Beleza exterior

Archive for maio 2010

Bom, depois de um longo e tenebroso inverno ausente, voltei. Não me abandonem, okay, minhas 10 leitoras. Vou melhorar, prometo.

Então, vim mostrar pra vocês meu esmalte de menininha da semana. Ele é da marca inglesa Illamasqua, e eu comprei pelo site por módicos dois rins e um fígado £13. Comprei junto uma outra cor, amarelinha, o Blow, da coleção Pastel Nails. E um blush em creme, que é incrível e já já vai aparecer por aqui. Então, ó, esse aqui é o Wink:

Acho que é uma cor que não tem similar no Brasil, não. Um lilás com fundo bem azulado (mais azulado que rosa) e bem pastel. Por isso, meio que considero que valeu a pena gastar meus órgãos dinheiros.*

Agora, antes de recomendar que você saiam por aí fazendo a louca da Illamasqua (que é uma marca que tá meio que ficando hype nesse mundinho iludido e sem noção da beauté – e sim, me incluo na parte iludida-sem-noção, okay), tenho algumas considerações. O esmalte é lindo, sim. Mas é difícil de passar. É grosso – o que, por outro lado, significa que ele cobre bem. Mas o chato MESMO é que ele marca muito. Tipo fica uns dois dias marcando quando você enfia a mão no fundo da bolsa pra procurar o celular. Meio chato, néam. Mas dá toda uma sensação de paz mão-com-cor-de-quarto-de-bebê-e-princesa que compensa.

(Por Laura F.)

*Ok, tô meio obcecada com esse recurso de escrever uma coisa e riscar em cima, acho que tem toda uma ironia embutida. Mas vou parar.

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Daí, na febre de batom em que eu estou, fui passear inocentemente pelo Morangão, esse site que não é de Deus, e encontrei uma coisa que eu queria testar há tempos: o batom Rouge G, da Guerlain. Eu tava curiosa porque minha deusa ídola, a Christine, do Temptalia, adora, daí, né, pensei: “ela é chique e sabida, já experimentou todas as maquiagens do mundo, se ela gosta desse treco, deve ser bom”. Então comprei, por módicos (NOT) R$88,50. Enfim, na Sack’s custa R$153,90, então considero um bom negócio, ok.

BOM. Moving on. Na caixinha vem escrito “Jewel Lipstick”. E gente. É isso que esse batom é. Uma joia. (Tipo, fora a falta de pedras preciosas e quetais, claro.) Sério, eu não estou exagerando (aham, senta lá, Cláudia). Olha:

A foto é de divulgação, porque a que eu tirei não chega aos pés de mostrar essa beleza

A foto é de divulgação, porque a que eu tirei não chega aos pés de mostrar essa beleza

O batom em si é um caso à parte. A marca diz que tem “pigmentos de cor concentrados e madre pérola líquida, que juntos amaciam e alisam a superfície dos lábios”; “microesferas de ácido hialurônico”; vitamina A; e pó de rubi “para intensificar as tonalidades”. E ó, gente, sei lá, mas eu acredito. Porque é bem impressionante a textura dele: deixa a boca bem hidratada, mas tem muita cobertura. A cor aparece da primeira vez que você passa, e fica lá um bom tempo. E tem um brilho que não é cintilante, entendeu? É um brilho ryco.

Foco não é nosso forte, mas vamos lá

Foco não é nosso forte, mas vamos lá

A cor que eu escolhi foi a Giulette (todas são nomes de mulher que começam com G. Acho simpático). Porque é a preferida da Christine, me deixa ser tiete. Masss, se você clicar no link, vai ver que, nela, fica meio coral. Em mim fica bem rosa mesmo. Mas rosa chique, não rosa chiclete (minha cor favorita em batom, tá, tô falando mal, não).

