá logo um estoque!

Eu e a Fabi adquirimos umas coisinhas da nova linha de maquiagem do Duda Molinos e, um dia desses, decidimos nos reunir para o primeiro post-teste coletivo (hahahaha, inventei uma categoria, achei que soou profissional, tá) deste blog. Então, a gente foi na casa dela, espalhou um monte de potinhos pela sala toda, ficou passando as cores no braço e no olho e ainda alugou o marido dela pra tirar um milhão de fotos. Mulheres adoráveis. E agora, aqui está o resultado. (Senta aí, que o post é longo, mas é legal.)

O Duda Molinos, um dos maquiadores mais amados do Brasil, reformulou a sua linha de maquiagem este ano. Eu já tinha duas cores das sombras antigas, que adorava, e comprei três novas. A Fabi também tem três novas. Junta, nossa coleção ficou assim, ó:

Da esquerda para a direita, as cores: Pumpink, Atlântida, ET, Cor 12 (coleção antiga), Brow Stone, Aubergine, Super Nova, Cor 09 (coleção antiga)

(Gente, foi muito difícil captar as cores, e olha que o Giu trabalhou, beijo! Mas estão bem fiéis, viu.) As dela são as três primeiras, as mais coloridas da coleção. O curioso é que uma das cores novas, a ET é praticamente idêntica à antiga cor 12. A diferença é que a nova é muuuuito mais pigmentada, gente. Foi uma prova de que a fórmula, de fato, melhorou muito. A gente fez o teste de swatches, olha só:

Todas as cores são muito pigmentadas e fáceis de passar. Elas tendem a soltar bastante pó quando você passa, então é bom passar de pouquinho em pouquinho, mas são fáceis de esfumar. E há cores muito lindas, únicas e coringas – a Aubergine, que é vinho, eu uso quase todos os dias, juro. Vou fazer um vídeo com ela, porque é um ótimo exemplo de como usando uma cor só dá pra criar um olho bem legal e quase dramático.

A Super Nova é um berinjela cheio de brilho que fica sensacional em looks para a balada. As cores coloridas podem parecer difíceis de usar, num primeiro momento, mas nós criamos dois looks com elas (foi rápido, tá, uma coisa meio no improviso, não julguem), pra mostrar que dá, sim, pra usar no dia a dia (ok, pra mim, que sou meio over, mas o resto dos seres humanos podem usar à noite ou no fim de semana, por exemplo). Olha só:

No meu olho (em cima), usamos a Pumpink no canto interno e cílios inferiores, com a Woodwinked, da M.A.C. (um tom de cobre) na pálpebra e a Brow Stone no côncavo. No da Fabi (abaixo), uma combinação inspirada nesse tutorial da Marina: Atlântida e Fig, da M.A.C. (roxinho), esfumadas juntas. Amei e achei que combinou muito com o tom de pele dela.

Dá pra comprar na Liberdade (eu comprei as minhas na Audrey) ou, pra quem quiser ser mais prática, na Loosho.com. O preço é em média 30 reais (mas eu achei numa farmácia na Riviera, aonde vou em alguns fins de semana, por tipo 20!). É mais caro que sombras baratas, mas mais barato que sombras caras. E a qualidade é bem alta, viu. Sem contar a embalagem, muito chique (bem mais do que a antiga, que era mais pobrinhazinha).

Ainda nessa semana, volto com um post sobre os batons, tá? Porque esse já tá meio enorme.

Pra compensar o post enorme daí debaixo, voltei com um post-express-estilo-curiosidade só pra mostrar as unhas da semana. Eu amei muito. Fiz de novo lá no Picnicdric (onde eu e Fabi já combinamos só voltar dentro de duas semanas porque não somos ricas estamos sem tempo).

Resolvi fazer uma inglesinha (que gente, eu sempre chamei de “francesinha colorida”, mas a Gisele é uma manicure antenada e me corrigiu, hahahahaha) e escolhi duas cores meio de sorvete: Nouvelle Vague e, para a pontinha, o rosinha Mistral, ambos da Chanel.

Ah, depois de passar, deu muita bolinha. Mas eu bem acho que não é culpa do esmalte, e sim do tanto de calor que estava fazendo em São Paulo. E aí a Gi passou um super top coat da Nars em cima e resolveu (médio, né, na foto dá pra ver um pouquinho das bolinhas, não dá? Não? Eu que sou neurótica? Então tá). Ah, sim, tenho uma reclamação. Segunda vez que uso Chanel na vida, segunda vez que descasca no terceiro dia. É lindo? É. É tendência? Aham. É ryqueza? Ô. Mas ó, Impala, tchy amo, tô voltando pra você.

Pra combinar, nos pés eu passei só o Mistral (neles, prefiro ser mais neutra, porque troco muito de cor nas mãos, sabe. Daí pode acontecer de de repente não ornar). Achei uma combinação moderna e ao mesmo tempo fofa. A Fabi também fez inglesinha, mas com um marrom de reflexos arroxeados (oi? A culpa não é minha que a cor era essa, não tô inventando. É o Paradoxal, da Chanel) e pontinha verde (Malibu Green, American Apparel). Olha que coisa linda (mais linda que a minha não-tô-com-inveja-não-tô-com-inveja-não-tô-com-inveja, repitam comigo esse mantra):

(Por Laura F.)


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