*Só um adendo. Se você for comprar algo no Strawberry, vale lembrar que eles têm frete grátis. Como eu não tava a fim de me emocionar com “será que vai chegar”, paguei o mais caro, acho que uns 30 reais. Serião. Vale a pena: chegou em UMA SEMANA. Vindo lá de Hong Kong. Calcula, gente. Mas se você é mão fechada ou tá naquela época difícil do mês (da vida?), pode comprar com o grátis mesmo, que eu já testei e demora mais, mas chega feliz.

(Por Laura F.)

Resolvi finalmente parar de regular meus dinheiros e investir na base em pó Studio Fix, da MAC. Fui à loja do Shopping Morumbi e encontrei uma vendedora ótima e bem humorada, que me ajudou a achar a cor ideal do produto e tudo mais. Gostei do Studio Fix (como previa), mas aquela coisa “pozenta”, por mínima que fosse, me incomodou um pouco.

Então a mocinha me mostrou o MAC Fix + Spray, com suas essências de pepinos, chá verde e etecéteras. Gente, o produto é tudo de bom! Ela deu umas borrifadinhas no meu rosto e pronto: sumiram os pozinhos da base, mas a cobertura continuou perfeita assim que secou! E ainda com a promessa de a maquiagem durar o resto do dia (e durou, viu? Sério!)

Mas como gastar 120 dinheiros já era um pouco demais para um ser humano que torrou parte considerável do salário com maquiagem e dermocosméticos esse mês, não pude comprar o MAC Fix + Spray. Mas perguntei pra mocinha: “E se eu usar água termal, será que a base fica com um aspecto mais natural?”. Ela confirmou que sim, e que era uma excelente alternativa.

Claro que, assim que pude, fui logo testar o “truque”. E foi sucesso total! Apliquei a base e dei três borrifadas da água termal da La Roche Posay, que amo tanto e pra sempre, e deixei secar naturalmente. Mais perfeito impossível! A maquiagem ficou super natural, sem aquele famoso aspecto “Oi? Passei base”, a pele hidratou e a cobertura ficou perfeita! No dia seguinte testei também com a base mineral do Boticário, e ficou super bom também!

Com isso, eu, que tenho a pele mista, mas trabalho sob a secura horrível do ar condicionado, ainda ganho uma hidratação extra ao longo do dia, já que posso reaplicar a base e usar a água termal logo depois. Pra quem tem a pele mais pra seca deve ser melhor ainda, né?

Dito isto, um adendo importante: até agora eu tinha certeza de que, cada vez que alguém usava aquela esponjinha que vem com a base, e não o pincel certo para aplicá-la, um golfinho migrava do oceano para o Rio Tietê para cometer um dramático suicídio. Mas a Lau, que é mais esperta que eu, disse que usa todos-os-dias-da-vida, e que não recebeu nenhuma notícia de golfinhos suicidas em São Paulo. Eu acredito nela, tá! 🙂

(Por Fabi L.)

A louca do esmalte verde atacou de novo, socorro. Passei na farmácia, e eles tinham a nova coleção da Colorama, a Urban, e aí, né, foi assim, eu não resisti, e comprei um montão deles (mentira, só quatro!), e um era um verde lindo e absoluto, o Absinto.

Primeiro, vou começar dizendo que é com certeza o verde mais lindo da minha coleção, nem lembro mais que os outros existem depois desse. E tem gente que disse que é o mais parecido com o Jade, da Chanel, hein. Olha como ele é:

Foto com flash, mas a cor está bem fiel - ele é só um pouco mais escuro

Bom, agora que eu mostrei a lindeza, vou contar a verdade: a cobertura não é boa, não. Ele é bem ralinho, e fica manchado; pra deixar assim, tive que passar três mãos (tive não, né. Quem teve foi a manicure, que eu não sou louca de tentar passar esse sozinha). O que provavelmente significa que ele vai lascar em 3, 2, 1…

Mas eu nem ligo, porque tô amando.

(Por Laura F.)


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